Não quero

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PECADO

“” Não sei se me acuso ou defendo
Mas não quero esconder dos teus olhos
A primavera que pretendo
Olhos que o coração ensinou a gostar
A querer intensamente, a amar.

Não busco ser o definitivo pra vc.
Mas ouso ser só seu
O que cabe em sua vida
Nesses versos que a ti componho.

O meu pecado foi te encontrar
Numa manhã ensolarada de outono
Onde a vida que nasce de um desejo
De você hoje, ser meu maior sonho...””

"" Se quer ir, vá de uma vez por todas e quando decidir, não olhe para trás, não quero que tenha a opção de me ver rindo ou chorando pela última vez...

" Não planto discórdia por um motivo muito simples, não quero colheita de confusão...

"Não quero ser como uma árvore que passa a vida inteira no mesmo lugar sem dar frutos, contando às folhas que secam, esperando que me usem antes que Eu apodreça".

Tantos sentimentos observamos damos likes juntos vivemos numa Live ate que não quero mais...


"Eu sei que nada é pra sempre,
mas no momento eu não quero
saber disso"
Haredita Angel
31.08.19

"Não sou metade.
Não quero metade.
Não sei viver de metades.
Quem procura metade ama pela metade,
e eu só sei amar por inteiro!"
Haredita Angel
12.06.19

Não quero discípulos. Quero pessoas capazes de pensar sem depender de mim. A liberdade não nasce quando alguém adota minhas ideias; nasce quando alguém aprende a questionar as próprias. Não pense como eu penso. Pense no porquê você pensa como pensa. É aí que começa o discernimento.

“Não quero ficar livre de um abraço forte.”

Eu não quero saber se você é ateu.
Quando eu te falar "dorme com Deus", não estou pedindo que você aceite Deus na sua cama. Estou afirmando que Ele está aí.

"Já dizia Jalison Santos:


Eu não quero ser bom ou considerado; o meu objetivo é trazer sorrisos para as pessoas."

Que a minha vida seja um monumento ao Teu cuidado; não quero o que o mundo oferece por atalhos, quero o que Tu preparaste através da retidão e do amor verdadeiro.

Chega!!!


Não quero tristezas no meu dia, não quero que as dores me afoguem, se afastem de mim incertezas impuras e desleais,


O excesso do medo não ira me corromper hoje, nada me fará tropeçar,


Só eu sei o quanto custa correr e o quanto custa não desistir,


As decisões já foram tomadas, os perdões foram deixados de lado e o combustível para o fracasso já foi esvaziado,


Agora eu quero olhar pra frente e ver os resultados.

Teu feitiço


Teu feitiço me dominou, tomou-me pelos braços e agora eu não quero mais me libertar,


Os passos emaranhados e as sombras daquilo que pulsava causaram encantamento, ao mesmo tempo que deixavam um rastro de medo no radar do silêncio,


Resta-me apreciar o teu veneno e me acostumar com tuas carícias sem saber aonde vai dá.

“O Infinito em Fragmentos”




Não quero ser um. Quero ser todos. Quero sentir como o místico sente Deus, como o pagão sente a carne, como o engenheiro sente a precisão dos números. Quero contradizer-me, porque na contradição habita a totalidade. Ser coerente é ser parcial. É escolher uma porta e fechar todas as outras. Eu quero atravessar todas as portas simultaneamente, mesmo que para isso precise me estilhaçar em mil pedaços.

Inventei-me vários. Não por loucura, mas por necessidade metafísica. Como poderia um só homem conter o universo? Como poderia uma só voz cantar todas as canções possíveis? Então fragmentei-me. Fiz de minha ausência de centro a minha obra-prima. Onde outros construíram identidades sólidas como fortalezas, eu construí um arquipélago de ilhas que nunca se tocam mas pertencem ao mesmo oceano.

Há aquele que nega o pensamento e vê apenas o que existe. Há o que exalta os deuses antigos e a beleza sensorial do mundo. Há o engenheiro das palavras, frio e preciso. Há o que escreve mensagens cifradas sobre ocultismo e hermetismo. E há eu, que não sou nenhum deles e sou todos ao mesmo tempo, o maestro invisível de uma orquestra onde cada músico toca uma partitura diferente.

Sentir tudo de todas as maneiras. Não é dispersão. É ambição máxima. É querer ser o universo experimentando a si mesmo. Cada emoção possível, cada pensamento concebível, cada filosofia imaginável - tudo isso precisa ser vivido, sentido, expresso. Não posso me limitar a ser católico ou ateu, monárquico ou republicano, clássico ou moderno. Preciso ser todos esses e seus opostos, porque a verdade não está em nenhum deles mas na soma impossível de todos.

Os outros escrevem o que sentem. Eu sinto o que escrevo. Ou melhor: invento quem sinta o que preciso expressar. É uma fraude? Talvez. Mas é a fraude mais honesta que existe. Porque reconhece que toda identidade é ficção, todo “eu” é personagem, toda coerência é máscara. Eu apenas tive a coragem de admitir que sou teatro, e de fazer desse teatro a minha verdade.

Não tenho biografia. Tenho bibliografias. Não tenho psicologia. Tenho dramaturgia. Minha vida não está nos fatos que vivi mas nas vidas que criei. Enquanto outros buscam encontrar-se, eu me perdi propositadamente em todas as direções possíveis. E nessa perda encontrei algo maior que qualquer identidade individual poderia oferecer.

A unidade do ser é uma prisão confortável. “Conheça-te a ti mesmo”, diziam os gregos. Mas e se não houver um “ti mesmo” para conhecer? E se formos apenas potência pura, possibilidade infinita que se trai cada vez que escolhe uma forma? Preferi não escolher. Ou melhor: escolhi todas as escolhas, habitei todas as possibilidades.

Minha ausência de identidade fixa não é falha. É método. É filosofia encarnada. É a prova viva de que podemos ser mais que nos permitem ser. Que podemos explodir os limites do eu e nos espalhar por todos os eus possíveis. Que podemos fazer da multiplicidade não uma doença, mas uma arte.

Serei lembrado? Talvez. Mas por quem? Pelo sensacionista? Pelo heteronímico? Pelo ortónimo melancólico? Por todos e por nenhum. Porque minha obra não é o que escrevi. Minha obra sou eu - ou melhor, a ausência de mim transformada em constelação de presenças.

Sentir tudo de todas as maneiras. Viver todas as vidas. Morrer todas as mortes. Ser nenhum para poder ser todos.

Esta é a única identidade que aceito: a de não ter nenhuma.

E assim me tornei múltiplo, para que na multiplicidade coubesse o universo inteiro.

Pessoa: o nome perfeito para quem escolheu ser todas as pessoas possíveis.

Anelante.

Não quero apenas um abraço!
Não quero apenas um sim!
Não quero apenas um "te amo"!
Não quero apenas um "gosto de você"!

Quero atenção, com reação.
Quero um abraço demorado.
Carinho sem proibição.
Quero amar e ser amado.
Quero...

Quero você em meus braços.
Quero longas viagens no espaço.

Quero... quero acordar e te ver!
Quero... quero tudo e mais um pouco!
Quero, no mundo, o olhar de menina me querendo em seus braços.

Eu quero!! E você?

*Quando meu coração parar*


Não quero silêncio ou fim,
quero que o vento leve meu nome como quem espalha jardim.


Que as lembranças virem estrelas no céu de quem me amou, e cada abraço guardado seja prova do que ficou.


Quando meu coração parar,
que não parem meus versos também, pois quem ama deixa ecos vivendo no peito de alguém.


E se a saudade chegar mansa, feito chuva no entardecer, olhe para o céu sem medo — há amores que não sabem morrer.

Senhor,
Eu não quero apenas falar de Ti.
Quero conhecer-Te de perto.
Não me basta apenas saber quem Tu és.
Quero ouvir a Tua voz, caminhar Contigo e viver uma intimidade que transforme o meu coração.
Quero a minha fé alimentada pela comunhão.
Que eu Te busque não apenas pela Tua misericórdia, mas pela Tua presença.
Acima de tudo, quero conhecer-Te cada dia mais e fazer da minha vida um reflexo da Tua vontade

Não quero ser como a mula, sem direção,
Que só anda à força, sem revelação.
Nem como o cavalo, bruto e sem freio,
Que só vai quando é puxado pelo arreio.
Quero Te seguir, Senhor, com entendimento,
Com coração manso e discernimento.
Não por medo, nem por pressão,
Mas por amor, com rendição.

⁠Não quero ser como a mula, sem direção,
Que só anda à força, sem revelação.
Nem como o cavalo, bruto e sem freio,
Que só vai quando é puxado pelo arreio.


Quero Te seguir, Senhor, com entendimento,
Com coração manso e discernimento.
Não por medo, nem por pressão,
Mas por amor, com rendição.