Não Queria te Perder

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A depressão é um vírus
que distorce as emoções
e faz a vida perder o sentido.

O caminho de volta para si mesmo


Existem momentos em que a vida parece perder a cor, e a mente transforma pequenos pesos em grandes montanhas. Mas nenhum sentimento é uma sentença permanente; aquilo que hoje parece um fim pode ser apenas uma fase de transformação.


Não somos definidos pelas nossas dores, pelos nossos erros ou pelos dias em que não conseguimos ser fortes. Dentro de cada pessoa existe uma história que continua sendo escrita, e até as cicatrizes carregam a prova de que fomos capazes de sobreviver a momentos que um dia pareciam impossíveis.


O coração precisa aprender que nem tudo precisa ser resolvido de uma vez. Às vezes, a maior vitória é levantar, respirar, continuar e reconhecer que ainda existem sonhos esperando por nós. A mente pode criar tempestades, mas também possui a capacidade de encontrar novos caminhos.


Cuide de si como cuidaria de alguém que ama. Dê tempo ao seu processo, valorize pequenas conquistas e não esqueça, a sua existência tem valor antes mesmo de qualquer conquista. A vida não exige que você seja perfeito, apenas que continue tentando florescer.


-Jouberth Toffoli

Focar demais no foco acaba por negligenciar a fé e perder a força!⁠

Não julgues ninguém pela voz que outros emprestam. Podes perder almas raras por causa de um murmúrio que nunca soube o que é amar.

Nunca me culpei por ser traída.
Eu só preferia a sinceridade pq não gosto de perder tempo.
E dependendo do tempo perdido, na idade da mulher, pode mudar o futuro dela porque o tempo não volta.
#bysissym

Nada a perder


Não, você não tem nada a perder,
nem nada a ganhar...
a vida é só pra se viver,
dela nenhum troféu ninguém vai levar.
Na lida diária da vida, nada a perder, nem a ganhar,
somente o sopro do instante você tem pra lhe guiar.
Entre sombras e luzes, um navegar sereno, às vezes, puro veneno...
O tempo se desfaz em um instante dorido, sofrido ou deleitável, ameno.
Passos que não pesam, olhos que só veem a essência do agora que a alma consigo carrega... é tudo o que a vida pra você entrega
No silêncio do peito, um doce despertar, ou de um pesadelo com o amanhecer se livrar...
Na vida, nada a perder, nada a ganhar... apenas um eterno caminhar pra no nada um dia chegar.
Um dia de cada vez,
não importa o que você fez
ou o que deixou de fazer...
viva da vida o que dá pra viver,
viver de verdade não é pra valer...
até porque...
não fim todo mundo vai mesmo é morrer.

⁠Estamos presenciando uma geração que tem mais medo de perder o celular do que a vida eterna.

A maior tragédia de um homem não é apenas pecar, mas perder a capacidade de se entristecer com o próprio pecado. Quando a consciência já não dói, talvez o silêncio mais assustador não seja o dos homens, mas o da alma diante de Deus.

A nossa maior vitória é perder o mundo, mas ganhar a Eternidade.

Não há tempo a perder. Você já está pisando no umbral da eternidade. Acorde e viva com a lucidez de quem sabe disso.

Propósito é não perder a sua alma atrás de coisas que o vento derrubará nas primeiras lufadas da manhã tempesta!

As mulheres são tão carentes porque para crescerem tiveram de perder o amor da mãe, e, depois, do pai. Os homens ainda procuram o amor da mãe. As mulheres, o que procuram?

Às vezes, perder alguém não é a maior dor. A maior dor é perder a própria paz tentando ser escolhido por alguém que nunca prometeu escolhê-lo.

“A Pedagogia da Derrota”


Ganhar ou perder? A pergunta reverbera através dos corredores da existência humana como um eco persistente, uma interrogação que nos persegue desde o primeiro jogo infantil até o último suspiro.

E nesta encruzilhada aparentemente simples, reside um dos paradoxos mais inquietantes da condição humana: somos ensinados a vencer, mas é o perder que verdadeiramente nos educa.



O ser humano é criatura refratária à derrota. Construímos civilizações inteiras sobre a premissa da vitória, erigimos monumentos aos vencedores, celebramos os triunfadores. A história, dizem, é escrita pelos que vencem. Mas o que não nos dizem é que a sabedoria é forjada pelos que perdem e conseguem, apesar de tudo, permanecer de pé.



Aceitar a perda é exercício de uma complexidade desconcertante. Vai contra todo o instinto de sobrevivência, contra a narrativa que construímos sobre nós mesmos como protagonistas destinados ao sucesso. Quando perdemos, não é apenas um jogo, uma competição ou uma oportunidade que se esvai é um fragmento da nossa própria mitologia pessoal que desmorona. E isso, essa demolição do ego, é insuportável.



Mas aqui reside o paradoxo luminoso: é justamente na perda que habitam as lições mais profundas. Ganhar nos confirma, nos valida, nos mantém confortavelmente instalados nas certezas que já possuíamos. A vitória é espelho que reflete o que queremos ver. A derrota, por outro lado, é vidro estilhaçado que nos obriga a olhar através dos cacos, a enxergar o que preferíamos ignorar.



Aprender a perder é, portanto, uma arte mais refinada que aprender a ganhar. Exige humildade essa virtude tão rara numa época de egos inflados e autopromoção incessante. Exige resiliência a capacidade de ser golpeado e não se deixar destruir. Exige, sobretudo, uma coragem particular: a coragem de olhar para o próprio fracasso sem desviar os olhos, sem buscar culpados externos, sem se refugiar em justificativas confortáveis.



Você saberia perder? A pergunta não é retórica. Saberia erguer-se de uma derrota sem amargor corrosivo? Conseguiria extrair da queda não um trauma, mas um ensinamento? Teria a grandeza de reconhecer que o adversário foi, naquele momento, melhor, mais preparado, mais merecedor e ainda assim não permitir que isso corroa sua autoestima?



A verdade desconfortável é que a maioria de nós não sabe. Perder nos torna defensivos, ressentidos, amargurados. Criamos narrativas alternativas onde fomos traídos pelas circunstâncias, pela injustiça, pela má sorte. Qualquer explicação serve, desde que não precisemos confrontar a possibilidade de que simplesmente não fomos bons o suficiente daquela vez.



Mas os sábios esses raros exemplares da espécie humana que conseguiram transcender o ego compreendem algo fundamental: a derrota é professora mais generosa que a vitória. Ela nos revela nossas fraquezas, expõe nossas ilusões, desmantela nossas arrogâncias. E ao fazer isso, abre espaço para o crescimento genuíno, aquele que não vem da acumulação de troféus, mas da transformação interior.



Talvez devêssemos inverter a equação. Em vez de ensinar as crianças apenas a vencer, deveríamos ensiná-las a perder com dignidade. A levantar-se sem ódio, a reconhecer a derrota sem desmoronar, a entender que fracassar não é tornar-se um fracassado é simplesmente participar da experiência humana em sua totalidade.



Porque a vida, essa competição implacável contra o tempo e contra nossas próprias limitações, garantirá que todos nós, invariavelmente, percamos. Perderemos disputas, oportunidades, pessoas amadas. A questão não é se vamos perder, mas como perderemos. Se desmoronaremos sob o peso da derrota ou se aprenderemos a dança delicada de cair e levantar, de ser derrotado sem ser destruído.



No fim, a vitória mais importante não é sobre adversários externos, mas sobre nossa própria incapacidade de aceitar a imperfeição, a vulnerabilidade, o fracasso. Saber perder é, paradoxalmente, a única vitória que realmente importa. Porque é a única que nos torna, finalmente, inteiramente humanos.

Primeiro precisei me perder em dores e lágrimas para reconhecer:
Eu sou a pessoa mais importante da minha vida.
A prova? DNA único.
Não existe cópia.

Van Escher 🦁

Do que adianta ter todo esse poder se você pode se perder nele? É a ganância que te consome.

Tudo aquilo que pode ocupar o lugar de Deus é menor do que Deus. Tudo aquilo que podemos perder não pode ser a nossa esperança eterna.
Somente Jesus, que é eterno, pode nos conduzir àquilo que também é eterno: a vida com Deus para sempre.

Me beija até eu perder o fôlego. .
e quando eu morrer de amor..
faça respiração boca a boca. .
me ressuscita denovo..
pra que eu regozije de prazer...

"Perder a ilusão de que o outro vai nos completar requer maturidade, pois nos obriga a assumir a responsabilidade de construir significado por múltiplas vias: trabalho, vínculos diversos, criação, aprendizado e autonomia."

Perder um pouco hoje,
para ter o muito amanhã