Nao Preciso de Amigos Falsos

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Ah... O mar... Espécie de céu líquido, também sem fim.

Rachel de Queiroz
Falso Mar, Falso Mundo (2002).

A empatia é certamente um dos mais nobres sentimentos humanos. Para entender e ajudar o próximo é necessário se imaginar na condição dele.

"As Flores brotam, e morrem...

As estrelas Brilham, Mas um dia se

apagarão...

Tudo morre...

A terra,o Sol, a Via Láctea e até mesmo todo este universo não é exceção!

Comparado a isto,

a vida do homem é tão breve e fugidia quanto um piscar de um olho...

Neste curto Instante,

os homens nascem, Riem, choram,

Lutam, Sofrem,

Festejam, Lamentam,

odeiam pessoas e amam outras!

Tudo é transitório...

E em seguida,

Todos caem no sono eterno chamado morte..."

"O click de uma fotografia é como um alguém dizendo: Você salvou algo que jamais poderá ser o mesmo."

Saudade, é um lugar que só conhece quem amou...

Vida afora a gente sente a dor da ingratidão chegar de diferentes corações, mas nada dói tanto como sentir a ingratidão de um filho. É sentir que fracassamos, que todo o amor e dedicação foram em vão. Dói, é verdade, mas mesmo assim luto contra a frustração e jamais vou desistir. Enquanto me restarem vida e forças, terei esperança em que seu coração enxergará. Todos atravessamos diferentes fases na vida, todos erramos, uns mais, outros menos, e eu quero que você saiba, meu filho, que quando quiser, estarei aqui. Você é meu filho. Ontem, hoje e para sempre, e é para o bem e para o mal, assim como meu amor por você é incondicional!

Tudo começa pequeno nessa vida;
E só cresce se o permitimos!

Fica decretado que, a partir deste instante,
haverá girassóis em todas as janelas,
que os girassóis terão direito
a abrir-se dentro da sombra;
e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro,
abertas para o verde onde cresce a esperança.

Porque me deu agora de repente uma vontade danada de abraçar você, mas de corpo presente e ficar junto, sem assunto, deixando a vida passar...

- Por que você está me olhando desse jeito?
- Só lembranças...
Eu me apaixonei por ela enquanto estávamos juntos, e me apaixonei ainda mais nos anos em que ficamos separados.”

Diário de uma Paixão

Nota: Autoria não confirmada

Fazer as coisas nunca é tão bom quanto imaginá-las.

Ela e seus mistérios. De mostrar ser pequena menina, mas no fundo ser grande mulher.

Tudo depende do tipo de lente que você utiliza para ver as coisas.

Tentando entender meu complicado ser...
As vezes me pergunto quem sou? Menina brincando de ser mulher ou uma mulher que anseia ainda ser menina...?
Não sei, acho que fiz o processo inverso, assumi o papel de mulher ainda menina, suportei dificuldade fui obrigada a ser responsável e séria pelas circunstâncias da vida, muito nova precisei encarar que os contos de fadas não existem e isso me tornou meio dura é verdade. Sofri chorei, mas respirei e dei a volta por cima, hoje depois de "adulta" acho que anseio buscar a menina que não fui e por isso a mulher que devo ser vive a brincar de ser menina que se escondeu em algum porão do meu inconsciente,
Busco um equilíbrio que não vem, não sei quem sou uma mescla do que devia ter sido com o que devo ser vivo buscando não sei o que, numa duvida infinita por algo que nem sei o que é.
Assim sou nem mulher nem menina apenas alguém em busca de si mesma!!!!!!

Pode ser injusto, mas o que acontece em poucos dias, às vezes até uma única vez, pode alterar o rumo da sua vida inteira.

É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou. Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou.

É da natureza da felicidade apresentar-se como inapreensível. Impossível de ter, reter, deter. Quando supomos agarrá-la, é porque já nos escapou.

Clóvis de Barros Filho
A felicidade é inútil. Porto Alegre: CDG, 2019.

Castanho-luz

Meu mundo está castanho:
Meus sonhos
Minhas músicas
Meus poemas
É a cor dos teus olhos que combinam tanto com o tom da tua pele clara e voz amiga.
Não preciso negar que afundei
Mergulhei de vez
No mar castanho-luz dos olhos teus.

Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas.

Machado de Assis
Quincas Borba (1891).

Guarda num velho baú seus instrumentos de trabalho
1 abridor de amanhecer
1 prego que farfalha
1 encolhedor de rios
1 esticador de horizontes

Manoel de Barros
BARROS, M. O livro das ignorãças. Rio de Janeiro: Editora Record, 2000.