Nao posso te Ajudar

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Posso por um minuto dizer que não te amo mais,
e me arrepender nos próximos 15 minutos e ser infeliz uma vida inteira.

Vc sabe quem sou??Não,nem eu mesmo posso dizer que sou,minhas conclusões as vezes são aquilo que não quero ser,talvez esteje aí o meu maior erro,vou procurar ser aquilo que sou, não que os infelizes querem que eu seja,desta forma estarei me ingualando ao nivel de estupidez deles.

Posso arder no inferno por estar na contra mão da humanidade.
Mas estarei feliz por não ter que viver a eternidade entre clones.

Não posso chamar o espinho de vilão,talvez ele seja apenas o guardião da flor que não pode se colhida por qualquer um.

Uma chance
O coração diz: te amo....
As circunstâncias dizem: não posso...
O amor diz: preciso de você...
E a mágoa diz: ele não merece...
O coração diz: te amo...
E a razão pergunta: porque?
O meu olhar te chama, o silêncio te afasta...
fecho os olhos e o sinto aqui...
e quando olho, você não está...
Quero tocá-lo,
mas sinto somente o vazio...
quero beijá-lo,
mas engulo em seco esse desejo...
Quero ouvir sua voz,
mas só ouço o grito do silêncio...
Quero chamá-lo, mas a solidão me cala...
Quero você com todos os defeitos...
Apesar de toda a mágoa,
o coração diz: procure-o...
O medo fala: não faça isso...
A esperança grita: acalme-se...
Mas o momento diz:
Basta, sua presença
é o meu maior desejo
e sua ausência
é a minha maior dor.
Volte logo
e me dê uma chance !!!

Não posso me dar ao luxo de cometer um erro. Porque não posso deixar ninguém morrer.

Não posso prever o futuro, mas conheço a lei eterna de que todas as coisas mudam.

Vincent van Gogh
The Letters of Vincent Van Gogh (1998).

Nota: Carta de julho de 1885 endereçada ao irmão Theo.

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Não sou perfeita o tempo todo, mas posso te
garantir que tenho tudo que é necessário
pra enlouquecer um homem.

ficção:
o oceano
em que
mergulho
de cabeça
quando
não posso
mais
respirar
na
realidade

Não me diga o que fazer, eu posso fazer exatamente ao contrário, por pura pirraça.

Se no Natal não posso estar ao lado de todos que amo, então, quando todos que amo estão ao meu lado, é Natal.

Não posso te dar tudo, mas te dou tudo que eu puder

Não espere muito de mim, posso não ser exatamente como imagina, e seria inevitável uma decepção...

Pois eu não posso fazer você me amar
Se você não quer
Você não pode fazer seu coração sentir
Algo que você não sente
Aqui no escuro
Nestas horas finais
Eu abrirei meu coração
E sentirei a energia
Mas, você não
Não, você não
Pois eu não posso fazer você me amar
Quando você não ama...

quando eu morrer
não
perca
um minuto
chorando por mim.
posso ir embora
mas vou
deixar para trás
todas as minhas
mil & uma
vidas.
– uma garota louca por livros nunca morre.

Nossa que confusão
Quero muito e não posso
Quando posso não sei se quero
Estou tão triste que chega a doer fundo

Amar dói. Estar amando quem não nos ama do mesmo jeito então... Amo-te e não posso cobrar seu amor... Sinto ciúmes e não posso reclamar... Estou preso, não posso me mover, tudo que posso fazer é ficar parado e sentir tudo... Uma prisão, uma tortura, sou escravo dos meus sentimentos... Me aconselham a não demonstrar que estou aqui para você, que não deveria me mostrar disponível, mas não vejo sentido nisso, qual o problema em querer seu bem e te ajudar sempre que possível? Isso me faz bem, mas também me faz mal... Não quero ser frio, não quero ter que me afastar para não sofrer, pois não quero te tirar da minha vida... Apenas queria não sentir isso tudo.

Meu Deus do céu, não tenho nada a dizer. O som de minha máquina é macio. Que é que eu posso escrever? Como recomeçar a anotar frases? A palavra é o meu meio de comunicação. Eu só poderia amá-la. Eu jogo com elas como se lançam dados: acaso e fatalidade. A palavra é tão forte que atravessa a barreira do som. Cada palavra é uma ideia. Cada palavra materializa o espírito. Quantas mais palavras eu conheço, mais sou capaz de pensar o meu sentimento. Devemos modelar nossas palavras até se tornarem o mais fino invólucro dos nossos pensamentos. Sempre achei que o traço de um escultor é identificável por uma extrema simplicidade de linhas. Todas as palavras que digo – é por esconderem outras palavras. E qual é mesmo a palavra secreta? Não sei é porque a ouso? Só não sei porque não ouso dizê-la?

Sinto que existe uma palavra, talvez unicamente uma, que não pode e não deve ser pronunciada. Parece-me que todo o resto não é proibido. Mas acontece que eu quero é exatamente me unir a essa palavra proibida. Ou será? Se eu encontrar essa palavra, só a direi em boca fechada, para mim mesma, senão corro o risco de virar alma perdida por toda a eternidade. Os que inventaram o Velho Testamento sabiam que existia uma fruta proibida.

As palavras é que me impedem de dizer a verdade. Simplesmente não há palavras. O que não sei dizer é mais importante do que o que eu digo. Acho que o som da música é imprescindível para o ser humano e que o uso da palavra falada e escrita são como a música, duas coisas das mais altas que nos elevam do reino dos macacos, do reino animal, e mineral e vegetal também. Sim, mas é a sorte às vezes. Sempre quis atingir através da palavra alguma coisa que fosse ao mesmo tempo sem moeda e que fosse e transmitisse tranquilidade ou simplesmente a verdade mais profunda existente no ser humano e nas coisas. Cada vez mais eu escrevo com menos palavras. Meu livro melhor acontecerá quando eu de todo não escrever. Eu tenho uma falta de assunto essencial.

Todo homem tem sina obscura de pensamento que pode ser o de um crepúsculo e pode ser uma aurora. Simplesmente as palavras do homem.

Clarice Lispector
Borelli, Olga. Clarice Lispector: esboço para um possível retrato. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981.
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Cantiga sua

Comigo me desavim,
Sou posto em todo perigo,
Não posso viver comigo
Nem posso fugir de mim.

Com dor da gente fugia
Antes que esta assim crescesse,
Agora já fugiria
De mim, se de mim pudesse.
Que meio espero ou que fim
Do vão trabalho que sigo,
Pois que trago a mim comigo
Tamanho inimigo de mim?

Sá de MIranda
Hue, S. M. (Org.) Antologia de poesia portuguesa, século XVI: Camões entre seus contemporâneos. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2007.
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Não vamos entrar em pânico. Vou conseguir dinheiro vendendo um de meus fígados. Posso viver com um só