Nao posso te Ajudar
Meu cão
Quanta alegria em uma só recepção! Posso saber o motivo desse sorriso de orelha a orelha? Nem precisa me dizer, meu amigo! Já escutei falar do tal amor puro e verdadeiro. Imagino quão triste deve ser a vida de quem não tem a chance de viver desse amor. E, por fim, o prazer foi meu em conhecê-lo!
Pensamentos me levam pra outro lugar,
Lugar em que posso sonhar,
Voar, Flutuar
Sem medo de cair no Chão,
Pois sei que tem alguém,
que me dará a mão.
Pensamentos me tirem daqui,
de onde não posso sorrir,
simplesmente podemos fingir,
Criar na imaginação,
um mundo que não passa
de uma grande ilusão.
Olha também em que estados estamos,
Roubalheira, Trapaça,
a que ponto chegamos?
Mudar? Talvez!
Mas a tendência é só cair,
Amo os pensamentos
que me tiram daqui.
doces melodias...
Lancei meu grito silencioso através dos ventos
Como posso ter amado alguém inverossímil?
Por que esta dolorida dor continua encravada em mim
Já se passou tanto tempo...
Mas, eu caminho por entre arvores procurando uma réstia de luz...
Um verde de esperança...esquecer que te conheci...
E vi muitos pássaros... Invejei lhe as asas
Poderia voar...
Mas cantei na madrugada imitando-as...
doces melodias...
Esperando com meu canto acordar o dia!
O olhar do outro é o único lugar onde posso ver o amor brilhando e transbordando na ânsia de me encontrar.
Perdido em meio a minha mente
Entre emoções e sentimentos que posso sentir
Tantas são elas
Que nem sou mais capaz de distinguir.
Não posso saber
Se é raiva ou amor
Minha única certeza
É de que a mágoa aos poucos preenche essa dor.
O que posso fazer?
Abalado eu sei que estou
Acabado num poço escuro
Já que de lado você me deixou
Nem chorar ao menos consigo
Para liberar tal aflição
Estou me sentindo perdido
Em meio a toda essa situação
Uma única coisa me alivia
Escrever com clareza
O que minha criatividade proporciona
Com toda sua beleza
As lembranças que tive
As nóias que tenho
As vezes nem eu me entendo
Te vejo o quanto posso vida
Nada te forço a ser
Ser cada um é.
Vou embora enquanto eu vírgula
Morro agora
Com sonhos, ilusões e pontos
Exclamações que venha algumas
Interrogações deixo em contos.
No meu fim que penso
Morro e renasço todo dia
Prefiro acreditar que...
A qualquer hora me venha uma escuridão
Pra ser, acontecer
Exatamente o contrário.
No meu quarto, infinitos de mim
Celebro a minha rebeldia
Tipo, algo, coisa, assim
Poeta não sou, sou além
Do além nada sei.
Sou a minha última taça de vinho
Livro fechado, empoeirado
Rascunho de mim
Tempestade, não em copo d'água
Brisa-sopro-vento-fumaça
Casa sem jardim.
"Quem sou eu? Como posso saber quem sou, se a vida se resume a ser plena possibilidade de mudança, enquanto estiver vivo eu não sou, estou sendo."
Como posso querer esquecer
Como posso aceitar perder
Como posso deixar passar
Alguém que me faz sonhar
Tem que ser amor de verdade
Não amor de mentira
Tem que ser amor que arde
Tem que ser amor que inspira
Quem nunca chorou
Quem nunca se decepcionou
Quem nunca se declarou
Nunca se apaixonou
Ela sabe o que sinto
Eu sei o que ela sente
Às vezes eu minto
E depois admito
Ela esta me matando
Como posso te esquecer ?
Como posso te perder ?
Como posso te machucar ?
Como posso te magoar ?
Como posso não te desejar ?
Como posso ?
Se Meu coração não que te ver sofrer
Que olhos são esses, morena?
Negros sem distinção.
Tão negros que, nem o meu reflexo posso enxergar.
Tão negros que, nem sei admitir se realmente existe um fim.
Nossa morena, é tanta escuridão que você carrega nesse olhar, que resolvi te chamar pra dançar.
E daí, se não tem música, ou som, ou ritmo ?
Eu quero dançar.
Nós vamos dançar.
E o que dançaremos? Dançaremos a noite sem luar, escura e profunda, como seu olhar.
Que beleza sublime é essa que me atrai?
Tão oculta, misteriosa e sombria.
Morena, não feche esses teus olhos, por favor!
Porque hoje, eu te farei bailar.
Um papel em branco, que palavras posso escrever?
Aquelas que sinto e quero dizer, e
Muitas são aquelas que consigo esconder.
Cai a noite de mão dada com chuva fria,
Aqueço meu coração quando me transmites tanta alegria.
Palavras, gestos, imagens, cores ou sons posso comunicar.
Mas poucas são as palavras que consigo dedicar.
Transpiro das mãos e a alma está inquieta.
Pouso a lapiseira… pois não sou poeta.
