Nao posso te Ajudar
Eu posso até me resumir em algumas palavras, mais não as torne-as certeza de que é aquilo mesmo que eu sou, pois mudo... mudo constantemente, sou como a lua, tenho minhas fases. Quem me conhece sabe, quem não conhece, apenas julga... E quer saber? Tô nem aí, tô feliz do jeitinho que eu sou, e quem achar ruim que se afaste!
Quem não tiver paciência pra lidar comigo, que se afaste! O que eu posso esperar de alguém que não pode me conquistar? Que não tem essa capacidade? Eu sou como um "cubo mágico" difícil de conseguir montar, se você não é capaz disso, então tenta um joguinho mais fácil. Eu agradeço, porque de gente pra me usar e me deixar do mesmo jeito, tô farta!
O que eu posso fazer, eu faço, pois não me renego a tal, porque meu coração se dispõe a vontade dele.
No espaço que não existia aparece um buraco
Mas a fenda aberta não posso fechar
Distante está a peça, engrenagem que me faz andar
No espaço que não existia aparece um suspiro
Mas o gemido ecoado não posso abafar
Distante está o beijo, toque que me faz calar
No espaço que não existia eu desapareço
Meus pensamentos soltos já não posso controlar
Distante está a musa, ser que me faz cantar
" Sou como o vento... Apenas passo,não costumo voltar, mais o seu chiero de rosa sei que posso levar "
Nao posso querer de mais, Mas posso sonhar, pelomenos Deus deu esses momentos de felicidades para todos os humanos Obg Deus
Amor eterno
“De que vale o amor
quando não posso manifestar ?
De que vale a riqueza
Sem ter alguém para amar ?
O amor é um sentimento
Que do mal pode nos livrar
Nos trazendo a esperança
e muita força para lutar .
Quando a luz no fim do túnel
está prestes a se apagar ;
ele chega com sua força
Pronto para iluminar.
Vem com pressa , vem sem medo
Ele veio para ficar .
Sentimento puro e sincero ,
maior presente que alguém pode desejar.
POEMA LAMENTO
Um mau poema
Sem tema
Alcance ou lema,
É tudo o que te posso dar.
Não sei mais.
Ela não quer nada comigo
E como castigo...
Também não quero ir mais longe
Não quero levar vida de monge
Porque monge
Sem capuz,
Já o sou nesta minha cruz.
Não pretendo nome
Ou cognome,
Estejam descansados
Para vosso bem.
Se o quisesse, alcançaria
Mesmo da noite para o dia!
Um bom poema
Para minha pena
Mas sem vontade de chorar,
É coisa que não te posso dar.
Lamento!
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 22-04-2023)
Já não posso mais! Já não posso!
E como pedir socorro?
É tudo derrubando até a sanidade.
Ninguém entende o inferno que vivo.
Não entendem o porquê de querer tirar minha vida!
Sei que estou muito doente e tenho que me virar em mil, sozinha, mas mal consigo caminhar até o banheiro!
O que dói ainda mais e a incompreensões das pessoas.
Já cansei de tentar ser forte.
Estou caindo, caindo, caindo, caindo, caindo, caindo, a tanto tempo e não vejo o fundo.
Acontece que o nosso amor nunca foi real. Não posso dizer que acabou, porque, na verdade, ele jamais existiu entre nós. A verdade é que não fomos feitos um para o outro. Confesso que não sei como me sentir em relação a isso, mas talvez algum dia eu descubra.
É estranho perder algo que nunca tive. É estranho desejar você assim. É estranho senti-lo como uma parte de mim que não foi e que nunca será minha. Como lidar com o fim de algo que nem sequer começou? Reconheço o quão estranho tudo isso é.
Com o tempo, quem sabe, eu consiga apagá-lo da minha vida. Talvez um dia eu consiga desviar minha atenção de você. Talvez eu encontre um novo caminho, diferente do seu. Pode ser que meu coração aprenda a bater em um ritmo mais calmo, caso um dia eu esbarre em você. E, talvez, só talvez, eu consiga superar tudo isso sem sentir meu peito arder de tanta dor.
Não sei se conseguirei encontrar um jeito de ser uma pessoa diferente. Não sei até que ponto posso formar em mim outro ser que não seja o mesmo que sempre existiu, desorganizado e caótico, há tanto tempo. É tão difícil tentar ser algo que nunca se foi, ou será que é covardia minha não querer mudar, com medo de perder tudo o que já vivi? Será que essa minha relutância em mudar se deve ao fato de que quero me apegar ao que já experienciei? Talvez seja exatamente isso que me rouba a paz. Tenho medo de ser outra pessoa e, com isso, perder o que ainda me mantém vivo: o amor, ou melhor, a lembrança do amor que sinto por ele.
Entre incertezas e dúvidas,
posso celebrar, ao menos por hoje,
a vitória de não ter desistido de mim mesmo.
Não sei o que o amanhã me reservará,
mas sei que cheguei até aqui —
e isso, por si só, é uma conquista.
Não posso aproveitar todas as oportunidades que me são oferecidas, porque nem todas me cabem no meu propósito de vida ou nos meus valores.
Já que não posso mais
beber do seu santo corpo,
Só me resta agora, o copo...
Vou de bar em bar, vou beber cachaça;
quem sabe assim
essa dor passa.
