Nao posso te Ajudar
Em meu Espaço Sagrado refletindo: Somente eu mesma posso dizer o que é Essencial para mim, isto não cabe ao outro, mas a mim mesmo! Então o que é essencial para cada um? Pois isto muda de pessoa para pessoa.
Somente a educação muda uma nação... a tomada de consciência, a presença presente, o amor!
não tenho coragem, sou muito covarde.. posso com uma palavra finalizar tudo, mas com o silêncio permaneço, mesmo me rasgando o peito, mesmo me tirando o sossego.. não sei por quê é tão difícil assim..
será que preciso quebrar mais até não restar mais nada? eu tenho medo, por quê sou assim? pergunta que vive em mim..
07/03/2021 00:13
“Não posso dar-lhe nada que já não tenhas dentro de ti. Vou até o limite tênue entre sua voraz percepção e sua fugaz disposição em sorver algo de mim. Posso apontar-lhe o caminho, mostrar-lhe a direção ou falar-lhe das chaves que abrem as portas do castelo, mas quem deve construí-lo, em gélida análise, é você.”
Se anseio algum em minha carreira não posso ser parcial na tomada de decisão, sabendo que parcialidade é ter tudo e nada ao mesmo tempo.
" Não me apraz desconhecer.
Insisto-me inquietação.
Posso imolar finais prescritos.
Abrir-me clareiras, nas esperas"
Não posso esperar que os outros melhorem para que eu melhore. Se meu parâmetro for sempre os pecados dos outros, eu não sairei do lugar. Provavelmente o grande inimigo do crescimento humano seja a infeliz ideia de se justificar erros com outros erros.
NÃO CHORES POR MIM! 778
Márcio Souza.
Não chores por mim, porque não posso enxugar as tuas lágrimas de amor
Usei todo o tempo que o tempo me concedeu, com toda dedicação
Lágrimas que vertidas no silêncio da tua ausência, na minha dor
No tempo que gastei enxugando as lágrimas que derramei na solidão.
Foram lágrimas que se perderam no tempo das lembranças e saudades
Foram lágrimas de tristezas pela perda de um amor sem compaixão
Lágrimas em relembrar da nossa grande alegria de felicidade
Lágrimas que derramei baixinho e nascidas da fonte do coração.
Um grande sonho de amor que foi levado pelas ondas da ingratidão
Sem ninguém para me consolar nos momentos dos meus choros e meus ais
Restava-me apenas o consolo e o aconchego da parceira solidão
De um sonho de amor que passou como uma mera ilusão e que não existe mais.
Amor surgido como o romper das flores na romântica primavera
Que foi crescendo igual as fagulhas de fogo num caloroso verão
Que chegado o outono foram levadas pelos ventos, murchas e amarelas
Morrendo-se congelado no rigoroso inverno da desilusão.
Não chores por mim! nessa vida todo mundo sofre e todo mundo chora
Tudo que fora jamais será, pois todo começo tem seu meio e fim
Mesmo que venhas sentir saudades ou se arrepender de ter ido embora
Não quero que sofras o que eu senti, procure apenas esquecer de mim.
Márcio Souza
(Direitos autorais reservados pelo autor)
Nós somos...
Somos o que?
Se não posso te amar, nós somos o que?
Se não tenho você pra mim, somos o que?
Se eu insisto em algo que não existe, o que?
Só não posso mais adiar,
Arriscar é preciso
Me jogo, agora,
No abismo de mim mesma:
Então,
Somente eu
Sem dó, nó
Recomeço sem só.
Se tempo é dinheiro, com certeza posso concluir que dinheiro é tempo, o que não consigo entender bem é onde começa um e termina o outro.
Deixo para trás um eu que não existe mais,
vou me transformar no melhor que posso ser.
Na vida a sempre novas metas
e neste caminho em silêncio me revelo!
Eu posso ver os teus olhos
Com os azuis dos olhares meus
Mas meus mares você não vê
Com os azuis dos olhos teus
Você está construindo uma história de vida linda a qual eu não posso estar nela
Talvez eu não pertença a ela.
Não posso e nem irei Salvar o Mundo!
Que Navega nesse abismo profundo.
Mas, posso Ser e fazer a Diferença!
Num coração repleto d'esperanca!
Cobertos com ventos de Bonança.
Geilda Souza de Carvalho.
08/12/2020.
quem anda na terra -não posso falar de outros planetas-, tem como certeza absoluta o agora; não o hoje! e, muito menos, o amanhã.
àqueles que estão tentando roubar o seu 'dèjá', diga-lhes: 'dèjá va'i fond'.
Não posso afirmar nada sobre mim que seja autenticamente eu-mesmo, nada que seja permanente, nada que esteja fora da crítica e da duração.
Quarentena
Não posso sair,
Na sua mão não posso pegar,
se te ver, preciso me afastar
O que fazer?
Como não sofrer, longe de você?
Se nem ao menos podemos nos ver?
Que saudade de nossos passeios ao entardecer,
Quando víamos o sol desaparecer
Ah, que tristeza
dói,
dói profundamente ficar sem te ver,
sem tocar em você
