Nao podem ser Explicadas mas Sentidas

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A beleza do amor que vivo com você não está nas palavras ditas. Está nos momentos inesquecíveis que vivemos.

Se não desse errado, não seria eu.

Estou convencido, pela fé e pela experiência, de que se manter sobre a Terra não é uma aprovação, mas um passatempo - se vivermos de maneira simples e sábia.

Não posso dar-me ao luxo da política. Numa ocasião, fiquei cinco minutos a escutar um político e morreu-me um velhinho em Calcutá.

Eu não arrisco mais.

Me desculpe, mas eu não acredito no amor. Eu até queria acreditar, mas a vida vem me obrigando a fazer o contrário. Quando eu acreditei que seria sincero, acabei me deparando com o que costumo chamar de “decepção” ou “tapa na cara”. Sabe aquela escorregada que você precisa dar pra aprender a levantar? Então, é disso que estou falando. E tem sido assim. Não acredito no amor, não acredito nas pessoas, não acredito em mim. As pessoas não gostam de você pelo o que você é, elas gostam pelo o que você pode oferecer a elas. Costumam chamar de “desilusão” quando descobrem que o que queriam, você não pode dar e te descartam como objetos. Então, pergunto a mim mesma: o que move o mundo, o desejo de parecer ou o desejo de ter? Indago-me algumas vezes, percebo que sou incapaz de compreender. Ao menos sei que o que move o meu mundo é o desejo de ser, ser alguém que ama e acredita, confiante, que é amado. Mas, por enquanto, continua sendo apenas um desejo.

Você quer um coração? Você não sabe o quão sortudo és por não ter um. Corações nunca serão práticos enquanto não forem feitos para não se partirem […]

LAMENTO DOS IMPERFEITOS

Não sou perfeito
Estou ainda sendo feito
E por ter muito defeito
Vivo em constante construção
Sou raro efeito
Não sou causa e a respeito
Da raiz que me fez fruto
Desfruto a divina condição

Em noites de céu apagado
Desenho as estrelas no chão
Em noites de céu estrelado
Eu pego as estrelas com a mão
E quando agonia cruza a estrada
Eu peço pra Deus me dar sua mão

Sou seresteiro
Sou poeta, eu sou romeiro
Com palavra, amor primeiro
Vou rabiscando o coração
Vou pela rua
Minha alma às vezes nua
De joelhos pede ao tempo
A ponta do seu cobertor

Em noites de céu apagado
Desenho as estrelas no chão
Em noites de céu estrelado
Eu pego as estrelas com a mão
E quando agonia cruza a estrada
Eu peço pra Deus me dar sua mão

Vou pelo mundo
Cruzo estradas, num segundo
Mundo imenso, vasto e fundo
Todo alojado em meu olhar
Sou retirante
Sou ao rio semelhante
Se me barram, aprofundo
Depois vou buscar outro lugar

O tempo está passando muito mais rápido do que eu
E eu estou começando a me arrepender de não gastar
tudo isso com você

Não vista a roupa que lhe dão, vista a roupa que lhe cabe, isso se chama... Autenticidade!

Não existe diálogo com quem é dogmático

Dizem que o amor machuca,
mas eu sei que vai dar trabalho,
não é perfeito, mas vale a pena.

Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.

Manoel de Barros
BARROS, M. Poesia Completa. São Paulo: Leya, 2011.

Quando escrevo, repito o que já vivi antes.
E para estas duas vidas, um léxico só não é suficiente.
Em outras palavras, gostaria de ser um crocodilo
vivendo no rio São Francisco. Gostaria de ser
um crocodilo porque amo os grandes rios,
pois são profundos como a alma de um homem.
Na superfície são muito vivazes e claros,
mas nas profundezas são tranquilos e escuros
como o sofrimento dos homens.

Não é glorioso viver a vida com muita coragem
e
morrer vivendo uma fama eterna !

Lanternas japonesas são um símbolo de deixar o passado para trás. Bem, novidade: Não somos japoneses.

O que conta para fazer um casamento feliz não é tanto quanto você é compatível, mas como você lida com a incompatibilidade.

Não imaginas quantas foram as vezes que te devorei em pensamentos.

Se falo em mim e não em ti
É que nesse momento

Já me despedi
Meu coração ateu
Não chora e não lembra
Parte e vai-se embora

Maria Bethânia

Nota: Trecho da música Coração ateu.

Nós não temos no Brasil mais corrupção do que tivemos; temos mais denúncia e recusa.