Nao podem ser Explicadas mas Sentidas

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A vida nos cobra muito. Ser forte, ser um lutador incansável, mas para ser um vencedor e preciso ser valente, sorrir quando o coração chora, vencer as dores físicas e ocultar as espirituais, reunir forças para continuar quando desejar parar, ser humilde mas jamais se entregar, ser um lutador e não lutar pelo mérito da vitória ou por conquistar um patamar mais alto e quando conseguir pisar nos que ficaram.

Eu agradeço a Deus por sua infinita bondade, por plantar sorrisos em meus lábios, por ser o símbolo e o significado de tudo o que me torna cada dia melhor...

valoriza para de ser idiota e espera me perder pra me valoriza

⁠Qual o meu objetivo na vida? Ser rio ou ser paisagem? Eu prefiro ser rio. Viajar é melhor que chegar. O processo é melhor que o resultado.

Querer ser perfeito para os outros é uma sentença condenatória à rejeição, seja perfeito para o bem e para sua consciência.

No início era só interesse. Depois passou a ser paixão que se transformou em amor. Hoje é uma mistura de paixão e amor com vício e necessidade!

Quer mesmo ser um grande líder? Então esqueça você e dedique-se ao time!

Uma mulher sem domínio próprio jamais conseguirá ser Dominada,é necessário a primeira condição para que a segunda aconteça, caso contrário a Dominação não acontece.

...tive vontade de perguntar, como uma mesma coisa podia ser tão medonha e tão gloriosa, e ter palavras e histórias tão amaldiçoadas e tão brilhantes. Nenhuma dessas coisas, porém, saiu de minha boca.Tudo que pude fazer foi virar-me para Liesel Meminger e lhe dizer a única verdade que realmente sei. Eu a disse à menina que roubava livros e a digo a você agora.

• Uma última nota de sua narradora •

Os seres humanos me assombram.

A velhice pode ser o nosso tempo de ventura. O animal está morto, ou quase morto. Restam o homem e a alma.

A Verdadeira Riqueza
Um dia um homem que acreditava na vida após a morte, e que valorizava o ser mais que o ter, hospedou-se na casa de um materialista convicto, em bela mansão de uma cidade européia.
Depois da ceia, o anfitrião convidou o hóspede para visitar sua galeria de artes e começou a enaltecer os bens materiais que possuía, de maneira soberba.
Falou que o homem vale pelo que possui, pelo patrimônio que consegue acumular durante sua vida na Terra.
Exibiu escrituras de propriedades as mais variadas, jóias, títulos, valores diversos.
Depois de ouvir e observar tudo calmamente, o hóspede falou da sua convicção de que os bens da Terra não nos pertencem de fato, e que mais cedo ou mais tarde teremos que deixá-los.
Argumentou que os verdadeiros valores são as conquistas intelectuais e morais e não as posses terrenas, sempre passageiras.
No entanto, o materialista falou com arrogância que era o verdadeiro dono de tudo aquilo e que não havia ninguém no mundo capaz de provar que todos aqueles bens não lhe pertenciam.
Diante de tanta teimosia, o hóspede propôs-lhe um acordo:
- Já que é assim, voltaremos a falar do assunto daqui a cinqüenta anos, está bem?
- Ora, disse o dono da casa, daqui a cinqüenta anos nós já estaremos mortos, pois ambos já temos mais de sessenta e cinco anos de idade!
O hóspede respondeu prontamente:
- É por isso mesmo que poderemos discutir o assunto com mais segurança, pois só então você entenderá que tudo isso passou pelas suas mãos mas, na verdade, nada disso lhe pertence de fato.
Chegará um dia em que você terá que deixar todas as posses materiais e partir, levando consigo somente suas verdadeiras conquistas, que são as virtudes do espírito imortal.
E só então você poderá avaliar se é verdadeiramente rico ou não.
O homem materialista ficou contemplando as obras de arte ostentadas nas paredes de sua galeria, e uma sombra de dúvida pairou sobre seu olhar, antes tão seguro.
E uma voz silenciosa, íntima, lhe perguntava:
- Que diferença fará, daqui a cem anos, se você morou em uma mansão ou num casebre?
- Se comprou roupas em lojas sofisticadas ou num bazar beneficente?
- Se bebeu em taças de cristal ou numa concha de barro?
- Se comeu em pratos finos ou numa simples marmita?
- Se pisou em tapetes caros ou sobre o chão batido?
- Se teve grande reserva financeira ou viveu com um salário mínimo?
- Que diferença isso fará daqui a cem anos?
Absolutamente nenhuma !
No entanto, o que você fizer do seu tempo na Terra, fará muita diferença em sua vida, não só daqui a cem anos, mas por toda a eternidade.

A mais brilhante atitude de um homem pode ser o simples fato de pensar.

Ser feliz é... se dar bem com a vida.

A bandeira do Libertarianismo é muito pesada para ser carregada por pessoas fracas.

Sonhos...Planos... pra quê? Ninguem sabe o que vai ser do nosso futuro!
Um brinde ao desapego

Adoro conquistar muito mais do que ser conquistada. Falo quando acho que tenho que falar, mas prezo o silêncio.

Que bom. Achei que eu ia ser esperta pra sempre, mas para a minha grande alegria estou me sentindo uma idiota.

Quão insignificante é o ser humano, acostumado a julgar-se o centro das atenções! E quão ingênuo podemos ser em nossa arrogância de SER! Afastamo-nos daqueles que nos criticam e cobram regras, mas amamos e nos aconchegamos naqueles que nos aprovam em tudo, sem perguntas, sem recriminações. Então, duplamente ingênuos o somos! Não percebemos que os críticos são aqueles que, verdadeiramente, se importam conosco; já os bajuladores são répteis que nos usam, enquanto nós servirmos aos escusos propósitos que eles alimentam...

Triste,é ver um ser aparentemente tão forte,cair em um buraco chamado depressão.

⁠Ninguém morre de fome ou de frio, morre de abandono.

Se houver outro ser humano que possa ajudar e ajuda, essa pessoa não morrerá nem de frio, nem de fome.

Mas se há outras pessoas que podem ajudar e não ajudam, essa pessoa morrerá de frio e de fome, mas causado pelo abandono, nem pelo frio e nem pela fome. Por isso, se nós abandonamos, aí termina a possibilidade daquela vida seguir.

Mas, se nós não abandonamos, ela segue, e, portanto, a vida gera vida, não do modo como está hoje, em que parte do esquecimento da vida gera morte.

Mario Sergio Cortella

Nota: Pensamento dito durante o programa Jornal da Cultura, da TV Cultura, em 19 de maio de 2022.