Nao podem ser Explicadas mas Sentidas
Oh! Oceano Atlântico!
Eu sempre sonhei em ser como Vós Mercê
naquelas tardes em que a vida
sopeava na ternura do meu tempo
que brotava na beira-mar
do seu horizonte.
Em cada ser humano
há momentos
de visceral sonorização da alma
repleta de sentimento
que a língua de nenhum vocábulo
jamais vai poder pronunciar.
Sem nada saber
cheguei ao mundo em versos e alma
descascando palavras do meu ser
como se a vida fosse
fatias e gomos de poesia
mas sei que vou partir
desfolhando-me sementes de saudade
sem saber por certo
se eu me escrevo ...
me leio ...
ou se sou analfabeta.
Deve ser porque
talvez …
a vida seja
simplesmente
essa trajetória audaciosa
que me faz almejar ir além...
Muito além!
Nesse tempo de pandemia, o bom senso deveria ser gênero de primeira necessidade, especialmente no Brasil, onde é óbvia a total escassez.
Um mínimo já bastaria!
É necessária uma Emoção
ou uma Dor
que crave as unhas
nas entranhas do meu ser
para me fazer chorar...
Minhas lágrimas são preciosas,
são Diamantes Líquidos.
Em tempos de fake news procurar ser bem informado e/ou ter um mínimo de conhecimento histórico pode ser considerado um crime.
Sem dúvida, viver sozinha pode ser muito mais saudável e libertador do que estar em um relacionamento ruim. Um relacionamento que traz mais dor, estresse ou insegurança do que felicidade pode afetar seriamente a saúde mental, emocional e até física. Estar sozinha, por outro lado, oferece a oportunidade de focar em si mesma, em seu crescimento pessoal, seus interesses e seu bem-estar.
Quando estamos sozinhos, temos a chance de nos reconectar com nossas próprias necessidades e desejos, sem comprometer nossa paz em prol de uma relação que não nos valoriza. Um relacionamento ruim pode drenar nossa energia, minar nossa autoestima e nos impedir de viver plenamente.
Viver sozinha também pode ser uma escolha consciente de autocuidado e de respeito pelos próprios limites. Em vez de se contentar com uma relação que não traz felicidade, é melhor esperar por algo que realmente acrescente à sua vida. Afinal, estar em paz consigo mesma é o primeiro passo para construir relações saudáveis no futuro, se for seu desejo.
A solidão, quando vista de uma perspectiva de autossuficiência e bem-estar, pode ser uma fonte de força e autoconhecimento.
O pânico na infância pode ser uma experiência profundamente angustiante tanto para a criança quanto para sua família. Crianças podem sofrer ataques de pânico, caracterizados por uma sensação repentina e intensa de medo ou desconforto, acompanhada de sintomas físicos como falta de ar, palpitações, tontura e suor excessivo. Esses episódios podem ocorrer sem um motivo aparente, mas são geralmente desencadeados por situações que a criança percebe como ameaçadoras.
Embora os ataques de pânico sejam mais comuns em adultos, eles também podem afetar crianças, especialmente aquelas que enfrentam altos níveis de estresse, ansiedade ou mudanças significativas em suas vidas, como a separação dos pais, bullying ou dificuldades escolares. Muitas vezes, a criança pode ter dificuldade em expressar o que está sentindo, o que torna essencial a atenção dos cuidadores para detectar sinais.
É importante buscar ajuda profissional caso uma criança esteja passando por crises de pânico, pois o tratamento adequado, incluindo terapia e, em alguns casos, medicação, pode ajudar a controlar os sintomas e prevenir complicações no desenvolvimento emocional e psicológico.
Se houver a suspeita de pânico na infância, oferecer um ambiente seguro, apoio emocional e compreensão são passos essenciais para ajudar a criança a se sentir protegida e acolhida.
Entendo que viver com transtorno bipolar pode ser um desafio diário. A montanha-russa de emoções e a oscilação entre momentos de euforia e fases de depressão podem tornar a experiência de vida intensa e, muitas vezes, confusa. No entanto, é importante lembrar que, com o tratamento certo, como acompanhamento psicológico, psiquiátrico e o apoio de familiares e amigos, é possível levar uma vida equilibrada.
O transtorno bipolar é caracterizado por episódios de mania ou hipomania, onde há uma elevação de humor, energia e atividade, seguidos por episódios de depressão, com sentimentos de tristeza profunda, desânimo e falta de energia. Esses altos e baixos podem interferir nas relações, no trabalho e no autocuidado. No entanto, o reconhecimento da condição é um passo importante para o autocuidado, permitindo que você busque os recursos necessários para gerenciar os sintomas.
Uma vida com bipolaridade também pode trazer momentos de autoconhecimento. Cada desafio pode se transformar em uma oportunidade de entender mais sobre suas emoções, limites e necessidades. Com o tempo, muitas pessoas aprendem a identificar os gatilhos, a regular suas emoções e a viver com mais harmonia.
Lidar com ansiedade, pânico e paranoia pode ser uma experiência assustadora e debilitante. Esses sentimentos podem se manifestar de maneiras diferentes, mas muitas vezes estão interligados, criando um ciclo difícil de quebrar sem o apoio adequado.
**Ansiedade** é uma sensação de preocupação ou medo constante que pode estar presente mesmo sem uma ameaça iminente. Ela pode se manifestar através de pensamentos acelerados, tensão física, e uma sensação de inquietação. Muitas vezes, o medo do que pode acontecer no futuro é tão intenso que se torna difícil se concentrar no presente.
**Pânico** é um estado extremo de ansiedade que pode ocorrer de forma súbita e intensa, resultando em ataques de pânico. Esses ataques podem causar sintomas físicos, como batimentos cardíacos acelerados, falta de ar, tontura e um medo avassalador de perder o controle ou até mesmo morrer. A sensação de perigo iminente é real para quem experimenta, mesmo que não haja uma ameaça visível.
**Paranoia**, por outro lado, está ligada a uma sensação persistente de que algo ruim está para acontecer ou de que alguém está contra você. Esse medo exagerado ou irracional pode surgir de situações cotidianas e distorcer a forma como a realidade é percebida. A paranoia pode dificultar o relacionamento com outras pessoas, criando uma desconfiança generalizada.
Essas três condições, quando combinadas, podem formar um ciclo em que o medo alimenta a ansiedade, que leva ao pânico, e acaba fortalecendo pensamentos paranoicos. É importante buscar ajuda de profissionais da saúde mental para aprender a identificar e interromper esse ciclo. Existem tratamentos eficazes, como a terapia cognitivo-comportamental, que ajudam a entender e reestruturar esses padrões de pensamento, além de medicação em casos mais severos.
Você não precisa enfrentar esses desafios sozinho. Conversar com um terapeuta ou psiquiatra pode ser um grande passo para encontrar equilíbrio e controle sobre essas emoções.
Eu já Ser Alguém
verso:
estudar na Escola e Ser Alguém na vida
controverso:
estudar a vida e Ser Alguém na Escola
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