Nao Obrigo que Ninguem Goste de Mim
Você saiu de seu país por mim. E agora você está aqui e nunca mais vou deixar você voltar. Porque tenho muito amor para lhe dar. E vamos ficar assim, juntinhos até o fim!
A lua está cheia velas acessas
Eu e você um drink sobre a mesa
Você Brinda olha para mim e sorrir
Em suas mãos macias acompanha um lindo anel de rubi
Meio tímida você abaixa a cabeça
Está apaixonada mas não quer que eu perceba
O dia amanhece você mim convida para um mergulho
Está tudo calmo sem muito barulho
Saio da água sento na areia e fico pensando
Isso é mesmo real ou será que estou sonhando
Da janela do quarto vejo o céu azul com nuvens que parecem algodão
igual a nos dois uma perfeita combinação
Deitado na cama em sua companhia
Vejo a lua e as estrelas em perfeita harmonia
Você pega um incenso e acende como de costume
Mas que em seguida e ofuscado pelo cheiro do seu perfume
Este mundo desgraçado esforçando-se para tirar de mim tudo que o amor construiu: quando você me desclassifica por critérios egoístas. Mas, não me empolgo em sua companhia
Se a consciência que tenho de mim mesmo — a identidade do meu “eu”– fosse um efeito da continuidade corporal, ela seria inconstante e mutável como os sucessivos estados do meu corpo, e não haveria por trás destes uma consciência constante capaz de registrar, comparar e unificar num conceito geral estável as mudanças que o meu corpo sofre. Se fosse um produto da impregnação linguística, um simulacro de identidade introjetado pelo uso repetido do nome e do pronome, como faria eu para saber que o nome pelo qual me chamam e o pronome pelo qual me designo se referem a mim? Se, por fim, fosse um resultado da abstração que por trás dos estados apreende a unidade da substância, QUEM, pergunto eu, operaria o mecanismo abstrativo? Conclusão: a identidade do meu eu é independente e transcendente em face do meu corpo, da linguagem e das operações da minha inteligência abstrativa. É uma condição prévia sem a qual não pode haver identidade corporal, nem linguagem, nem pensamento. A identidade do “eu” é a própria unidade do real que se manifesta na existência de uma substância em particular que sou eu. Nenhuma explicação causal tem o poder de reduzi-la a qualquer fator, pois é ela que unifica todos os fatores. A existência do “eu” é o inexplicável por trás de tudo o que é explicável.
Fala a Loucura: “Por tudo isso, observai, senhores, que, quanto mais o homem se afasta de mim, tanto menos goza dos bens da vida, avançando de tal maneira nesse sentido que logo chega à fastidiosa e incômoda velhice, tão insuportável para si como para os outros”. (Elogio da Loucura)
Sobre as memórias que atravessam na minha frente com vida própria, eu só observo e tenho em mim uma covarde vontade de interagir, mas não me permito sair da cômoda proteção que criei contra elas.
É mais fácil para mim suportar a saudade em silêncio do que perder o pouco de amor dentro de mim que sobrou do furacão de você.
No fim de tudo isso, o dejavu é sempre uma parte de mim que não morreu e luta para ser livre outra vez, mas não me permito mais correr os mesmos riscos.
Eu prefiro me proteger da chuva de você do que me afogar em novas frustrações minhas e não posso lhe obrigar a aceitar minhas convicções, mas posso te poupar do meu lado ferido e vazio de bons sentimentos, deixando você passar, sem nem perceber que estou a te observar, com saudade de quando a gente era feliz.
Fala a Loucura: “Quanto a mim, é o homem em pessoa que eu reconduzo à idade mais bela e mais feliz. Se os mortais se abstivessem totalmente da sabedoria e só quisessem viver submetidos às minhas leis, é certo que não conheceriam a velhice e gozariam, felizes, de uma perpétua juventude”. (Elogio da Loucura)
[...]
... olhando pra dentro de mim, pegando minha verdade, desfazendo o tempo que me marcou, atentando à única riqueza não contaminada - meu amor - que perdoa minhas vaidades ...
[...]
Jane Costa de Souza autor 2012
Fazer terrorismo com sua amiga contra mim so me faz ver, que causa pra sua própria vida desvantagens! Pela sua incapacidade de demostrar um pouco de amor próprio pode rir a vontade que o tempo um dia chega!
Shirlei Miriam de Souza
Um examinador do Detran disse a mim:"Respira fundo!" Anos depois entendi o por quê! A ansiedade prende os pulmões (08.12.17).
A tantas recaídas que se deixar o tempo passa e vida prossegue sem mim. Preciso esquecer deste sentimento bobo e continuar mesmo sem este amor.
Shirlei Miriam de Souza
Queria eu poder beijar - te,
mas o tempo te levou de mim.
Ainda espero por sua presença
mesmo que saiba que jamais virá.
Shirlei Miriam de Souza
Sei que se lembra de mim seja numa canção e quem sabe nesta noite de luar com este céu lindo estrelado se ainda sinta minha falta sonhando, me querendo e desejando estar ao meu lado. Ainda penso em você em meus pensamentos e viajo neles em todos os cantos mundo te procuro com certeza de que um dia possa encontrar você. E poder enfim deitar - se aos seus braços.
Shirlei Miriam de Souza
Recomeçar de novo a sonhar,
quem sabe um dia Deus se
lembre de mim.
E veja o quanto estou sozinha
e me traga um Anjo bom.
,pra caminhar ao meu lado e me fazer sorrir!
Guardarei em mim todos os sonhos do mundo
em poucas palavras que possa eu aprender.
Que no futuro eu possa expandir todo meu conhecimento.
Shirlei Miriam de Souza
