Nao Obrigo que Ninguem Goste de Mim
Coração incompreendido
O meu ser ninguém entende, meu olhar não compreendem,
Minha voz é um zumbido, vêem a dor no meu sorriso.
Quem me pode entender, minha dor ver o meu ser,
Sinto tanto pouco posso, quero a morte e não a sorte.
Meu falar é zombaria, minha peste contagia,
Muitos olham, de mim fogem, esperando a agonia.
Quão vazia estou agora, me socorram, por favor,
Não sou nada sem carinho, não sou nada sem amor.
Quero tanto ser feliz, ver a vida colorida,
Pintar os sete, ver o outono, sentir a brisa do inverno.
Ninguém pode me entender, falo grito, me esforço,
Mas quem pode me escutar, quem me pode acalentar?
Sou apenas um humano, desfaleço de atenção,
Sufocada, sem carinho, sem amor no coração.
Caso fosse um ser pacato, poucos me vêem de fato,
Pouco faz do meu querer, muito riem desta dor,
Porque sofro o mal do amor.
Este eu que é meu em prantos, só reflete a esperança,
De encontrar nalguma esquina, o olhar de uma criança.
Assim espero ser amada, com transparente coração,
O amor é limpo é puro, o amor é solução.
"Não conseguimos despertar alegria em ninguém se a nossa própria alma ainda não encontrou um lugar onde possa sorrir de verdade."
Não divido isso com ninguém, porque percebo, no fundo do meu caminho, que certas verdades só brilham quando caminham sozinhas comigo.
DESABAFO
“Ninguém nem nada neste planeta é culpado pelo que não dá certo na minha vida; eu sou meu próprio obstáculo, meu próprio mal.”
Essa frase nasceu do cansaço de quem tenta se erguer há anos e, mesmo assim, sente que tudo desmorona antes de ganhar forma. Por muito tempo, tive a sensação de que o mundo ao meu redor conspirava contra mim. Às vezes parecia algo espiritual, outras vezes soava como uma luta invisível, quase demoníaca, travada em silêncio. O fato é que a ajuda nunca chegou. Nenhuma mão estendida, nenhum anjo, nenhuma presença que dissesse “eu estou aqui”.
Fui ficando à deriva, empurrado para os cantos da vida, aprendendo a aceitar migalhas como se fossem destino. Há anos não sei o que é olhar para minha conta e ver ali o fruto digno do meu suor. O esforço existe, mas o retorno não vem. Com o tempo, isso anestesia. As coisas boas deixam de fazer sentido. O ânimo se apaga. O sorriso vira ensaio.
Hoje sou um ator eficiente: desempenho alegria, força e normalidade sem palco, sem aplausos e sem reconhecimento. Sustento um personagem para sobreviver em meio a amizades raras e rasas e a uma sociedade que se diz justa, mas apodrece na hipocrisia. Não sou vencido — estou exausto. Não sou mau — estou sobrecarregado. E talvez o maior erro tenha sido transformar essa dor em culpa contra mim mesmo.
E ainda nesta noite, sexta-feira, dia 2 de janeiro de 2026, às 23h57, questionar quem rege a minha vida não é sinal de fraqueza. Vejo isso como sinal de consciência. Acredito que, quando alguém começa a se perguntar sobre destino, controle e sentido, essa pessoa já não está dormindo dentro da própria história.
E o problema não é eu ser “o meu próprio mal”.
O meu problema foi ter caminhado longe demais sem testemunhas, sem apoio real, sem pausas para recalibrar o rumo.
Não enxergo o destino como um maestro invisível regendo tudo em silêncio. Para mim, ele se parece mais com um barco mal equipado em mar agitado e tempestuoso. Não é culpa do barco existir — o que falta é leme, mapa e porto.
E, ainda assim, eu sigo flutuando.
Para mim, isso não é pouco. Isso é resistência silenciosa diante de todo o caos da minha vida.
A pausa no tempo não espera por ninguém; ela apenas mostra quem realmente observa. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
No mundo, todos querem trair mas ninguém quer ser traído. Poxa, a regra sempre foi: não faça o que não querem que façam contigo ? Façam, pois, somente o que querem que façam contigo. Enorme contribuição seria para a evolução da humanidade, por consequência, se vós parassem de trair ou, pior, se os traídos deixassem de revidar as traições com outras traições como se uma justificasse a outra ! !
Fragmentos 22/04/2012
O meu objetivo não é ser igual ou idêntico a ninguém. Minha face e meu jeito de ser já dizem isso. nunca procurei demais ser o que de menos me provém, mas seguirei em frente e adiante com minhas metas únicas, eu irei. Seguirei, minhas vontades eu realizarei.
Fragmentos 24/04/2012
Você não faz as coisas que mais quer por medo e por ninguém lhe dar a força que procura. Então, esqueça o resto do mundo, agora. Nem que eu seja o único, eu irei ajudar a você fazer tudo o que desejar lhe dando o que sempre faltou pra você.
Eu não acredito em destino, não acredito que nada está predestinado a ninguém, e não acredito em sorte, eu acredito que Deus fez todos iguais, alguns com algumas dificuldades, e outros com alguns privilégios pra chegarem onde querem, mais acredito também que quando se à força de vontade e dedicação, qualquer um pode chegar, e conseguir, onde e o que almejar.
A partir dela, não seria mais ela e nem ninguém... Deixaria uma parte, um nada, um vazio incurável... Um buraco, um abismo, precipício... Sem fundo, interminável, sem fim... Definitivo, sem volta... O fim...
Quem sou eu?
Em um poço de incerteza
Não vejo clareza
Em revelar quem eu sou
Ninguém me conhece
Nem eu mesmo me atrevo
Pois da porcentagem que sei
Parece suficiente para esse mundo
Descobrir quem sou é difícil
Quando acho que estou bem
Tudo muda derrepente
A uma luta
Entre a razão e a emoção
As vezes a morte é a melhor opção
Ninguém me entendeu. Não quiseram me ouvir, me decifrar. Eu só queria viver. Viver um momento. Um encontro do EU. Dos EUs que há em mim. Precisava de um momento para navegar em mim, para me reconectar as nuances por mim vividas outrora, a minha essência. No fundo, emudeceu. Petrificou. Solidificou. Tento resgatar. Trazer a tona. Lapidar a rocha que se formou. Esculpir aquilo que quero, que desejo. Para isso, preciso olhar pro horizonte, pro céu, pro espelho. Olhar para algo que não tem fim. Acho que no espelho encontrarei os caminhos, lá verei um reflexo de um dos EUs que há em mim. Vi tantas coisas... vi o sepulcro. Quantas coisas eu sepultei contra minha própria vontade... quantos EUs abandonados eu pude vê. Alguns choravam a minha procura. Alguns choravam aos prantos por motivos que não caberiam aqui em uma linha. Deparei-me diante de um cemitério, do meu sepulcro. Tenho que exumar os meus EUs. Aqueles que eu matei por outrem. Aqueles que eu suicidei por motivos bobos. Olho no espelho novamente... agora vejo os EUs que, antes choravam, estão a sorrir para mim com aquele semblante de esperança, de saber que puderam me encontrar novamente, que eles terão uma segunda chance para serem quem sempre quiseram ser. Paro. Penso. Olho para um EU que está em um canto refletindo. Encontro-o. Vou ao seu encontro. Convido-o para sair dessa bolha. A bolha que o aprisionou. As cadeias mentais que o deixaram estagnado, parado, sem vida, sem cor. Sorri. Sorrimos. Nos demos as mãos. Nos abraçamos. Choramos. Fizemos as pazes. Nos reconciliamos. Foi tão lindo... a lágrima rolou. Desceu em cascata ao encontro do rio. Borrifou em mim o desejo de viver esse EU. A quimera. De ser esse EU. O EU que fui um dia. Encontrei-me. EU.
"A decisão de semear ou não é somente tua, de mais ninguém. Todavia, colher ou deixar de colher, dependerá de sua escolha, do uso consciente de seu livre-arbítrio. Assim é a vida, assim é a nossa existência. Portanto, lembre-se: seu futuro será o resultado daquilo que você semeou ontem e cultiva hoje. A colheita amanhã será apenas mera consequência de tudo aquilo que você fez ou deixou de fazer."
"Nada acontece por acaso, absolutamente nada. A vida não ocorre por acaso. Ninguém conhece alguém por acaso. Não existe sorte, coincidência ou mero acaso. Há um significado para tudo, um propósito em cada ato, em cada fato, em cada fenômeno. Talvez, em um primeiro momento, não possa ser visto, percebido ou compreendido com clareza imediatamente, mas sê-lo-á antes que se passe muito tempo na vida de quem vivenciou a experiência ou a mesma lhe tenha sido revelada."
