Nao Mereco tanto Amor
Deixar aquela pessa ir não é uma desistência, prova que vc a tem um amor verdadeiro por essa pessoa, de que vc é maduro o suficiente.
O problema é que cansa ser maduro o suficiente!
O amor sincero não poderia ter asas, ainda mais asas curtas, para não poder pular de galho em galho.
Eu só choro por maldade, não por fraqueza.
Carrego amor no peito, mesmo após tantas feridas.
Sei que muitos julgam sem saber o que enfrento,
Sofri traumas causados por gente ruim,
Mas meu coração continua bom,
E mesmo machucado, ainda escolhe amar.
Era uma vez um quase-amor...
Desses que não se nomeiam com facilidade, mas se sentem na pele, no peito e até nas pausas da respiração. Um sentimento que nasceu rápido demais, intenso demais — talvez demais para caber nos moldes do que se espera de um amor tranquilo.
Ele chegou como quem não queria nada, mas logo tomou tudo. Fez morada nas conversas, nos olhares trocados, nas entrelinhas não ditas. E ela, mesmo desconfiada, se entregou como quem reconhece uma alma antiga. Havia ali uma conexão que não precisava de explicação. Só existia.
Mas era um laço torto. Um passo à frente, dois atrás. Um carinho de manhã, um silêncio à noite. A ausência dele não era total, mas era constante o suficiente pra doer. Ele aparecia, mas não permanecia. Dizia muito, mas demonstrava pouco. E ela, ainda assim, insistia. Não por falta de amor-próprio, mas porque acreditava — talvez mais do que devia.
Ver o afeto dele derramado em outros cantos era como se olhar no espelho e não se reconhecer. Era se dar conta de que o espaço que ocupava era pequeno demais para o tamanho do que sentia. Ela saiu das redes dele, mas nunca conseguiu sair, de verdade, da memória. Porque amor que marca, marca até no silêncio.
E ele? Ele sentia. Sentia a falta, o peso da ausência dela, o vazio onde antes havia vida. Só não sabia — ou não conseguia — dizer. Talvez porque nunca aprendeu que o amor precisa ser assumido, não disfarçado. Que sentimento escondido vira ferida em quem espera.
No fim, ficaram os dois: ela com o peito cheio de palavras engolidas, ele com a alma carregada de tudo que não soube viver. Não houve briga, nem ponto final. Só um "quase" que doeu mais do que qualquer fim.
Porque há amores que não terminam, apenas se perdem.
E há pessoas que, mesmo indo embora, continuam morando em nós.
Feito eco.
Feito lição.
Feito eternidade disfarçada de acaso.
não merece amor quem vive em si
sem esfolar a ponta das vértebras
não merece amor quem
os nervos não esfrega em mel em cinzas
e no zinabre de fagulhas e salivas
arrastando a língua nas flechas
contra postes paredes e pedras
não merece amor quem vive em si
esquálido como um cristo que não pesca
como um cachorro que tem dor de barriga
e flores e gramíneas não mastiga
nem faz compressa
não merece amor quem vive em si
sem esfolar a ponta das vértebras
Fantasma do amor
Fácil é fazer corações se perderem
Difícil é encontrar motivos para não sofrerem
Sou abrigo, a paz a fluir
Onde sonhos se encontram e podem ressurgir
conforto onde muitos se aquecem
o calor que abraça
fogo que nunca se apaga
Figurante a brilhar
Modéstia disfarçada, sabendo meu valor no ar
Você é o sol, o centro a reluzir
Desejo que brilhe que venha a surgir
Posso ser um caminho, luz em sua jornada
abrindo espaço para a vida sonhada
Mas nem sempre o amor é um mar profundo
no primeiro erro me afasto desse mundo
Como um sussurro no vento
serei sempre parte do seu mais intenso momento
Apenas um fantasma que passa a vagar
ecoando na sua mente, deixo imaginar
Perdeu-me e nunca vai me encontrar
Fazia sentir-se único na multidão
Vi sua essência e perfeição
Agora restou um eco, um vazio profundo
tentando preencher com coisas do mundo
Mas saiba que nada preencherá essa dor
Você busca o que é vazio, e não o amor
E eu sigo aqui, sombra de quem fui
o amor que deixou escapar
Um lembrete do amor que nunca mais construiu
De que serve amar os livros, se o amor não te move à leitura? De que serve ler, se da leitura não extraíres o sumo da ideia? E de que serve abstrair, se não fores capaz de decantar a essência silenciosa que a mensagem, velada, te oferece?
"Soneto breve à força"
Não te rendas à dor, amor meu,
nem ao peso sombrio das horas vazias.
Dentro de ti, arde um coração de fogo,
e nenhum inverno será capaz de extingui-lo.
Mesmo que a noite se feche sobre teus olhos,
e as pedras sangrem os teus pés cansados,
sê rio, sê raiz, sê espada, sê flor:
não te rendas, amor, não te rendas.
Que o amor não se manifeste apenas por palavras, mas se revele por atitudes e provenha verdadeiramente do coração. Pois, se for apenas verbal, esvair-se-á ao vento; contudo, se for sustentado por ações, criará resistência, e, sendo genuíno do coração, gerará confiança.
No Amor vale tudo, ou não eu Amo você, sofrendo chorando rindo reclamando de tudo mais eu ainda amo você.
O verdadeiro amor é aquele que não precisa ser visto, mas experimentado. Nele, a vida se sustenta, e é através dele que encontramos o verdadeiro sentido de existir.
O amor que queima e tece
as saudades repartidas
é amor que não se esquece
nem por duas ou três vidas.
Não preciso de muito, só quero 2 coisas:
O seu amor e carinho.
Só isso é suficiente, que eu movo céus e terra por você, minha linda 😍🥰❤️
Sou eternamente apaixonado
por tudo isso,
não vivo sem amor,
sem amar.
Sem amor eu morro,
sem amar não vivo.
Claro que não somos eternos, tudo um dia se finda, mas quando depositamos nosso amor no coração de alguém, desejamos que dure pra sempre, isso é uma metáfora, um sentimento tão grande que nosso desejo é que nunca acabe, vemos isso com o olhar da alma e não com o olhar natural das coisas.
Não há tempo singelo
mesmo que o tempo não favoreça,
o amor que por ti sinto é sincero
não importa o que aconteça.
SHAKESPEARE E FRANCISCO
- Shakespeare, não vou mais escrever
Sobre o amor nos meus poemas
- Então amigo Francisco, o mundo logo acabará
Se o verdadeiro amor das pessoas não voltar
