Nao Mereco tanto Amor
"Deus te ama tanto, mas tanto, que, se necessário for, poderá permitir que algo muito precioso te seja tirado para, no final, te salvar."
— Anderson Silva
“Nem tudo que carregamos com tanto valor encontra o mesmo espaço no coração de quem escolhemos. Entender isso não muda o que sentimos, apenas nos faz enxergar as coisas como elas realmente são.”
Somos todos mortais. O único destino que nos espera é a morte. E brigamos tanto, mentimos, matamos sonhos. Trabalhamos tanto para, no final, morrer e não levar nada.
Nunca se comemorou tanto, se bebeu tanto, se sorriu tanto. Nunca também foi tão fácil perceber que felicidade desesperada é simplesmente a tristeza a se declarar.
A dor é inevitável, alguma hora da sua vida ela aparecerá, e pode ser tanto quanto dor física ou emocional. Nenhum ser humano escapa, você pode viver séculos de felicidade, mas certo momento a angústia bate na sua porta. Encontrar a felicidade é uma forma de encontrar a dor. Pessoas intensas sentem demais e sofrem demais com isso. Mas em algum momento você também encontra a sua verdadeira felicidade.
O Retorno ao Essencial
No meio de tanto barulho moderno, algo curioso tem acontecido.
Enquanto o mundo corre, apita, notifica e exige respostas imediatas, há gente fazendo o caminho inverso.
Desliga o excesso.
Desacelera o passo.
E volta.
Volta para o campo.
Volta para o simples.
Volta para aquilo que não precisa de explicação sofisticada para fazer sentido.
O campo não tem pressa.
Ele não compete com ninguém.
Não disputa audiência.
Não busca curtidas.
Não precisa provar nada a ninguém.
Ali, o dia nasce devagar, como quem respeita o tempo das coisas.
O sol não acelera.
A chuva não pede licença.
O vento apenas passa, como sempre passou.
E a vida segue um ritmo antigo, quase esquecido pelos que vivem entre telas e notificações.
Curiosamente, muitos que viveram anos na correria das cidades estão começando a perceber algo que sempre esteve diante deles, mas nunca foi ouvido com calma:
a paz não está na velocidade, mas na ausência de pressa.
E assim, aos poucos, surgem histórias de pessoas que trocam o excesso pela essência.
Trocam o trânsito pelo silêncio.
Trocam a disputa pela convivência.
Trocam a necessidade de estar certo pela vontade de apenas estar em paz.
No campo, ninguém pergunta se você está vencendo ou perdendo na vida.
Pergunta-se se você dormiu bem.
Se a chuva veio na hora certa.
Se o milho nasceu.
Se o café está bom.
Se a tarde está tranquila.
A modernidade, por outro lado, parece ter transformado tudo em competição invisível.
Quem sabe mais.
Quem fala melhor.
Quem aparece mais.
Quem se destaca mais.
Quem responde mais rápido.
Quem produz mais.
Quem vive menos.
E no meio disso tudo, o ser humano vai se desgastando tentando acompanhar um ritmo que não foi feito para ele.
Talvez por isso o campo esteja chamando novamente.
Não com gritos.
Mas com silêncio.
Um silêncio que não cobra desempenho.
Um silêncio que não exige explicação.
Um silêncio que simplesmente acolhe.
Há algo profundamente libertador em não precisar estar certo o tempo todo.
Em não disputar cada opinião.
Em não transformar cada conversa em batalha.
No campo, a vida ensina outra lógica.
A terra não discute.
A semente não questiona.
A chuva não negocia.
Tudo apenas acontece no tempo certo.
E isso, por si só, já basta.
Enquanto isso, lá fora, a inteligência artificial responde perguntas, organiza ideias, escreve textos e resolve problemas em segundos.
Mas não conhece o cheiro da terra molhada depois da chuva.
Não conhece o som de um galho estalando no silêncio da manhã.
Não conhece o descanso de olhar o horizonte sem pensar em produtividade.
E talvez por isso, mesmo cercado de tecnologia, o ser humano comece a sentir falta de algo que nenhuma máquina consegue simular:
a simplicidade de existir sem ser avaliado o tempo inteiro.
No campo, as pessoas estão voltando a valorizar o que não se mede.
O café feito devagar.
A conversa na varanda.
O pôr do sol sem fotografia obrigatória.
O trabalho que cansa o corpo, mas alivia a alma.
A presença sem pressa.
A paz sem explicação.
Não se trata de fugir do mundo moderno.
Mas de não ser engolido por ele.
De usar a tecnologia sem ser usado por ela.
De viver conectado ao mundo, sem se desconectar de si mesmo.
Talvez o maior luxo da atualidade não seja ter mais.
Mas precisar de menos.
Menos barulho.
Menos disputa.
Menos aparência.
Menos urgência.
E mais vida de verdade.
Aqueles que voltam ao campo não estão necessariamente desistindo da modernidade.
Estão apenas escolhendo o que ela não conseguiu oferecer:
tranquilidade.
Equilíbrio.
Presença.
E uma forma mais leve de existir.
No fim, não importa tanto estar certo ou errado.
Nem vencer ou perder.
Nem aparecer ou desaparecer.
Importa apenas viver com o coração em paz.
E talvez seja isso que o campo, com sua simplicidade silenciosa, ainda ensina melhor do que qualquer outro lugar:
a vida não precisa ser uma disputa constante.
Ela pode ser apenas um lugar de descanso para a alma.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
O loucos estão lá fora se matando
Os daqui são só vítimas do sistema.
Eles sofrem, sentem tanto
E os de fora não veêm problema..
Na pele eles deveriam sentir
Como é viver preso sem poder sair
Ser dopado de medicamento
Ter hora obrigatoria pra dormir
A liberdade é tomada a força
Não se pode mais agir tranquilo
Não se sabe o que pode ruir
É melhor aqui em meu cantinho.
Aqui dentro tomam-se remédios
Dizendo que é pra testamento
A humanidade toda precisa disso
Pra ver se curam esse mal tratamento.
Quem não é visto não é lembrado.
E é assim que somos esquecidos
Passamos de um lindo retrato
A um papel velho,rasgado, sem brilho
"Mostre o que você sabe fazer, antes que o tanto aparecer, ofusque aquilo que você pretende ser".
Otávio Mariano
Só você conhece a profundidade da sua própria história, então por que dar tanto peso à opinião de quem nunca a viveu?
Você ficaria surpreso com o tanto que uma pessoa pode se tornar imbecil apenas para defender uma ideia.
De repente o ano termina, quantas coisas aconteceram de bom e nem tanto.
Viver já é um milagre e chegamos ao fim de 2025.
Muitas vitórias, muitas conquistas, muitas bençãos 🍀
#bysissym
#adeusanovelho #felizanonovo #2026
O "medo" de ser cancelado, se chama covardia. A pessoa se adapta tanto ao que os outros querem ouvir, que nem se lembra mais no que acredita.
#Gente #hipócrita #e #feia...
Mentem tanto e a tudo manuseiam...
Aranhas asquerosas ...
Vida suja em teia...
Já não mais me admiro...
Só lamento o fato...
Sempre quando saio de casa...
Fico consternado...
É tanta mentira...
Que vejo no olhar...
Gesticulando demais...
Põem-se a gargalhar...
Fico só prestando atenção...
Querendo chamar a atenção...
Estufa o peito o pavão...
Pensa que me engana...
Acredita nele mesmo...
Se achando espertalhão...
A matrona, por sua vez, tenta disfarçar...
Sua língua é guizo de cascavel...
Batendo na boca até o céu...
A chocalhar...
Com voz meiga...
Fazendo-se de ingênua...
Cheia de trejeitos e afins...
Odalisca de botequins...
É uma bela viola...
Mas por dentro...
Com certeza...
Pão bichado, bolorento...
Incautos acreditam...
Em qualquer promessa vã...
Gente boba...
Retardada...
Querem...
Precisam...
Se enganar...
Penso eu cá comigo...
Só existem espertos...
Enquanto tolos estiverem perto...
Um sorriso nos lábios...
Pego rapidinho meu caminho...
Saio de fininho...
Não sou grande coisa...
Mas também pequena não sou...
Se com porco eu ando...
Farelo também vou comer...
Não gosto dessa ração...
Então...
É melhor eu me abster...
Sandro Paschoal Nogueira
As vezes nos escondemos tanto de nós mesmo. E derrepente ficarmos a vontade com quem nunca imaginamos ficar. Nos escondemos de todos e de tudo. E ficamos totalmente aberto a corquer diálogo ou situação com quem nos aceita com perfeição a nossa verdadeira realidade. Alguém surpreendente que nos surpreende sem se esforçar
Eu sinto tanto a sua falta
há dias que nem consigo comer
Talvez eu seja internado por adoecer
Talvez eu não queira ter alta
Talvez eu te supere logo
Talvez eu não queira te superar
Talvez eu queira voltar pro prólogo
Para te amar sem me estragar
"Tanto busquei entender o mundo para, no fim, perceber que o mendigo miserável que vive em minha porta o entendeu muito melhor que eu"
