Nao Mereco tanto Amor
A boca que ministra no altar não pode ser a mesma que destrói reputações nos corredores do templo (Tg 3.10). Toda pregação é comprometida pela contradição entre as palavras no altar e as ações destrutivas fora dele.
Não existe fracasso, existe derrota temporária. Porém existe pessoas que se consideram fracassadas de alma, essas na qual somente observam os aspectos negativos da existência.
“Não maldigas jamais — nem mesmo em oculto! Pois as palavras queproferimos são como sementes levadas pelo vento, algumas caindo na terralogo morrem, mas outras germinam!”
—Onaile A Prudent (Bigorna)
Tem gente que sabe conversar…mas não sabe sustentar.
E é aí que muita mulher lúcida se confunde.
Porque não é falta de interesse.
É falta de consistência.
A pessoa está ali, presente, envolvente, disponível no discurso…mas na prática, não constrói.
E quanto mais você tenta entender,
mais se perde.
Até perceber que não é sobre interpretar melhor: é sobre observar melhor.
Disponibilidade não se fala, se demonstra.E quando não demonstra,
você não insiste. Pegue seu banquinho e saia de mansinho. Sua paz é inegociável!
Aos que perseveraram em fazer mal a ti
E boicotaram pra você não ser feliz
Olha para eles e sinta estão perdoados
Mas daqui pra frente cada um pro seu lado
Meus amigos!
Prestem atenção!
Não estamos diante de uma reflexão comum,
não estamos diante de um exercício retórico vazio—
estamos diante de uma realidade moral inescapável!
Os tempos mudam? Mudam!
As sociedades evoluem? Evoluem!
Os sistemas se sofisticam? Sem dúvida!
Mas há um elemento— um elemento central, absoluto, irrefutável—
que não se altera!
O juízo sobre as ações humanas!
E não se trata de opinião!
Não se trata de interpretação subjetiva!
Trata-se de consequência!
Está escrito— e quando está escrito, meus amigos, exige compreensão:
“Pesado foste na balança, e foste achado em falta!”
Ora, vejam bem!
Não foi por ignorância!
Não foi por ausência de recursos!
Não foi por falta de oportunidade!
Foi por escolha!
Escolha consciente!
Escolha deliberada!
Escolha reiterada ao longo do tempo!
E aqui reside o ponto central— prestem atenção!
Vivemos na era da informação!
Há conhecimento disponível!
Há normas estabelecidas!
Há sistemas estruturados!
Há mecanismos de controle!
E, ainda assim—
o que se observa?
A erosão da integridade!
A flexibilização da ética!
A normalização do desvio!
E não me venham— não me venham!—
com justificativas frágeis!
Não me venham com determinismo social!
Não me venham com a tese de que o meio define o indivíduo!
O homem íntegro—
é íntegro em qualquer ambiente!
Coloquem-no entre corruptos— ele não se corrompe!
Submetam-no à pressão— ele não se dobra!
Ofereçam vantagens— ele não se vende!
Porque integridade—
não é circunstancial!
É decisão!
Agora, eu lhes faço uma pergunta—
e respondam, não a mim— mas à própria consciência:
Quando foram colocados à prova—
o que fizeram?
Escolheram a conveniência?
Ou escolheram a verdade?
Optaram pelo silêncio confortável?
Ou assumiram a responsabilidade do que é justo?
Porque, ao final— e isso é inevitável!—
Não será o sistema que os julgará!
Não será o contexto que os absolverá!
Será algo muito mais rigoroso—
a coerência!
Coerência entre o que sabiam—
e o que efetivamente praticaram!
E contra isso—
não há argumento!
Não há defesa!
Não há fuga!
Portanto—
Se ainda há entendimento— utilizem-no!
Se ainda há tempo— corrijam o rumo!
Se ainda há consciência— alinhem-na com o que é justo!
Porque o futuro— não é previsão!
O futuro é consequência!
E a consequência começa onde?
No presente!
Na decisão correta!
Na postura firme!
Na integridade inegociável!
Reflitam! Ainda há tempo— mas não haverá desculpas!
Silêncio Que Domina
Prefiro me calar…
diante da insistência que não me alcança,
porque nem todo querer me merece,
e eu não negocio minha essência.
Meu silêncio não é ausência,
é pele guardando intenção,
é desejo que escolhe o momento…
e não cede à pressão.
Eu não repito convite,
nem imploro atenção,
quem entende meu olhar…
sente antes da minha mão.
Sou pausa que provoca,
mistério que conduz,
quando eu falo — é tarde…
porque o silêncio já seduz.
Helaine Machado
Título: O Código de Milênios
(Intro - Batida pesada, clima de mistério)
Não é só um número, não é só uma conta,
É a história do mundo que a gente te conta.
Esquece o desenho por um segundo agora,
Vem viajar na linha da história!
(Verso 1: O Berço na Areia)
Lá na Babilônia, dois mil anos antes de Cristo,
O povo já queria resolver tudo isso.
Precisavam de terra, precisavam de chão,
Medir o quadrado era a grande missão.
Sem letras, sem regras, só na base do olhar,
A semente da álgebra começou a brotar!
(Verso 2: A Sabedoria da Índia)
O tempo voou e o Oriente brilhou,
Brahmagupta na Índia o caminho traçou.
Mas tem um tal de Bhaskara, no século doze,
Um mestre indiano que manteve a pose.
Ele não fez sozinho, ele não foi o primeiro,
Mas explicou tão bem que ganhou o mundo inteiro!
(Refrão - Bem melódico)
Quem criou? Foi a história, foi a evolução,
De povo em povo, de mão em mão.
Bhaskara é o nome, o Brasil que escolheu,
Uma homenagem a quem a mente nos deu.
É a força do tempo, a ciência que para,
No ritmo do mestre, o mestre Bhaskara!
(Verso 3: A Rota dos Árabes e o Toque Francês)
Aí veio Al-Khwarizmi, o gênio persa sagaz,
Deu ordem ao caos, trouxe o método e a paz.
O termo "Álgebra" foi ele quem batizou,
E a lógica do cálculo ele estruturou.
Depois veio Viète, lá no chão da França,
Trocou frases por letras, trouxe a esperança.
O "a", o "b" e o "c" ele foi apresentando,
Pra gente não ter que ficar só desenhando!
(Ponte: O Mistério do Nome)
Mas escuta esse segredo que eu vou te contar,
No resto do planeta outro nome vão dar.
Lá fora é "Quadrática", o nome real,
Mas aqui no Brasil o apelido é fatal.
Nos livros de sessenta o nome pegou,
E o "Bhaskara" no quadro pra sempre ficou!
(Outro - Desaparecendo aos poucos)
É agrimensura, é astronomia...
É a mente humana em pura harmonia.
Agora você sabe de onde ela vem,
Não trava a cabeça, vai muito além!
Fórmula de Bhaskara…
Xis é igual a: menos B, mais ou menos a raiz quadrada de B ao quadrado, menos quatro AC, tudo isso dividido por duas vezes o A.
H.A.A….
Não É Voto, É Sobrevivência
Democracia… dizem.
Mas nas urnas, o povo vira número,
e nas mesas de poder,
vira moeda — trocada no escuro.
Eleição não é festa,
é leilão disfarçado de escolha,
promessas sobem no palco…
e caem antes de sair da folha.
Quem paga essa conta?
O mesmo de sempre — o invisível,
o pobre que vota com fome
e depois segue sem o mínimo possível.
Eles negociam futuro
como quem divide um prêmio,
enquanto nas ruas o povo
divide o pouco… e o silêncio.
Isso não é disputa — é ferida aberta,
não é política — é abandono organizado,
porque enquanto uns brigam por cargos…
outros brigam pra não morrer calados.
Helaine machado
"Senhor, hoje meu coração não pede, ele apenas agradece."
Pela vida da minha mãe, essa mulher que é a tradução viva da força e da coragem. Obrigado por me confiar aos cuidados de uma guerreira que nunca recuou diante das batalhas da vida para garantir a minha felicidade. Ela foi meu escudo quando o mundo parecia hostil e meu colo quando a alma precisava de paz. Em seu olhar, vejo uma história de superação; em cada abraço, sinto o Teu amor de Pai. Que o Senhor a cubra de bênçãos, pois ela é o meu maior exemplo de fé e resistência.
-------------- Eliana Angel Wolf
A ausência de resposta imediata também te ensina a não depender de confirmação o tempo todo. Porque, se toda decisão precisasse de um sinal claro, você nunca desenvolveria discernimento. Em algum momento, você precisa caminhar com o que já sabe, com o que já entendeu, mesmo que não tenha uma nova validação.
Liberdade não grita ,
ela silencia tudo aquilo
que já não te pertence.
E, no espaço que sobra,
você finalmente cabe em si.
Gramática da Coragem
Senhor, hoje o silêncio do meu peito não é de súplica.
É de um transbordar calmo,
Um rio que deságua na gratidão.
Por essa mulher que é a gramática viva da coragem.
Obrigado por me confiar aos cuidados de quem nunca recuou,
Mesmo quando o vento frio tentou apagar a chama.
Ela foi o meu escudo quando o mundo escolheu ser espinho.
O farol que acendeu a luz no meio da minha tempestade.
Não por força bruta, mas pela fé que desarma o medo.
Cada sacrifício dela é uma semente que floresceu em mim.
Resistência não é não cair.
É aprender a levantar sem deixar a alma endurecer.
É isso que ela me ensinou,
É isso que eu agradeço hoje!
Em seu olhar, vejo o mapa de todas as montanhas que ela moveu!
Em seu abraço, sinto o Teu amor de Pai!
Onde o cansaço vira paz e a dúvida perde o nome!
Que as Tuas bênçãos sejam o manto que a aquece agora!
Pois ela é o milagre que caminha ao meu lado!
O milagre que caminha ao meu lado!
Meu maior exemplo.
Minha paz.
---------------- Eliana Angel Wolf
UMA REDE PRA DEITAR
Não importa se malha ou algodão,a cor a forma o jeito a estampa ...
Ela sempre te convida a deitar,
No balanço entre meus sonhos e deleitoso bocejo, fico aqui a me embalar;
No ronco do punho ouço o balançar na rede, o movimento que me leva a pensar vaguear sem parar.
Nessa manhã tão linda aqui de frente ao mar fico pra lá e pra cá ...
Na busca dos meus desejos ouso sempre sonhar,
Eu e a paz no vai e vem,
no meu soninho, testemunho do azul do céu que tem ...
Na varanda me balanço em tua vistosa chita colorida, em minha cor branco preferida tiro um cochilo meu bem.
A repercussão de um mau caráter sempre foi resultado de escolhas imorais...
A ética não existe para ele,quando ele quer conseguir o que quer, até a ética ele manda matar!
