Nao Mereco tanto Amor

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"Finalmente! Consegui a Graça que eu tanto esperava! Mas, por favor, não precisam digitar Amém, pois eu já fiz isso, já agradeci a Deus e à propria Graça, minha nova Assistente. Ela chegou ontem e, já que não sabiam, saibam!"
Texto Meu 0921, Criado em 2018


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Tenho uma parenta que fala tanto, mas tanto que não dá chance para eu consultar o dicionario e saber se ela é apenas faladeira ou também faladora!"
Texto Meu No.1103, Criado em 2022


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Não entendo porque Meus Cunhados, mesmo Discursando tanto, mesmo mostrando serem Valentes e Espertos pra Burro, mesmo assim eles ainda não conseguiram derrubar o Presidente ELEITO-E-EMPOSSADO! Meus Cunhados são Fanfarrões. Ah, são!"


TextoMeu 1309
🤡

"Confesso (e não nego)! Tenho cometido 'heresias' graves (mas nem tanto) contra a língua em que fui alfabetizado. Esses casos: não acentuo mais paroxítonas terminadas em ditongos crescentes ('distancia', por exemplo) e, nos meus gerundios, omito deliberadamente a letra 'd'. 'Subino', por exemplo, é mais bonito do que 'Subindo', mesmo 'estano' fora da Regra, Hum!"


TextoMeu 1212
📖

⁠Talvez, se não nos esforçássemos tanto para chatear uns aos outros, não precisaríamos nos desprender da terra para conhecer o paraíso.


Provavelmente ele não esteja tão distante quanto aprendemos a imaginar, nem tão alto que exija asas, nem tão longe que nos peça despedidas.


Mas talvez ele se afaste toda vez que insistimos em ferir, provocar, disputar razão como quem disputa território…


Há um esforço tão medonho quanto curioso — quase disciplinado — em chatear o outro: palavras afiadas, silêncios estratégicos, julgamentos apressados.


E, enquanto gastamos energia cavando abismos, seguimos acreditando que o paraíso só se revela depois da ruptura final com a terra.


Mas se o paraíso fosse menos fuga e mais convivência?


E se fosse menos promessa futura e mais gesto presente?


Menos céu distante e mais chão respeitado?


Talvez o que nos expulse diariamente do paraíso não seja a terra, mas a incapacidade de habitar o outro com delicadeza.


E talvez, se desaprendêssemos a ferir, descobríssemos que o paraíso sempre coube aqui — entre um olhar que acolhe, uma mão que se estende, uma palavra que poupa e um silêncio que não machuca.

⁠Talvez os políticos-influencers não tivessem demorado tanto para instrumentalizar as redes sociais, se soubessem que poderiam alugar as nossas cabeças pagando apenas com a moeda barata das narrativas.

⁠E se você não estiver nesse futuro pelo qual tanto se cobra e, em nome dele, se impede de viver o agora?


Talvez o amanhã tenha se tornado um credor impiedoso, cobrando juros altos demais sobre uma vida que só pode ser paga no presente.


Promete-se sentido depois, descanso depois, felicidade depois — e, enquanto isso, o hoje vai sendo adiado, silenciado, desperdiçado…


Vivemos como se a existência fosse um rascunho, um ensaio para um tempo que talvez nunca chegue.


Ora, negligenciamos tanto o percurso que alcançamos nossos objetivos, mas perdemos a empolgação por fragilizar-nos demais.


E quase sempre guardamos abraços, adiamos risos, engavetamos sonhos, tudo para honrar um futuro que não garante presença nem permanência.


Mas se — ao final — descobrirmos que ele nunca nos incluiu nos seus planos?


O agora não é um obstáculo a ser superado, mas o único território onde a vida de fato acontece.


Negá-lo é trocar o certo pelo hipotético, o palpável pela promessa.


Não se trata de abandonar o amanhã, de deixar de sonhar, mas de lembrar que nenhum futuro vale o preço de um presente não vivido.


Talvez a verdadeira imprudência não seja viver intensamente o hoje, mas hipotecar a própria vida em nome de um amanhã que pode jamais nos chamar pelo nome.


O melhor dia para viver é hoje, às vezes o amanhã tem a estranha mania de ser tarde demais.

⁠Em meio a tanto ruído, já não se sabe se a fé da humanidade está sendo provada ou se é só para descobrir as cabeças alugadas.


Talvez o maior drama do nosso tempo não seja a ausência de informação, mas o excesso dela atravessando consciências cansadas.


Nunca se falou tanto sobre liberdade de pensamento e, paradoxalmente, nunca foi tão fácil encontrar pessoas repetindo discursos prontos como se fossem conclusões próprias.


A avalanche de opiniões instantâneas transformou convicções em mercadorias emocionais: compra-se uma narrativa, veste-se uma indignação e aluga-se a própria percepção em suaves parcelas ideológicas.


A fé — não apenas a teologal, mas também a humana — parece encurralada entre o barulho das certezas fabricadas e o medo de pensar por conta própria.


Porque pensar exige muita coragem…


Exige o desconforto de admitir dúvidas, rever posições, contrariar o próprio grupo e suportar o silêncio antes de formular uma opinião.


Mas o ruído moderno não tolera pausas; ele exige posicionamentos imediatos, reações inflamadas e fidelidades cegas.


Nesse cenário, muita gente já não busca compreender o mundo, apenas encontrar um coro que confirme aquilo que deseja sentir.


E quando a emoção substitui completamente o discernimento, a consciência deixa de ser território de reflexão para virar palanque de repetição.


É aí que surgem as “cabeças alugadas”: pessoas que terceirizam a própria capacidade crítica em troca do conforto de pertencer a algum rebanho político, religioso, cultural ou digital.


O mais curioso e inquietante é que os manipuladores nem sempre precisam mentir.


Basta alimentar medos, vaidades e ressentimentos pré-existentes.


Uma população emocionalmente exausta se torna vulnerável não apenas à desinformação, mas também à sedução das respostas simples para problemas complexos.


E toda resposta simples demais costuma cobrar um preço muito alto da lucidez.


Ainda assim, talvez exista alguma esperança justamente naqueles que continuam desconfiando do excesso de unanimidade.


Os que ainda conseguem ouvir, ponderar e mudar de ideia sem sentir que traíram a própria identidade.


Porque a verdadeira fé, sobretudo na humanidade, talvez não esteja em quem grita convicções, mas em quem preserva a honestidade — espiritual e intelectual — mesmo quando o ruído coletivo tenta sufocá-la.


No fim, a grande prova pode não ser descobrir quem está certo ou errado, mas quem ainda consegue pensar sem precisar entregar a própria mente para terceiros.

Pode ser
Que o tempo endureça tanto
Os corações
Tão sofridos da gente
Que quando a gente não vê
Chega uma hora
Que ninguém mais chora por nada
Pode ser
Que a gente chore escondido
E até brigue com o vento
Sempre que lembrar
Que ele levou pra sempre embora
Um simples balão colorido
Mas que tanto a gente o queria
Pode ser
Que essas coisas já estivessem escritas
E sejamos nós somente
Pessoas imaginárias
Personagens de um livro bobo qualquer
Cuja capa não chega nem a ser bonita
E tudo se repete, quando alguém o quer lêr
E estejamos passando pela etapa triste
Coisas que acontecem, quando um coração acredita
Pode ser tanta coisa
Pode ser ... não sejamos nada
Ninguém sabe o que se passa
Dentro de cada coração
Atrás de cada porta, após fechada
Acho que nem mesmo nós sabemos
Assim, o balão se foi
A capa do livro desbota
Se o coração dói ou não dói
Ninguém viu e nem se importa
Assim como o vento leva
Um dia o vento traz de volta
Pode ser
Que o tempo endureça tanto esse coração
Que quando o balão voltar ...tanto faz
Poder ser
Que a gente não queira mais.

Edson Ricardo Paiva.

Não sei o quê, que eu gosto mais em você
E nem porquê, que eu gosto tanto de você
Só sei dizer que eu não me canso de querer
Talvez teu cheiro, que eu desejo o dia inteiro
Eu viajo até no teu nome
Tornei-me outro homem depois de você
Creio que seja este teu jeito bonito
A maneira que você me olha
Não me deixa escolha, não me dá saída
Por você eu mudei minha vida
Pra estar com você
Eu mudo até de crença
Saber que você vai chegar
é a coisa mais legal que tem
Depois de você
Não vai haver mais ninguém.

Demora
E de tanto que demora
Tem vezes que os rios secam
São coisas que não se explica
A gente apenas as aniquila
Enquanto isso
O Sol no Céu
Ele só desfila
Tem horas que ele faz isso
No mais, as flores se vão
Cada uma disse o que pensa
Em suma: tranqüila tonalidade
Seu credo, seu medo ou crença
A gente não sabe o que sente o Sol
É hora, tem horas que eu sei
Que a frase bonita passou
Vai chegar dezembro, conforme os planos
Mas a diferença é de tantos anos
Cá no meu canto
Planto prantos e poesias
Quem sabe um dia
Por tanto plantá-las
As uso
Num triste dialeto
de tantas falas
Mas não traduzo
Hoje eu já sei
Que nunca vai ser agora
Demora!

Edson Ricardo Paiva.

O propósito não exige tanto como a e$cravatura .🧬

As vezes você está perto de encontrar o ouro que tanto precisa e perde por não conseguir fechar a boca.⁠

Sentimentalmente, tornei-me uma pessoa da qual não sinto tanto orgulho.

Inserida por filizzolinha

O plano não era te amar tanto assim

Inserida por krisnaevellin

Tempo! Cadê você que não chega? já se passaram tanto tempo e você nada de chegar pra que eu esqueça aquele amor bandido!

Inserida por mimosinha59

Pare de ser uma pessoa que você não é, querer tanto esse tal de desapego que falam por aí, quer coisa mais maravilhosa que se importar com as pessoas, que gostar, amar? Esse lance de bem resolvida a gente guarda pra gente. Todas essas fantasias sexuais não precisam ser ditas, melhor é fazer na cama quando se tem alguém em que se pode confiar. Acorda! Vai ser você! SER não é uma moda em que se sai copiando por aí o que algumas pessoas ditam, ser você, isso é o que nós faz realmente felizes. Medo de machucar é para os fracos, afinal, temos força pra aguentar pancadas e levantar na classe, maquiada e no salto alto.

Inserida por GabrielaStacul

Precisamos de uma conscientização maior do governo e da sociedade, não da pra conviver com tanto descaso!

Inserida por EdelziaOliveira

Eu que tanto brinco
Também não deixo de ser brinquedo
Em quantas noites, sozinho
Já não chorei de medo

É muita lagrima em meu rosto
Por coisas que gosto
É muita saudades
Das minhas amizades

Estão felizes os meus amigos
O vento me traz seus sorrisos
A lua a mim reflete
Os olhos deles, brilhando igual de pivete

O pior de tudo
É o ápice da lua
Iluminando o mundo
Mostrando meus sentimentos a qualquer um da rua

Eu que juro de pé junto
Que a lua num influencia sentimento
Fico espetacularmente carente agora
Pela aquela luminosidade que estas lá fora

Derretendo meu coração sentimental
Sem deixar nem um tracinho de algo mau
Uma declaração de amor na rede virtual
Trinta minutos vendo mensagens desprovidas do mal

Assim sai a lagrima mais pura de meu coração
Indescritível essa emoção
E a meus amigos deixo qualquer canção
Falando que eles moram em meu coração

Inserida por AlexVeloso

INTEIRAMENTE

Sabe o falatório de quem tem tanto a dizer, mas não sabe por onde começar?
Acho que todo mundo já passou por esse dilema um dia.
Encruzilhadas, duvidas, a falta das palavras certas na hora certa.
Minhas confusões se tornam cada vez mais confusas e ao mesmo tempo mais certas.
Quero resposta pra tanta coisa e questiono tantas outras, que a vida ao invés de me ajudar com as respostas me faz questionar mais ainda.
Não sei se devo ir ou se vem.
Não sei quando devo confiar mais ou menos.
Ou de não gritar alto minha felicidade quando tudo que mais quero é faze-lo.
Não sei fazer joguinho social.
Tenho preguiça de gente interesseira e de conversa fiada.
Adoro compartilhar ideias que me movem.
Falo muito e falo com paixão quando o assunto me motiva.
Não quero controlar sonhos, nem muito menos a medida e o limite deles.
Quero poder ser eu mesma, sem ouvir os velhos conselhos ou regras que as pessoas adoram impor: 'diga isso', 'não fale aquilo', 'não confie nele(a)', 'não se entregue totalmente', 'só diga isso depois de tanto tempo'.
Não quero uma vida banalizada, seguir padrões.
Não quero ter que me segurar para dizer a alguém o quanto significa pra mim.
Não quero ter medo de confiar nas pessoas ou na palavra delas, mesmo que isso hoje em dia seja cada vez mais raro.
Ou de não ser como a maioria que, infelizmente, da mais valor a coisas materiais e a status, do que a pessoas e seus sentimentos.
Não sei ate que ponto posso esperar algo de alguém.
Empolgar mais, deixar me levar ou ser totalmente controlada e calculista.
Não consigo seguir ‘’manuais’’ de comportamento ideal, do tipo 'quando se esta conhecendo um cara haja assim'.
De não compartilhar um sonho com alguém até que dê certo, porque por mais que seja sincera a pessoa a energia dela pode atrapalhar.
Não sei omitir, não sei fingir que estou 'de boa' quando não estou.
Quero poder viver sem ter medo de ser incompreendida ou de me magoar.
Quero ser plena, sem regras e arestas.
Não quero ter medo de ser carinhosa, de dizer o quanto gosto de alguém..
Não quero ter vergonha de ser sensível demais aos olhos do mundo frio de hoje.
Odeio isso...
Odeio tudo que me limita ou não me deixa ser espontânea.
Se não posso ser eu mesma, não posso ser inteira.
Ou sou inteira ou não sou nada.
Metade é algo que não sei ser.
Metade é algo que não quero na minha vida.

Inserida por lauragouthier