Nao me Pergunte quem sou

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Dos tolos a calhar aqui o exemplo vem:
Quem vive para o mal desvive para o bem.

CRÔNICA POÉTICA DO MEU SILÊNCIO...

Para todo escárnio que encobre as dúvidas
sobre de quem sinto saudades, e toda celeuma
sobre meus poemas desestruturados,
meu silêncio basta.
O silêncio é suficiente aos que veem intenção
em tudo que digo ou escrevo,
com a miopia de um gigante.
e interpretação de uma porta.
E com esse mesmo olhar
saem curiando minha vidinha,
tão trivial, se adianta dizer,
com muito drama e comédia como tantas outras.
Enfim, para quem não faz ideia,
meu humilde silêncio.
Para quem acha isso ou aquilo,
dou sucintamente o silêncio.
Porque silêncio é a resposta
para os que não ouvem
não perguntam e nem se calam.
A quietude tem significado quando
a palavra vem antes do
pensamento, expondo
qualquer coisa ou
uma coisa qualquer.
Portanto não tenha pressa.
Porque de mim o que lhe resta
é sentar e contemplar o meu silêncio.

É mais feliz quem sabe se alegrar com as coisas simples: banho de cachoeira, brigadeiro de colher, rolar na grama, colher flores silvestres, pegar fruta no pé, fazer um bom e velho piquenique e com um pouco de sorte, ganhar cheiro no cangote.

"Quem sabe, um pé descalço saiba tanto sobre este mundo quanto todos os livros já publicados."

"Que eu falo muito??Isto é fato;mais admiro mesmo quem em poucas palavras conseguem falar mais do que eu."

Quem dera um esforço de conscientização resolvesse o assunto.

Amizade...

Só quem tem esse sentimento de forma transparente e com reciprocidade sabe o real significado.

இڿڰۣ¸♥¸

De quem é esse olhar
- Que lá de tão longe me olha
Com os olhos que já foram os meus
Que me cega com o brilho dos teus.

Tudo que faço permanece invisível aos olhos de quem só tem o seu umbigo para olhar

Pra quem sofria a solução foi ser frio.

Mudar, eternamente...
alienar-se ... deixar -se manipular,
jamais!
Personalidade é para quem ousa e assina embaixo.

Procuro quem me procura, visito a casa de quem visita a minha. Cansei de ouvir : " você me abandonou, você não procura. "

É que um dia a gente cansa de ser um mero serviçal dos "amigos" , onde só a gente procura, só a gente visita, só a gente se preocupa, sem se ter uma reciprocidade!

Dê valor a quem lhe demonstra amor e afeição!
E afaste-se das sanguessugas.

Um sorriso acalma,
eleva a alma,
te faz levitar....
Ajuda quem recebe e
engrandece quem dá!

"...E quem foi que disse que o lado bom da vida é ser normal..."

(Matheus Souza, 2012).

Atire a primeira pedra quem nunca pensou em morrer para escapar de uma sensação de dor ou de impotência extremas.

Ninguém no mundo faz sucesso sozinho, o sucesso é sempre fruto colhido na árvore de quem passou pelas nossas vidas!!

Passado ontem !
Presente hoje!
Futuro amanha!
Entao viva o presente que foi Deus quem te deu
Perdeu oportunidades no passado abrace as oportunidades do presente pois quem vive passado e museu porque as do futuro faça sacrificio e as terás

AMO QUEM ME ODEIA
AMO VOCÊ
AMO ELA
MAS SERÁ QUE ALGUÉM ME AMA?

Seus atos dizem verdadeiramente quem você é.
Seus movimentos denunciam suas intenções.
Seu olhar te condena.
Suas palavras são armas...

NINGUÉM AGUENTA MAIS

E agora? Para quem vou falar de nós? Sua camisa ainda está no armário, seu cheiro sempre impregna o edredom, seu fantasma ronda minha aura e nunca sei qual vai ser a próxima reviravolta. Você enche o meu baú de interrogatórios incessantes e deixa a necessidade de desabafos que o silêncio não dá conta de administrar. Treino as cenas dos próximos capítulos no espelho, na sala, nos intervalos entre uma esquina e outra, e ainda assim os receios dos diálogos manarem para outros rumos ou de não mais acontecerem, matam o meu resquício de sossego.

Ninguém entende. E sei que nada é completamente compreensível para quem está do outro lado de uma linha tão tortuosa, que inda que fosse linear, não anularia o fato de que só os personagens de um livro podem falar veridicamente sobre a sinopse, mais do que o narrador ou o leitor. Mas preciso dizer, sabe? É isso o que você faz comigo, planta um tumulto que não sei aclarar no isolamento. Ninguém enxerga o que você deixa nas minhas entranhas, no tapete do corredor e em cada cílio que cai, então não posso exigir que concordem com as sandices que tenho cometido nesta história. Mas é que, ao menos, antes eles me escutavam.

Nas primeiras vezes disseram que eu estava esquecendo dos outros focos da minha vida e que era para parar de rebobinar a nossa fita, afinal, nem mais existe videocassete. Então, eles ouviam seu nome enquanto eu dormia, matavam baratas na minha frente e o sangue delas já não me incomodava, qualquer outra dor e tortura era irrelevante. Tudo o que importava eram as questões que você fez de semente e a falta da nossa dimensão. Eles desistiram de mandar-me parar, apenas deixaram que eu me martirizasse pelas caóticas valas que fizemos.

Nas últimas vezes, falei para olhos desviados e mentes exaustas de descrições sobre o nosso caso perdido. Talvez porque eles soubessem que nunca era tão perdido assim, talvez porque estivessem conscientes de que nenhum conselho dito iria ser seguido. Você é minha impulsividade, e meu talvez.

Parei de falar por um tempo. Sim, eu consegui. Nos últimos meses contive as exacerbações em prol do nosso teste, estava esgotada. Não queria mais acidentar a sua imagem, mesmo que em alguns casos fosse algo merecido. Queria somente dar a chance para excluir os pontos nebulosos caso fossemos finalmente alcançar uma quietude nesta desordem. E, depois, você não fez por onde. Não me espantei. Nem eles.

Mas, e agora? Quem vai aguentar ouvir de novo o mesmo nome escandalizado na minha voz tristonha? Não há mais quem fique surpreso com a sua falta de cuidado e verdade. Mas ainda assim preciso entender e gritar, porque você faz bolas de pelos na minha garganta e sei que nenhum de nós quer que seja este o desfecho. Sei o quanto você me dói e isso é fácil de enumerar, no entanto, como explicar o quanto você me restaura? Quem vai querer emprestar os ouvidos para passar por todo esse processo outra vez?

Todos já desistiram de nós. A fé contínua é apenas nas nossas voltas confusas, mas nunca em uma permanência. E estou passando a acreditar neles, estou passando a não aguentar ouvir seu nome exalando nos meus neurônios para noticiar os mesmos plantões. O caso é que não posso falar sobre nós com você, que é com quem mais deveria... Porque sei que nossos debates findam em uma trágica visão de beijos, lágrimas e silêncios. Você explica o que nunca é suficiente, e eu canso de perguntar. Contudo, nunca a última vez é bastante para ser fim. Até que em algum momento será. Em algum ponto não serei o porém e você não terá mais poder de reformular uma vírgula, porque, meu bem, a sua camisa vai indo cada vez mais pro fundo do armário, o seu cheiro vai esvaindo-se na máquina de lavar e seu fantasma vai ficando invisível. Não são as palavras, são os atos que podem nos salvar. E já repeti este clichê mil vezes, tanto, tanto e tanto, que nem mais ele tenho forças para recolocar. Um choro e a sua volta não vão pendurar sua camisa na frente das outras e nem fazer o edredom deixar de ser lavado, mas se você fizer direito, se tiver equilíbrio e maturidade, se souber ficar, sim, aí todo o resto ficará também.

Para quem vou falar de nós se sei que falar não basta? Se sei que não há mais paciência. Se sei que nem mesmo eu suporto mais. Se sei que agora entregarei em suas mãos cada chance que vier para que tentemos uma última vez.

Pela primeira vez, estou em mudez. Não há mais para quem discorrer e nem novidades chocantes a serem ditas. Tudo está repetitivo, você concede previsibilidade. Silenciei, e quando nos calamos sobre o que está no centro do nosso peito... Bom, significa que já não está mais tão no núcleo assim. É, agora sim, pode se preocupar, com razão. Se o vício passa a não ser cometido da maneira de sempre, já não é mais tão vicioso. Porque este é o primeiro passo para determinar uma sequência de outros, de que na próxima vez já não vou cheirar, até depois já não tocar, para depois já não olhar, não procurar saber... De passo em passo fluindo e deixando, até não sobrar nada que me faça desejar o sol batendo no seu rosto numa manhã de domingo, enquanto começamos tudo outra vez.