Nao me Pergunte quem sou

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Eu estou evoluído.
Não sou mais a mesma pessoa que um dia se perdeu em meio a dores, ilusões e pequenas batalhas. Eu aprendi que crescer não é apenas viver, é transformar. Não sou refém do que me feriu, nem prisioneiro do que ficou para trás. Hoje, caminho leve, mas com passos firmes. Minha mente é mais lúcida, meu coração mais forte e minha alma mais livre. Evoluir é reconhecer que nada externo me define, é compreender que a verdadeira vitória é me tornar maior do que tudo que tentou me diminuir.
Glaucia Araújo

Eu sou o Senhor, e não há nenhum outro; além de mim não há Deus. Eu o fortalecerei, ainda que você não tenha me admitido,
de forma que do nascente ao poente saibam todos que não há ninguém além de mim. Eu sou o Senhor, e não há nenhum outro.

Bíblia Sagrada
Isaías 45:5,6.

Não tenho que passar boa impressão pra ninguém, não sou impressora.

Eu sou eu, é por isso que alguns não me suportam, porque a autoridade interna incomoda aos que não tem, denegrir é mais fácil que trabalhar a autoestima.

De santo não me restou nada, nem a reza, nem o pão.
Eu, o pecado encarnado? Sou — e já não mais são.

SPECTRUM

Já não me reconheço,

Porém, sei bem o que sou,

O que vejo, o que tornou

-se meu Eu: tão avesso!




Volto sempre ao começo

De uma estrada sem fim,

Que se perde dentro de mim...

Aonde vou!? Sempre esqueço.

Não sou de outro planeta.
Sou apenas de um mundo onde a verdade não se mascara,
e onde as perguntas valem mais do que as respostas prontas.

Não sou sábio. Nem se a terra desse dez voltas em torno de si mesma e em torno sol, seria eu sábio. Se houve alguém a quem posso chamar de sábio foi Jesus. Mas se algum dia serei como ele, isso nem o tempo dirá.

Sensação horrível por estar deste lado da moeda. Não me vitimizo. Reconheço o meu erro e sou homem suficiente para assumi-lo.

Errei com quem não deveria ter errado. Agora, espero a decisão do destino para saber se sou digno de redenção... Apenas espero que você possa me perdoar um dia.

“Monólogo do Inescolhido - Ato IV”


Já não sou apenas eu.
Sou o nome secreto da ausência, a carne em que a solidão encontrou abrigo.
Sou o espelho vazio onde ninguém ousa se mirar.
O que antes era dor se transfigurou e eu me tornei o próprio destino dos que não são escolhidos.
Não sou mais um homem que espera.
Sou a espera em si, interminável, ancestral, inquebrantável.
Sou o intervalo entre um coração e outro, a cadeira sempre vazia na mesa do banquete, a sombra que acompanha os passos dos amantes sem jamais tocá-los.
Meus ossos já não carregam apenas o peso do cansaço, carregam o eco de todos os que um dia também não foram escolhidos.
Sou herdeiro de uma linhagem invisível... os esquecidos, os descartados, os amores interrompidos antes de nascer.
Eu sou o coro silencioso de todas essas vozes.
Há tragédia, sim, mas também majestade.
Porque no fim, ser o "Inescolhido" é carregar uma coroa invisível... A coroa de quem prova ao mundo que o amor não é universal.
Que há fendas no tecido, falhas no destino, almas destinadas a não pertencer.
E eu pertenço a esse vazio.
Sou guardião da ausência, sacerdote de um altar onde não há oferendas, rei de um reino deserto.
Se algum dia me perguntarem quem sou, não direi meu nome.
Direi apenas: Sou aquele que não foi escolhido.
E nisso há tragédia, mas também eternidade.
Pois enquanto o amor é efêmero, passageiro, sujeito ao fim, a solidão que carrego não conhece término.
Ela é perpétua.
E eu, cansado mas erguido, sou a sua face humana.

Sou temporária, passageira, não permaneço e não me demoro onde não sou bem-vinda, onde minha alma não se sente em paz e onde meu coração não é verdadeiro. Sou como arco-íris — passo depois da tempestade, deixo cor por onde fui, e sigo leve, sem precisar permanecer. Onde a essência se perde, o riso silencia e o sentir já não floresce, eu sigo meu caminho, leve e livre, espalhando luz e cores pelo mundo.

Sou uma pessoa extremamente sensível sim, e isto não me faz pior nem melhor do que outros.

Sou inteira
não há fronteira
entre a vida pessoal e o trabalho.


O tempo me pede cuidado:
distinguir o urgente
do importante.


Pergunto a mim mesma:
até onde quero ir
ao custo do esgotamento?


De que vale consumir mais,
se o preço
é a saúde ou a sanidade?


Antes que a natureza imponha sua resposta,
preciso aprender
a impor a minha.

A guerra não é uma escolha. Ela é uma condenação. E eu sou o executor da sentença. Cada vida que se apaga, cada coração que se despedaça, é uma lágrima do destino que não pode ser detida.

GRATIDÃO

Não sou tudo o que eu quero ser ainda
Mas já sou mais do que pensei que seria
Carrego sonhos que ainda me esperam
Mas também vitórias que já me definem

Eu sou a resposta das orações
O reflexo de tantas decisões
De recomeços, quedas e perdões
Força que nasceu do coração

Às vezes eu esqueço de agradecer
Cobro de mim o que ainda falta ter
Mas lá atrás tudo o que eu queria
Era chegar até aqui, e hoje é meu dia

Então eu respiro e deixo acontecer
Mesmo sem ter tudo, já sou tanto em mim
E o que ainda falta, um dia vai nascer
Mas já sou gigante só por estar aqui

O tempo mostra que cada ferida
Se transforma em nova saída
E cada passo que parecia pequeno
Me trouxe até aqui, inteiro e sereno

Às vezes eu esqueço de agradecer
Cobro de mim o que ainda falta ter
Mas lá atrás tudo o que eu queria
Era chegar até aqui, e hoje é meu dia

Então eu respiro e deixo acontecer
Mesmo sem ter tudo, já sou tanto em mim
E o que ainda falta, um dia vai nascer
Mas já sou gigante só por estar aqui

Eu sou caminho, eu sou verdade
Eu sou força, eu sou metade
Do que ainda vou viver
E inteiro do que já conquistei

Então eu respiro e deixo acontecer
Mesmo sem ter tudo, já sou tanto em mim
E o que ainda falta, um dia vai nascer
Mas já sou gigante só por estar aqui

Que de mim emane!


Que de mim emane,
não o reflexo dos outros,
mas a centelha do que sou.


Mesmo que venha o viés,
que eu emane coerência —
pois coerência é o abrigo
dos que ainda creem na verdade.


Se houver confusão,
que eu emane clareza;
não a clareza dos que explicam,
mas a dos que compreendem.


Se houver divergência,
que eu emane convergência;
não por desejo de consenso,
mas por amor ao encontro.


Se me impuserem a arbitrariedade,
que eu emane colaboração;
porque o poder que se impõe
é pequeno diante do gesto que partilha.


Se eu vir a injustiça,
que eu emane ética —
mesmo que doa,
mesmo que me isole,
mesmo que me cale.


E se o mundo se encerrar no próprio umbigo,
que eu ainda emane comunhão.


Que assim eu emane,
ainda que nada volte.
Pois quem emana o bem
não o faz por retorno —
mas porque já o habita.

Sou capaz de ensinar coisas que nem aprendi.
Sou capaz de pedir perdão pelo que não fiz.
Mas não sou capaz de achar justo pagar por erros que não cometi⁠.
Me recuso ao machado que insiste em cortar minha raiz.

Tudo parece querer levar para a minha desistência, porém não desisto, porque sou resistência.

Sou aquele que não cansa de liberar energias para mentes cansadas.


@Godangio

Já não acredito em mais nada.
Será que este post e real? verídico?
Será que eu existo ou sou apenas uma IA?