Nao me Pergunte quem sou
Sou filha do amor,
e a paz
me conduz...
Felicidade eu
me chamo...
Alegrias não me faltam...
Porque a minha
liberdade de amar
é quem me orienta
me guarda
e me guia.
Não sou de acumular decepções, logo as esqueço. É que meu coração, grande colecionador, já tem seus depósitos preciosos, de alegria, luz, paz, magia, leveza e amor.
Hoje eu tenho a grande certeza de que eu não preciso de ninguém para ser feliz, eu sou feliz comigo mesmo.
Sou o poema que você não leu direito
Não me leia em voz alta.
Minhas sílabas têm espinhos.
E você sempre foi pura demais
pra sangrar desse jeito.
Eu tentei te caber.
Dobrei meus cantos,
Desmontei os móveis da alma,
Apaguei os quadros da parede
Pra ver se você entrava sem tropeçar.
Mas você preferiu as janelas,
E fez de mim uma porta trancada por dentro.
Você me lia como quem folheia bula,
Procurando efeitos colaterais
Pra justificar sua desistência.
Eu sou o poema que você fingiu entender.
O verso que você sublinhou
Só pra parecer que sentiu.
E acabou me apagando
Deixando apenas o papel marcado.
E agora você me olha
Como se eu tivesse sido tempestade demais
Pro seu guarda-chuva de pano.
Quando na verdade
Você que era feita de papel.
Não me peça explicações.
Agora sou o que sobrou
Do versos alagados
Que vazaram pelos olhos.
Você nunca me leu direito.
E agora quer tradução
para um idioma que você mesma inventou gírias?
Só te perdoo porque também não me entendo.
Só sei que doeu.
e que ainda dói
Mas agora, é voce quem vai sentir!.
Edgi Carvalho
Amor em exílio
(Eliza Yaman)
Exilado de ti, sou estrangeiro,
num país onde o amor não tem fronteira.
Falo tua língua, sou teu parceiro,
mas não cruzo o abismo da bandeira.
E mesmo longe, ainda te pertenço,
como o céu pertence ao mar que o espelha.
Sou teu, embora o mundo me dispense,
sou tua ausência, tua centelha.
Pátria que não se apaga
(Eliza Yaman)
Não há exílio que apague o que sou,
nem língua que me roube a identidade.
Minha pátria é o canto que ecoou,
na infância, na fé, na liberdade.
Mesmo que o mapa diga que estou longe,
o coração não muda de lugar.
Sou Brasil — sou raiz, sou horizonte,
sou saudade que insiste em voltar.
"Você é a estrela mais distante, e eu sou um farol em uma ilha deserta. O meu amor não é um barco para te alcançar, mas uma luz que brilha na sua direção, para que você nunca se perca na escuridão. Eu sei que o meu farol está fixo no lugar, e que a minha ilha carrega as marcas de tempestades passadas. Mas eu prefiro te iluminar de longe do que ter o meu farol apagado, porque mesmo em silêncio, a minha luz te ama."
Postura não se ensina"
Não sou de muitos.
Sou de poucos.
E desses poucos, só ficam os que sabem o peso de uma palavra dada, o valor de um silêncio bem colocado e a importância de um olhar firme.
Sorriso aqui não é brinde.
É conquista.
Quem vê minha cara séria talvez pense que falta leveza. Mas é o contrário:
Leveza demais pesa em gente que carrega a vida no peito.
Amigo, pra mim, não é quem aparece.
É quem permanece.
É quem entende que confiança não se pede, se constrói. E que respeito não se exige se impõe com atitude.
Postura não é pose.
É essência.
É saber onde pisa, com quem anda e pra onde vai.
Quem merece, recebe o melhor de mim.
Quem não merece.
Nem sabe o que perdeu.
Autoria: Cristiano Mendes
Eu sou muito aleatória!
Não sou casada, não tenho namorado e nem estou envolvida com ninguém. É que acho lindo os sentimentos, tenho raiva de muita coisa e acho muita bobagem engraçada.
Não estou procurando homem!
Só quero viver o meu momento em carreira solo.
Você pode me ver como "presa fácil", mas sou sobrevivente. "Não esqueça, já sobrevivi a temporais, você é chuva fina no telhado."
(Maria Gorette O.P.P.)
Um dia alguém me falou que eu não era ninguém, tudo bem. Mas, pelos olhos de Deus sou uma jóia rara, alguém muito especial.
Danilo Strada
Veem-me cinzento.
Mas não é por falta de cor —
é por não pintarem devagar.
Não sou o que mostro.
Sou o que seguro para não cair.
O que calei para não ferir.
O que deixei por dizer
quando me disseram que já não havia tempo.
Aprendi a vestir sombras
com a dignidade de quem sabe
que até a noite tem camadas.
Ergui castelos no ar
com mapas rasgados.
Com linhas tortas, sim,
mas desenhadas com silêncio aceso.
Procurei luz sem a pedir.
Preferi arder por dentro
a que me apontassem o fogo.
E quando me disseram que o mundo era
preto ou branco,
guardei as cores no bolso.
Não para esconder —
mas para que alguém as quisesse ver.
Sou feito de todas as coisas
que não se veem à primeira.
De silêncios que gritam.
De memórias que ainda não aconteceram.
De palavras que nasceram antes da boca.
Não preciso de ser lido.
Mas se me lerem, que não me distorçam.
Procurem a cor, não as trevas.
As que tremem.
As que resistem.
As que sou.
Sou um menino que caiu do céu com vontade e sede de viver. Não precisei fazer nada aqui, porque todos que vi já morreram pela mesma moeda: sangue derramado por muito pouco. E eles ainda acreditam que pode haver um rei aqui na Terra.
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