Nao me Pergunte quem sou
Agora você entendeu realmente quem eu sou, não pelas minhas atitudes ou palavras, mas pelo meu espírito indestrutível que foi levado até você. Coisa linda!
Cordel minha terra.
Eu sou filho do mato
Da terra da cultura
E quem não a entende
Sem ter desenvoltura
E fala do nordeste
Nem sabe da fartura
Lembra de pouca chuva
Poeira, chão rachado,
Mandacaru e palma
(Coroa de frade) espinhado
Caatinga, capoeira
(Unha de gato) estirado
Se chove o ano todo
Estrada é agonia
Buraco em buraco
E todo carro chia
Vamos falar do tempo
Tudo logo esfria
Mas assim é que é bom
Neblina no distrito
Nem dá pra ver escola
Fica logo aflito
As crianças na chuva
De bota faz bonito
Já vi frio de quatorze
Sensação térmica 8
Tem quem acha, é quente
Vigi, povo afoito
Tem aquele que treme
Só levanta no açoito.
De touca na cabeça
Cachecol no pescoço
Doze meses tem o ano
E vale o esforço
Um quarto é de sol
Chuva no resto moço
Já consegue decifrar
Com quê foi revelado
Nada é melindroso
Não está disfarçado
Pra não ficar nervoso
Já volto arretado.
Quem sou eu para dizer para você o que você deve ou não fazer, a escolha é sua, bem como as consequências delas também.... No entanto, posso, no máximo, dizer o que eu não faria estando em lugar.
Desde a minha juventude venho caducando e a quem repare sou banguelo, aí que o amor não é capaz de suportar minhas mãos trêmulas e a visão turva, valemos então pelo encanto na ilusão ao qual transparece todo engano do caráter e nós donos desse fracasso para que não morramos agora vamos viver no delirio entre a verdade e a mentira que cada coração pertence.
Giovane Silva Santos
Um desabafo Ilário
Quem me conhece sabe que não sou adepta a despaltérios, mas, essa situação me tirou da caixinha, que não é nenhuma zona de conforto.
Em minha vã ingenuidade, recebi o ser humano amigo em meu quadrante, primeiro por este fazer parte do meu rol de amigos fraternos e segundo, por se tratar de um ser humano irmão na crença.
Apresentou-se nostálgico, parolamos sobre vários assuntos e o mesmo ser humano me informou que tinha vontade de mudar de rumo em sua vida. Olhar de outra perspectiva o seu caminho
Claro, validei sua realidade e vontade, e então, esse ser humano, esmiuçou o assunto que faz volume em minha cultura, incentivando minha fala clara e aberta, enredando-me no assunto e levando-me, habilmente, a lhe passar preciosas dicas e fatos sobre a virtude do trabalho.
Não se passou muito tempo e veio, aos meus ouvidos, a notícia de que, esse ser humano, entrou no ramo de empresa.
Como fui ingênua, pensei, mas, faz parte.
Passei a observar a falta de criatividade, tomando conhecimento que foram subtraídas cópias de projetos de minha autoria e executadas sem o cuidado de modificar, ao menos, a nomenclatura, e, a deslealdade, tornada conhecida, chegou a ser obscena.
Não bastasse esta efêmera vivência, tomei ciência de fatos ocorridos, no mesmo ínterim, com outros seres humanos que foram alvo dessa máscara voadora.
O tempo passou, a justiça foi processada e as cartas começaram a ser colocadas na mesa e desviradas uma a uma.
As providências que eram necessárias foram tomadas e as informações mais contidas.
Claro! Com as informações atuando com maior privacidade, não havia a possibilidade de copiar mais projetos e então, o ser humano capitão escalou, a dedo, um soldado humano para jogar em dois exércitos ao mesmo tempo.
A estratégia deu certo! O soldado entrou no nosso campo de batalha de modo sublime, disfarçado, perfumado e bem vestido.
Mais uma vez, a minha vã ingenuidade, de acreditar nas pessoas, fez - me passar por mais uma vivência da maldade humana.
O soldado engambelou não somente a mim, como também, pessoas maravilhosas que ali se encontravam.
Não demorou, este, o soldado, abriu sua mala de ferramentas e, astutamente, com precisão cirúrgica, dissecou tudo o que precisava e passou a se fazer ausente, homeopaticamente.
Logo, o soldado se mostrou vivo em seu primo exército, regozijando-se por sua autópsia exímia.
Um silêncio pairou sobre tudo isso, até que hoje, o regozijo do soldado foi exposto, mais uma vez, de modo escancarado e com fogos de artifício, elucidando-nos acerca de sua localização.
Hoje, permito-me assistir, de camarote, a rasa natureza dessas personagens que, mostraram-se mais cruéis do que a própria crueldade e mais sórdidos do que a própria maldade e ainda, mais inócuos do que o próprio vazio.
Dignidade, conquista-se com sabietude e humildade
Destreza com 1% talento e 99% esforço.
Sucesso é merecimento.
Vergonha na cara é sem precedentes.
Como diz o ditado popular: "Por fora, bela viola, mas, por dentro, é pão bolorento".
Bia Fernandes
Eu sei quem fui e sei o que fiz, sei quem eu sou e sei o quero fazer mas querer não é poder então fico pensado no que serei e no que farei.
Ninguém me conhece, e eu não gosto de quem sou aqui. Parece que não me reconheço desde que comecei a estudar aqui.
Tenho 27 anos e não sei quem eu sou, mas eu sei o que quero.
Sou!
Quem somos.
Pra entender quem és!
Porém compreendo ainda que não nos compreendemos.
Em que nada está definido.
Tudo é fluxo, emanação e vibração.
Tudo é Gratidão!
Tudo no Amor.
Namastê!
"Palavras ñ me arrebaixo
Eoogios ñ me eleva sou o que sou,
Não o que pensam,
Amo quem me ama admiro
Muito quem me odeia"
Se você não me aceita como eu sou, então não é amor. Quem me ama, vai me amar como eu sou, vai amar cada traço do meu corpo, vai amar até mesmo meus defeitos bobos, vai amar o meu jeito de ser, certo ou errado, e não querer construir um modelo pronto em cima de mim
Não sou quem menos quero, estou ventando preso na frente entre a solidão arbitraria e impune de qualquer sentimento vago. Não quero ser o sinal e o símbolo da coca e dos gira-sois, quero limpar-me no serrado ventilando a ocasião querendo vaga na contramão e sol de verão nas contas não pagas.
A precaução da mente e das lentes que vagam pela velha esquina podre de sentimentos.
Hoje o que vejo é mera coincidência do murmúrio, das lâmpadas escurecidas nas velas esmaecidas, montanhas erradas em frente a porta dos fundos quem não vejo.
Soldado de ferro de gelo malicioso e horroroso modo se sentir alguma coisa.
Eu sou o véu da espuma quente, da luneta enfraquecida, das siluetas envolvidas do mal.
Sou falsa ocasião, falsa profissão, falsa conclusão, falsa idéia...sou as pílulas entaladas na garganta depressiva e audaciosa que esquiva a corrompida reunião festeira.
Me encontro nos desejos acalmado pela palavra, me metamorfoseio na bipolaridade, nas ilícitas recaídas que me envolve ao avesso de ave...estou por mim, pois meu maior medo o deserto explica.
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