Nao me Peca pra te Esquecer

Cerca de 613975 frases e pensamentos: Nao me Peca pra te Esquecer

"Não gostaram das críticas naquela banca, mas o jornaleiro não tinha fama. Acharam estranho algumas revistas, e revelaram outras críticas. Então pagaram pelo livro de palavras-cruzadas, cujo o preço estava inflacionado. Desespero na lógica do contexto, onde não tinha comida no prato."

"Fui ver as novas informações sobre terremotos, mas não pensei no círculo de fogo. Nisto me lembraram do Tonga, mas não me interessa a física. Escolhi outra área, mas não percebendo a astronomia interpretativa. Pensamentos substituídos, e entendi à etologia dos pesares."

"Me interessei por aquela música, não entendendo à letra expressiva, mas entendi uma parte, que dizia sobre espiritualidade. Me fizeram assistir o vídeo clipe, mas me interessei por outra música, que falava de religiosidade também. Porém se revoltaram com o evolucionismo, mas preferimos saber sobre as letras. Dançamos na balada, cantando aquelas letras."

"Avanços no conhecimento, mas não disseram em que tempo. Voltaram na década de vinte, onde perdiam alguns experimentos. Confucionismo na década de trinta, mas guardaram os projetos na livraria. Esqueci em que ano estava, e duvidaram da minha capacidade."

"Natureza alterada, mas não existe mudanças climáticas. Eventos cotidianos, mas o mercado sofre na natureza alterada. Desespero financeiro, mas não interessa à matéria-prima. Enquanto isso à vida vai passando, e as mentes se alterando."

"A moradora disse "Hoje não", então ela disse "Alô porteiro"... a vizinhança achou estranho, enquanto acontecia um "Impasse". Chamaram "Aquela Pessoa" que estava "Do Seu Lado", então os "Garotos" apareceram. Entretanto era uma "Alma", que "Bailando" se transformava em "Despacito". Nisto disseram que o assunto "É Particular", até que mostraram "Evidências". Chamaram o "Garçom" e confundiram a "Janaína" com a "Carla", mas pediram "Comida" pelo "Telefome". O tempo foi passando, e o "Interfone" não mais tocava..."

"Criaram um texto de entendimento intermediário, mas não pensaram nos sacrifícios, feitos por uma crença desequilibrada. Porém apresentaram agnosias (visual/auditiva) e uma dislexia expressiva. O tempo foi passando e na livraria aparece o Transtorno Borderline, admiração na primeira história de ódio e pensei na savana da África."

"Caracterizaram a Síndrome de Burnout, mas não analisaram à palavra "Burnout". Natureza devastada, e perdem a matéria-prima de vossas artes. Nisto apresentam sinais e sintomas, cuja a fisiologia tenta justificar o organismo. Escassez de recursos naturais e o Apocalipse apresenta vossos ideais."

"Entrei na livraria, mas não tinha moedinhas. Entretanto disseram que eu poderia pegar um livro e ler naquele mesmo espaço, e me fizeram lembrar da biblioteca. Li um livro de romance, mas me indignei naquele tempo passado. Decepção literária, mas não enxergavam a placa que proibia fumar."

"Agricultura sofrida,
e adaptações não entendidas.
Irrigação deficitária,
e as famílias se desgraçam.

Esperança em novos tempos,
onde o coletivo se motiva.
Clima de extremos,
e a população perde seu apresso.

Deslocamento cultural,
e percebemos as escassez estruturais.
Desejos de tempos perdidos,
onde acreditam na ausência de impecílios."

"Confundem os nomes, pelos simples boatos. Não apresentam discernimento, em relação ao tempo e espaço. Espalham histórias inventadas, e as emoções são despertadas. Variância territorial, onde os primórdios expressam as verdadeiras mentalidades."

“2028 tá logo ali… 👀✨ Tem história que ainda não foi escrita, mas já tem alguém se preparando para fazer história em Brejo Grande. 🏳️‍⚧️💫”

''O príncipe não sai do seu topo.''

Deus é o inexplicável. O explicável mesmo que complexo, não passa de uma divindade antropomorfizada finita e imperfeita.

O Evangelho de CristoJesus
deverá ser anunciado não apenas
com palavras, mas com atitudes
que estejam de acordo com o que
está sendo anunciado.
Não adianta falar de Jesus e resistir
aos seus ensinamentos.
Não adianta dizer queo ama, e não
desejar sua companhia.

Viva a Democracia!
Viva o Brasil
Só não sabe o que é quase perdê-la
É quem nunca viveu sem ela
É quem nunca foi às ruas lutar
Pelos direitos que hoje temos
A juventude, o meio de campo
A velha guarda
Todos em prol de velar por ela
Viva a democracia!!
Viva o Brasil!

2026- Maria Teresa Oliveira Melo Cambronio

Parece que a humanidade perdeu a capacidade de se importar: o caráter já não tem peso, ajudar o próximo virou raridade e a dignidade humana foi deixada de lado.

O problema não é o que sabemos


Mas a falsa certeza do que acreditamos saber.

Voltei a lugares que não me cabiam mais
Por não compreender que não deveria ter nunca os abandonado.

Percorri grande parte do caminho de minha vida por atalhos curtos
Que me levaram a tantos lugares errados,
Por achar que seguir o caminho mais longo e seguro
Era muito fácil e monótono.

Deixei de visitar pessoas por não querer companhia
Até descobrir que ficar sozinho por escolha
Nunca será solidão de verdade.

Aprendi, aos poucos, que o tempo não bloqueia nenhuma porta — apenas muda a chave.
E que às vezes sou eu quem precisa crescer
E parar de tentar forçar as fechaduras.

Entrei em conversas que evitava por medo de me expor,
Através de minhas verdades,
E vi que a honestidade, mesmo desconfortável,
Afasta de nós aqueles que não sabem lidar
Com suas próprias mentiras.

Recordei de pequenos rituais que haviam ficado no meu passado:
Escrever sem temas específicos,
Caminhar sem destino,
Ouvir músicas antigas.
Esses gestos me levaram a reencontrar
Um eu esquecido pela correria do meu presente.

Hoje percebo que perder-se teve uma função:
Ensinar-me a valorizar o tempo —
Nos segundos que voam ou nas horas que demoram.
E que voltar não é regressar ao mesmo lugar —
É trazer experiências e companhias novas,
E preencher de cores e beleza
Tudo o que antes foi apenas uma simples paisagem.

Onde está o seu brilho?


Onde está o seu brilho?
Há tempos já não lhe vejo sorrindo,
Você está sempre aflito, preso entre pesadelos e medos.
Dois bandidos: essa tal da depressão e seu cúmplice, a ansiedade.
Levam seus sonhos e trazem várias tempestades.
Não descansamos um segundo,
Perdemos nossa identidade, sujeitamos-nos ao submundo.
Invisível, em nossos pensamentos, tristeza e abandono de si mesmo.
Não sei mais quem você é, já não lhe reconheço.
Onde está o seu brilho?
Mas ainda ouço, lá no fundo,
Um sussurro pedindo socorro,
Pedindo perdão por sentir demais, sem explicação —
Indício de que ainda existe um coração,
Que anseia o dia em que o sol traga o verão,
A um lugar frio, adormecido, sem cor.
A alma se esconde, cansada da dor,
Sem dormir, com medo de outro amanhecer.
O corpo é abrigo de um grito contido,
Eco perdido, jamais esquecido.
Um alguém que clama, refém da esperança,
E mesmo que a noite pareça infinita,
Há sempre um sopro que ainda acredita
Que um dia a dor se cansará de ficar.
Sussurros e desejos, a alma no escuro,
Absorve medos, abraça o impuro.
No silêncio das esquinas, eu ainda te vejo,
Entre lágrimas e pensamentos em vão,
A mente trava, mas luta o coração,
Que insiste em crer na salvação.
Pois entre um pedido de socorro,
Habita o amor — e o perdão.


— Luís Takatsu