Nao me Peca pra te Esquecer

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Tem dias que não quero saber nada desse mundo. Ando cheio de tudo...só desilusões.

Se você nunca subiu num pé de manga, não tente consertar um telhado, altura é para quem sabe voar.

Se você não tiver a coragem, e a ousadia de enfrentar seus medos, você será mais um, a dizer depois, eu podia ter tentado mais.

A vida sempre empresta uma asa para aquele que não sabe voar.

Não fique tentando agradar ninguém, pois tem gente que odeia se sentir gente.

Nenhuma borboleta voará teu quintal, você não colhi uma rosa.

Me perguntaram, poeta: tem visto a lua? Eu respondi: claro, ela não me larga.

Cuidado, o amanhã não avisa. A vida é o que plantamos hoje.

Não conheço ninguém que durma menos que um poeta, pois, às três da manhã, estamos ainda acordados, admirando a lua.

Eu sei que sozinho não posso consertar o mundo, mas posso ser aquela pessoa que sai por aí tentando.

Você não tem ideia do poder que você tem nas mãos, uma flor que você oferece a alguém, você ajuda a consertar meio mundo, isso é amor.

Terei que parar de te olhar, porém eu sei, não vai ser fácil, você era aquela lua que eu amava.

Assumir que erramos não é fraqueza; é reconhecer a nossa fragilidade.

O bom de ganhar dinheiro é que, se você não tiver o bolso na sola do pé, você faz um estrago danado e consegue fazer muita gente feliz.

Ande de chinelo de dedo, mas não finja riqueza.

Mesmo que a tempestade demore a passar, não pare, pois quem sabe até lá o céu já não esteja azul, e o sol já não esteja brilhando.

Você não será valorizado até que consiga ganhar os seus primeiros milhões, pois o tempo de somos amigos...isso nunca existiu.

Sinto pena daquele que finge riqueza; não poderá, nunca mais, comer um pastelzinho de feira.

Não se iluda: dinheiro não dá em árvore, só com trabalho.

As pessoas, geralmente, só não fazem o "mal" pelo medo das consequências — seja a consequência que acreditam ter após a morte ou a consequência que recebem em vida mesmo. Já outras pessoas são naturalmente boas por natureza, não fazem o mal, mesmo se houvesse a oportunidade. Então, é sempre bom rever o próprio caráter, a própria personalidade, as próprias intenções, o próprio ser, e desenvolver em si mesmo aquilo que você de fato é ou quer ser, mas não por medo de consequências, e sim por vontade, por coração, por si mesmo.

Tem pessoas que só fazem o "bem" por interesse — interesse de ser "privilegiado", de "receber", de "ganhar", de "conseguir" dos outros. E isso não é, interpretamente falando, uma pessoa "essencialmente boa", entre aspas, quando só se faz com esse objetivo, e sim uma "pessoa interesseira", fingindo ser boa ou mostrando ser interesseira mesmo. Ou seja, não desenvolveu naturalmente o sentimento puro, leve, doce, amoroso de ser. Não percebeu que, pra isso, não precisa da expectativa de receber algo em troca ou temer as consequências se não fizer, e que basta, essencialmente, seguir o próprio sentimento, deixar fluir naturalmente as intenções, enxergar os próprios comportamentos, respeitar a própria vibração pessoal sobre qualquer situação, parar de se controlar e apenas ser, indiferente dos atos. Pois a essência de si mesmo é fluxo, natural, espontâneo, se desenvolve assim, e não se controlando pra não ser.

Por exemplo, tem pessoas que têm o ato de ajudar alguém a se levantar, mas têm a intenção de ajudar a levantar porque têm como objetivo ter algo em troca depois...

Tem pessoas que têm o ato de ajudar alguém a se levantar, mas a intenção era apenas ajudar a levantar, pois não têm como objetivo algo em troca...

Então, existe uma diferença entre uma pessoa "boa" e uma pessoa "interesseira", que só faz o "bem" por interesse.

A "boa" tem como intenção o ato do momento, e mesmo que receba algo em troca, a intenção era o ato, não a expectativa em receber.

A "interesseira" tem como intenção receber algo depois do ato, e se ela não recebe em troca, cobra, pressiona, joga na cara, abandona, larga, chantageia, diz que não fizeram por ela.

Não que eu esteja julgando ou definindo o que é "bom" ou o que é "ruim", o que é "interesseiro" ou o que "não é". Até porque, pessoas mudam. Às vezes, estão em um dia bom, às vezes, em um dia ruim. Não é uma regra, é uma análise do momento. Às vezes, a pessoa fez de coração agora e, daqui a cinco minutos, por interesse, no qual irá cobrar em seguida. Novamente repito: não é uma regra, é uma análise do momento. Apenas uma interpretação rasa de uma situação hipotética pra você discernir a diferença de quando alguém é e quando finge ser pra dizer que é. Pra você discernir a diferença de quando alguém fez por interesse e quando fez por vontade própria, por coração.

Às vezes, somos ruins; às vezes, bons; às vezes, interesseiros; às vezes, não. Porém, é bom ter o olhar aprimorado nas situações desses momentos, saber quem finge, saber quem é. Pois, quando nosso olhar é turvo, embaçado, cego, a gente acaba olhando apenas quem não era pra olhar, apenas porque a "aparência", as "miragens" vistas dos nossos olhares cegos aparentavam ser verdadeiras, boas de coração. E nisso, nos iludimos com quem não deveríamos, por ser fingimento, falso, e deixamos de ver quem era pra enxergar: os verdadeiros de bom coração.

E quem olha é o próprio sentimento, não a impressão dos olhos.

Pois os olhos têm o interesse de olhar o que aparenta ser.

O sentimento sente o que de fato é.