Nao me Peca pra te Esquecer

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Nas relações não observáveis: há uma dor isenta de ódio, dor que não é lógica, dor que sentimos e na tua beleza há desejamos; até quando a dor será dor? Mesmo quando há saudade, será mesmo dor? Quanto tempo até perceber que há beleza na dor do amor? A dor que é amor, sente saudade e deseja a beleza que há na dor, mas parece, que você menti pra você, e quis esquecer, o que não se esquece; até tentou se curar dessa dor, mas não há dor, há o amor que chamou de dor;

Além de não saber como fazer para a lógica compreender e sem perceber que o amor não leva lógica; vou dizer que a dor sem ódio, não requer cura, mas aceitação e gratidão; se quiser, chore pela saudade, descreva teu amor, mas não trate tua dor, como se fosse ódio; pare o observável; perceba o não observável: deixe florescer a dor que é amor, sinta a saudade; se permita sentir, mesmo que chore, deixe sorrir: é a dor mais bela que você pode sentir; uma dor sendo o amor mais especial dê seu viver.

Eu vivi isso, senti as relações não observáveis e me fiz poeta pelo sentir; eu descrevi meu mais profundo conhecer e vi minha vulnerabilidade em relações não observáveis; onde o amor se mistura na saudade e parece dor, mas não é dor; eu não vi, como tantos tentam ver, eu pude sentir e pude na minha vulnerabilidade: apenas aceitar uma dor que me fez poeta do amor sem dor e me tem saudade que não é ódio: mas apenas amor, por quem não volta mais para mim: e me fez abraçar a gratidão de minha eterna saudade.

Quase sete anos e não me esqueci; quase sete anos e você é quem eu mais amo; quase sete anos e não amo mais ninguém; quase sete anos e você é a razão da minha saudade; quase sete anos e queria está com você, mas não estou; quase sete anos e viro poeta; quase sete anos e palavras já são banais; quase sete anos e o que eu faço sem você?; quase sete anos e flores ainda levam seu cheiro; quase sete anos e por você, minha vida é sua; quase sete anos e alguma coisa me faz sentir teu beijo; quase sete anos e acho que endoidei; quase sete anos e sonho com você de branco; quase sete anos e ainda sonho com a nossa família; quase sete anos e o tempo não volta; quase sete anos e nada me importa mais que você está bem; quase sete anos e não vou deixar de escrever; quase sete anos e sei que ainda há tempo para você me ler.

Quase sete anos e talvez eu precise esquecer, mas não vou esquecer; quase sete anos e o amor por você, sempre vai renascer; quase sete anos e vou fazer a dor bela por amor; quase sete anos e na dor, fiz palavras de gratidão e promessas de amor; quase sete anos e quero lembrar teu olhar meigo; quase sete anos e quero lembrar teu sorriso tão sublime; quase sete anos e quero lembrar tua pele suave como flor; quase sete anos e quero lembrar teu toque tão belo como beija-flor na flor; quase sete anos e ainda acho maneiras de viver você, sem você; quase sete anos e não ocupei teu lugar na cama; quase sete anos e abraço teu travesseiro; quase sete anos e me faz feliz você está feliz; quase sete anos e quero dizer obrigado por existir; quase sete anos e por toda vida amo você; quase sete anos e sempre vou querer fazer você sorrir; quase sete anos e faz parte de mim querer cuidar de você.

Mesmo sem você aqui, eu estou esperando você aqui; mesmo que não volte, eu estou com saudade aqui; quando me sinto só, eu descrevo você aqui; quando não acho palavras, eu choro aqui; quando durmo, te faço mais presente aqui.

Nas palavras que eu não disse: se descreveu no tempo, no tempo sem você; mas a saudade tem sobrescrito o tempo; isso é o amor, que não passou com o tempo; me fez poeta além do tempo; não há ódio, não há rancor; o amor que descrevo descreve a oração que implora você comigo.

Nosso romance, em cálice de amor tinto, descreve a cor do amor; nossa relação, bordada a graça do celestial; na linha do tempo, um presente é passado; anjos observam você e eu, e celebram o amor, cuidam da saudade e da gratidão por nós e por amor.

Posso lembrar dos beijos doces como mel; sentir você sem tocar, fazendo meu coração voar como beija-flor; não vivo sem minha flor; quando me deixa sem você, sinto tanto medo e sofro na dor bela de amor, por amor de quem não está e está no coração que dói.

É você, sempre será você; me leve onde você está; me deixe onde você está; sua ausência me torna poeta, descrevo saudade, sempre por amor e por você; não precisam entender; não há mais ninguém; só você precisa saber: como eu te vivo, te respiro, te desejo e te amo, vida minha.

A sensação que me vem quando descrevo você é como se estivesse do meu lado e talvez esteja; eu não posso toca-lá, mas meu coração é abraçado; talvez eu comece chorar e até posso sorrir; dá a impressão que vai me chamar e, mesmo só, te imagino no altar, na saúde ou na doença, diz que me ama.

Eu quis parar as muitas palavras que descrevi você por não ter você e mesmo sem você, eu não pude negar, não há lugar sem você; eu me esqueço, mas não esqueço você, me perdi e sem ar eu vou me sufocando na depressão.

Permaneço sem ar numa cama de hospital, perdi a razão de existir e quero me entregar, não quero mais viver; é tão difícil, tão frio essa vida; numa crise sou dopado e você é o nome que escutam, mas não souberam o tanto que eu amo você.

Eu quis parar e por semanas eu não escrevi; mas você é tudo pra mim, somente palavras ameniza a falta que você me faz; preciso escrever o amor por você que me abraça forte e me faz viver, não me deixa morrer sem você.

Se tivéssemos o amor que sentimos de quem não está; talvez, tudo virasse flor e pudesse florescer por nós; mas não é fácil como sentimos, e se fosse, ainda seria amor ou mais dor e solidão, num vazio sem significado.

Pela última vez, antes do adeus, eu queria num pôr do sol, me deitar na grama e do teu lado, segurar tua mão e pela última vez, sorrir ti ouvindo me chamar; como na primeira vez e você me diz: você é tudo pra mim, não me deixe.

Eu tento mais palavras de amor e trago depois de quase parar, o poeta que quase morreu; mas emocionado eu me lembro de quem nunca vou esquecer e por uma promessa de amor, eu não parei, eu abracei meu amor por você.

Vou pensar em você, descrever você e pedir perdão sem qualquer erro, por medo, por precaução; e antes de ir, me deixa explicar, eu te amo tanto e deve saber, as vezes eu choro, por não achar palavras que descreva meu amor por você.

Me perdoa se quis parar e se por um momento eu me desespero, o amor é dor e luz; sentimentos que não posso evitar e como explico a razão de sentir e não sei parar; é por amor, que meu coração e minha alma escreve e ti descreve como meu amor e minha vida.

O problema não está em mim, mas sim no solo que eu piso.

"Não encare a redução de carga horária como privilégio para mães e pais de filhos autistas. Ela não apaga as piadas, as cobranças e os preconceitos que enfrentamos diariamente. Não compensa as dores, nem os desafios que nossos filhos vivem, e que nós vivemos junto com eles."

“Não é privilégio é sobrevivência.
Nenhuma redução de carga horária paga o preconceito que nossos filhos e nós enfrentamos todos os dias.”

⁠Amigos de verdade não te mostra o caminho há seguir, segue o caminho com você.

⁠A idade não dar poder só responsabilidade.

⁠O caminho do vencedor não é rápido nem é fácil.

⁠Não fale do seu crescimento, cresça.

Quem sempre mente, não é boa gente.

Deus muda valores, não princípios.

Há muitas gentes ungidas, mas não aprovadas.

A luz não fala, ilumina.

A eternidade não começa com a morte. Estamos agora na eternidade. Somos cidadãos da eternidade.

Sem trabalho, sem luta, sem desejo, não há vitória.

Ler não dá sono,
ler dá sonho!

Ler não é só uma paixão é uma necessidade da alma.

É a coragem que nos faz eloquentes.
O bom senso não se ensina.
Do livro: Aforismos Vol. 5