Nao me Peca pra te Esquecer
A esperança !
A esperança só não se realiza, na vida daqueles que não sabem esperar.
Esperar requer paciência e os anciosos perdem a bênção.
Poeta saiu de moda, hoje a nova onda é pensador.
Escrevo o que sinto, e transcrevo nos versos o meu amor.
O amor pelos versos, que fluem em meu coração, queimam igual às chamas, de um enorme furacão.
Deus seja louvado, nessa Nação chamada Brasil. Que seu nome seja honrado nessa Terra varonil.
Quero dizer-te agora !
Quero dizer-te agora,
porque o amanhã,
pode não acontecer.
Que sempre irei te amar,
querida enquanto viver.
Dona da minha vida, motivo de minha inspiração.
Vou sempre chamar o seu nome,
nas cordas do meu violão. 🎸🎸
Políticos não tem coração !
Logo eles estarão de volta,
batendo em tua porta e te
apertando a mão.
Beijando os teus filhos e
te chamando de irmão.
Cuidado !
Políticos não tem coração,
lembrem-se : O futuro desse país,
está na ponta do seu dedo.
A verdadeira inteligência não reside apenas no conhecimento adquirido, mas na capacidade de questionar e aprender continuamente
Lilian M Dutra Pugliese
Quando não sei pintar, eu escrevo; quando não sei escrever, eu pinto. E quando nenhuma dessas linguagens me basta, eu esculpo. Se não há nada para escrever, pintar ou esculpir, uso meu corpo como instrumento, expressando meu ativismo através da linguagem. Essa é a essência da minha arte: uma busca constante por comunicar o que palavras e formas não podem captar plenamente. É a tradução das profundezas do meu ser em atos criativos, sempre explorando as possibilidades infinitas da expressão.
Minha boca é livre. Não se pinta por vaidade, mas por escolha. O batom não me adorna, me arma. Uso quando o desejo é meu, quando a festa exige cor ou quando a arte pede impacto. Minha boca não deve nada ao espelho, mas deve tudo à palavra.
INSURGÊNCIA
A fome e a seca no Nordeste não foram tragédias naturais — foram estratégias. Sintomas de um projeto político que tem donos: da terra, da água, do poder.
Desde o período colonial, o Nordeste foi desenhado para sangrar. As mãos que aravam a terra nunca foram as que a possuíram. E, assim, condenaram um povo inteiro à miséria.
E o que ficou no Nordeste? A terra rachada… e as mulheres.
Elas não migraram. Ficaram.
Ficaram para segurar o mundo nos ombros, com os filhos no colo e a esperança entre as mãos.
Mesmo quando não havia farinha, comiam palma. Enganavam o estômago das crianças com caldos ralos, enquanto rezavam para que a noite não levasse mais uma vida.
E é aqui que começa a insurgência.
A insurgência dessas mulheres foi não morrer. Foi não ceder.
Foi insistir em existir onde tudo ao redor pedia silêncio e desaparecimento.
Suas mãos calejadas, seus pés rachados, seus olhos secos de tanto chorar — tudo isso é marca de uma luta que nunca foi reconhecida como deveria.
A verdadeira insurgência nordestina tem o rosto dessas mulheres.
Elas são a terra que não cede, a raiz que não morre, a memória que não se apaga. Lilian Morais
Há momentos em que a arte não representa.
Ela confronta. Ela insiste. Ela se ergue.
Insurgência, como nos propõe Lilian Morais, não é revolta ruidosa, mas fogo subterrâneo que ascende em silêncio e cor.
Esta exposição não se limita a apresentar obras: ela se recusa a calar afetos.
Cada traço, matéria e composição é um fragmento de um corpo que pulsa — corpo individual, corpo social, corpo-mulher, corpo-luta.
A insurgência que Lilian nos convoca é ao mesmo tempo íntima e coletiva: nasce de dentro, mas se espalha para fora, como se cada tela estivesse tentando respirar pelo mundo.
Numa época marcada pela normatização dos gestos, dos desejos e das imagens, sua arte desvia.
Desvia do esperado, do domesticado, do permitido.
E ao desviar, revela:
revela o que foi silenciado, o que foi esquecido, o que nunca teve nome.
A escolha do título Insurgência não é aleatória: é afirmação.
É o reconhecimento de que a arte pode — e deve — ser território de fratura e reinvenção.
Aqui, as cores não decoram; elas denunciam, acolhem, provocam.
Os vazios não são ausências; são respiros.
As formas não obedecem; elas insistem em ser o que são.
Lilian Morais entrega sua insurgência com elegância firme, com delicadeza dura, com beleza que não fecha feridas, mas as mostra com dignidade.
É arte que se posiciona sem se explicar.
É arte que não se curva — e por isso toca.
Numa cidade como Salvador, onde os tambores da história ainda ressoam nos corpos das ruas, a exposição Insurgência não poderia encontrar lugar mais vivo.
É nesta Bahia de lutas e encantos, de dores e reinvenções, que a artista instala sua travessia.
E convida:
não apenas a ver, mas a sentir.
A escutar o que vibra dentro de cada imagem.
A insurgir-se, também — ainda que só por um instante.
Por Humberto Silveira
A satisfação não está apenas na beleza visual do jardim e sim no carinho que você teve todos os dias nele.
siga teus caminhos não apresse em teus passos, escute a voz da verdade: é a pequena voz silenciosa dentro do seu ser.
não entristeça com coisas externas, cultive a sementinha plantada dentro da sua consciência, assim te libertará das coisas externas do mundo ilusório!
o homem implantado em manifesto no espírito, não sabes a perfeição divina que existe em seu interior.
A pessoa quando presta atenção em si mesmo, não deixa a mente aberta e nem os pensamentos vagos para criticar e julgar o outro.
Não devemos incomodar com o que o outro sente ou pensa. Mas devemos nos incomodar com o que a gente sente e pensa. É você quem constrói o seu caminho pela a vida.
A vida não é como uma receita de bolo que segue passo a passo, ela não tem um manual de instrução, mas você pode desvendar os mistérios da vida.
Depois de machucar, o corpo cicatriza, constrói um tecido mais grosso, e você não sente mais dor onde machucou. Assim também é a vida.
Não se lamente pelos momentos bons que se passaram.
Faça os momentos de agora serem melhores que os anteriores.
Ser forte não está no quanto você bate. Está no quanto você apanha, cai, e ainda tem força de se levantar para continuar lutando.
