Nao me Peca pra te Esquecer
Não importa se vc ...
não segue os padrões dos olhos de quem te admira ou não.. te percebe ou não...
Se a sua roupa não condiz com o estilo daquele que te nota ou simplesmente é alguém que não segue a simplicidade nem mesmo o respeito pela escolha do outro...
Não importa e não se importe se vc passou despercebida... pois aquele que não percebeu, segue no vazio cheio de interesses por desinteressados.
É preciso estar em silêncio.
Não o silêncio de fora —
o de dentro.
Aquele que vem quando a alma
para de se explicar.
Só assim. Só no vazio do ruído
é que as coisas miúdas falam.
E elas — tão pequenas —
são as mais belas.
Porque são as únicas verdadeiras.
A cachoeira escorrendo sobre as pedras,
sem pressa de chegar.
O pássaro tecendo o ninho,
com o mesmo fio do tempo.
A semente rachando o solo,
num instante que ninguém vê.
As coisas pequenas —
essas, sim, sussurram em maiúsculas.
São tímidas, como o amor
quando ainda é um segredo.
Mas belas. Inteiras.
Mas a paixão...
ah, essa berra.
Espetada no peito,
atropela as frases,
rouba o fôlego e o sentido.
E cega.
E ensurdece.
E transforma o outro
num eco do que falta em nós.
O amor não.
O amor é a pausa.
Espera a febre passar.
Senta ao lado.
Não exige.
Olha —
e reconhece.
Só quando tudo se aquieta
é que o coração entrega
sua palavra crua.
Só quem para — de verdade —
ouve, enfim,
o que as bocas nunca disseram.
E então, no silêncio que sobra,
toca o impossível:
ser entendido
sem precisar falar.
Você me pergunta se eu te amo.
Digo que sim.
Você me pergunta o porquê.
Mas a resposta não cabe nas palavras.
Ela mora nos gestos que escapam da boca:
nas panquecas com mel feitas de surpresa,
no silêncio que não coça a garganta,
no erro que você comete
e eu deixo passar como nuvem.
Não por dó —
mas porque o amor é míope (como eu sou)
e prefere enxergar embaçado.
O amor é transcendental.
Ou seja: escapa.
Foge das definições como um gato —
no peitoril da janela,
olha para você, mas não obedece:
é a imprevisibilidade que se deixa ficar.
É um peixe vivo na banheira da alma —
algo inadequado, mas presente.
Ou a sombra de um pássaro:
risca o chão e some antes de você apontar —
pura efemeridade.
É sagrado,
porque é inútil (não serve para nada).
Como um copo d’água na madrugada —
não sacia, só umedece os lábios.
É real,
porque não precisa ser provado.
E é impossível.
Como traduzir o cheiro da chuva
sem nomear a saudade?
Conexão
Tem coisa que não se explica,
só se sente.
Um olhar que atravessa,
um silêncio que entende.
É pele que reconhece,
alma que se enrosca,
energia que dança
sem precisar de resposta.
Não é só corpo,
é encontro.
É quando o tempo desacelera
e o mundo vira nós dois — pronto.
Conexão é isso:
não força, não cobra,
só flui…
e vicia como se fosse obra de outra vida.
A educação de palanque não constrói, modela; não inclui, promove a exclusão institucionalizada; não desenvolve a autonomia, conduz a heteronomia; não media a criticidade, aliena o aluno; não aplica a equidade, pois foca na meritocracia como motivação; não consegue exercer seu papel social porque seu objetivo não está no que pode fazer, mas no que pode aparecer.
Muitas vezes não conversar algum assunto não significa não querer resolver, mas buscar a melhor forma de comunicar no momento mais confortável.
A felicidade para ser sentida por meio da aceitação do outro, não é felicidade é necessidade de ser aceita.
O tempo não se mede apenas pelos ponteiros do relógio, mas pela presença do coração em cada batida da vida. Viver bem não é correr contra as horas — é estar inteiro em cada instante, com gratidão no peito e propósito nos passos.
Acordar Cedo
“Quem acorda cedo desperta não só o corpo, mas as oportunidades do dia.”
“Cada amanhecer é uma chance nova — e quem acorda cedo chega primeiro aos seus sonhos.”
“A paz da manhã pertence a quem escolhe levantar antes do mundo acordar.”
“Acordar cedo não é sacrifício, é investir nas primeiras horas do seu sucesso.”
“O sol nasce para todos, mas só ilumina primeiro quem decide levantar.”
Talvez tenha sido breve, o momento não se repete.
O que passou, passou!
Possa ser que uma nova oportunidade aconteça, mas não será aquele momento que você deixou passar.
A mente está presa ao passado, não vive o presente e idealiza um futuro sem resolver a doença mental a qual está submetida.
O medo de tentar e dar errado está tão empregado, que a auto sabotagem já se sobressai sobre a vontade de começar.
Mentes vazias, mentes ocupadas de um lixo tóxico chamado passado.
Você nasce sem saber nada e morre tentando aprender, mas em nenhum momento tentou se conhecer.
Islene Souza
Não é fé ou prazer que me prende ao mundo, e sim todas formas de angústia que a vida tem a oferecer.
É fácil fazer a maioria lutar por coisas que não entendem, mas é difícil fazer os entendidos lutarem por coisas não vantajosas para si.
A excelência que necessita se exibir para ser aceita, não ilumina, pois o brilho que emana dela não é probo.
Ideias são armas poderosas. O medo dos governantes não é só físico, mas também psicológico e social. Porque controlar a narrativa é controlar o povo.
