Nao me Importo com o que Pensam a meu Respeito

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⁠Contrariando o meu coração e negando a ele a todo o custo talvez eu consiga o milagre de fugir, mas talvez poderei estar me condenando a vagar pela vida até a minha morte sozinho(a) pata todo o sempre.

Inserida por Djiully

⁠S. João tu és do Porto, o meu santo padroeiro vamos pedir ao governo que nos traga mais dinheiro.

Inserida por soaraujo

⁠Eu acordo cedo, com uma sede voraz de viver. Anseio sentir o vento acariciar meu rosto, o sol aquecer minha pele. Amo a vida em sua plenitude, os altos e baixos, os desafios e as alegrias que ela me traz. Cuidar de mim tornou-se uma prioridade, um ato de amor próprio que me fortalece a cada dia. Neste despertar, encontro a energia e a determinação para enfrentar o que quer que o dia traga, sabendo que cada experiência é uma oportunidade para crescer e celebrar a vida.

Inserida por Somaisumserpensante

Em seu sorriso, encontrei o amor que um dia foi meu, mas agora pertence a outro coração.

Inserida por quarrk

⁠Hoje eu conversei com Deus e abri meu coração.

Inserida por paolla_souza

ORAÇÃO AO LOBO
"- Lobo! Irmão espiritual que me fortalece, cuja forma e força moldam meu espírito. Nas horas em que me busco, sempre te encontro com os olhos de fogo pela noite das florestas de minha Alma.
Dai-me tua nobreza, Oh, Grande Lobo!
Dai-me tua paciência de caçador para que eu jamais venha a render-me a mim mesmo.
Dai-me o dom, a paz, que teus cantos sagrados pela bruma escura, espalham sobre os que te sentem rosnar no peito.
Dai-me forças, para seguir ouvindo o vento. Para sentir tua presença em comunhão com O Grande Espírito que em tudo está. Que tua presença jamais se abale diante das montanhas cinzas que me cercam, para que, ouvindo-te clamar aos vossos, pelas noites, possa eu, em tua forma, fazer-me ouvir em teus uivos sagrados."

D.A

Inserida por ascaldaferri

...Penso muito a respeito dessa questão que me incomoda. Por qual motivo tantos homens fogem de seu dever no que tange assumir suas responsabilidades como pais? Intriga-me, pela minha posição de homem e pai, ver tantos irresponsáveis fugirem de seus filhos. Sem mencionar a questão fraternal; aliás, onde fica o amor nessa história, permanece um doloroso mistério.

Inserida por SidneiEclache

Não existe no mundo algo que seja tão seu quanto o meu coração.

Inserida por mariaclaranogueira

Quanto mais louco fica o mundo, mais espaço eu tenho para ser louca e parecer normal. Isso não é bom?

Quando um homem não é influenciado por difamações continuamente repetidas ou por denúncias pelas quais ele sente alguma simpatia, ele pode ser chamado de perspicaz.

Na hora do acontecimento não aproveito nada. E depois vem uma ilógica saudade.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível...

Adriana Britto

Nota: Trecho adaptado de um poema muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Mário Quintana.

Não tenha medo da dor, tenha medo de não enfrentá-la.

Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas
não me tires o teu riso.

(...) mas quando o teu riso entra
sobe ao céu à minha procura
e abre-me todas
as portas da vida.

quando os meus passos se forem,
quando os meus passos voltarem,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas o teu riso nunca
porque sem ele morreria.

O que adianta saber o que é uma reta, se não se sabe o que é retidão.

O dinheiro não traz felicidade para quem não sabe como usá-lo.

Machado de Assis

Nota: Autoria não confirmada.

Zelador

No domingo veio o Gustavo. Esse eu confesso que não é o que se pode chamar de irmãozinho, ainda que a gente já tenha tomado muitos banhos juntos. Mas olha, seu Zé, que menino mais fofo: veio me trazer um presente. Uma luminária super bonita, dessas de chão. Você não acha que ele mereceu aquele beijo que eu dei nele no elevador? Eu sei que o senhor viu, sei bem. E sei também que o senhor viu que não foi bem um beijinho inocente. Mas ele não merece? Um presente bacana desses, veja só! O senhor entende, né?
Na terça tava um silêncio danado na rua, a maior paz. E eu sei que acordei o senhor. O senhor tava lá dormindo escondidinho na guarita, não tava? E eu no interfone desesperada pra subir logo. Mas o senhor logo entendeu meu desespero, não foi? Não vou enganar o senhor não, pra esse eu dei mais do que um beijo safado no elevador e uma mordiscada irmã no braço. Pra esse eu dei banho e fiz até torrada no café da manhã. O senhor viu como ele era bonito? Nossa. Ah, o senhor reparou também que ele é bem mais novo do que eu? Caramba, seu Zé, mas tá tão na cara assim? Só porque ele usa o moletom da faculdade? Aliás, que moletom mais cheiroso, seu Zé.
Que será que tá acontecendo comigo, heim? Ando muito a fim desses garotinhos que ligam pra avisar a mãe que não vão voltar. Será que é a crise dos 30, Zé? Ou será que já que o cérebro de um de 20 é o mesmo que o de um de 50, então pelo menos vamos ficar com o melhor desempenho na corrida dos 100 metros rasos? Essa vida viu, Zé. Pode ser boa que é uma coisa. Já chorei muito, já doeu muito esse coração. Mas agora tô, ó, tá vendo? De pedra. Uma tora. Um macho.
Na quarta eu não vi o senhor, mas será que o senhor me viu chegando cedinho, com o dia amanhecendo? Balada, Zé. E da boa. Sabe quem tava lá? Esse mesmo. Ele que veio me trazer, o senhor não viu? Ah, o senhor viu? Que vergonha. Eu tava meio caindo pelas beiradas não era? Era sono. Tá, um pouco disso e um pouco daquilo também, mas basicamente sono. O senhor não viu ele indo embora? Então somos dois. Mas vou confessar pro senhor: adoro quando eles vão embora sem me dar nenhum trabalho. Se eu cobro? Que é isso, seu Zé! Tá louco? Sou menina de família! Escritora, publicitária e à espera de um grande amor. Mas to me divertindo, ué. Não é isso que mandam a gente fazer? Quando a gente chora e escreve aquele monte de poesia profunda. Quando a gente se apaixona e tudo mais e enche o saco dos amigos com aquela melação toda. Não fica todo mundo dizendo pra gente parar de tanto drama e se divertir? Poxa, tô só obedecendo todo mundo. Não é isso que todo mundo acha super divertido? Beber e fumar, e beber, e fazer sexo sem amor, e beber e fumar e dançar e chegar tarde e envelhecer e não sentir nada? Sabe Zé, no começo doeu não sentir nada. Mas eu consegui. Eu não sinto nada. Nada. Uns vem, uns vão. As garrafas tão lá, ao lado do lixo. As cinzas saem dançando por aí. As minhas vão junto. No dia seguinte eu acordo, tomo um banho, passo protetor solar, sento na minha varanda com o meu jornalzinho e ó: nada. Nadinha. Nem pena do mundo eu consigo mais sentir. Minha pureza era linda, Zé, mas ninguém entendia ela, ninguém acolhia ela. Todo mundo só abusava dela. Agora ninguém mais abusa da minha alma pelo simples fato de que eu não tenho mais alma nenhuma. Já era, Zé. É isso que chamam de ser esperto? Nossa, então eu sou uma ninja. Bate aqui no meu peito, Zé? Sentiu o barulho de granito? Quebrou o braço, Zé? Desculpa. Mas hoje é quinta, hoje tem visita. Hoje tem risada alta, tem festinha, tem maquiagem e música. O senhor promete que não me julga, Zé? Eu sei que você se atrapalha, liga aqui pra cima e fica até mudo. São tantos nomes, não é? Mas é só fazer que nem eu: chama todo mundo de “o outro”. Todos são outros. Porque o de verdade, Zé, o de verdade não existe. A gente chora, escreve lá umas poesias profundas, chora, mas um dia a gente acorda e descobre que esse aí não existe não. Amanhã é sexta, um novo dia. Um novo outro qualquer. Eu queria te dizer que eu sinto muito, Zé. Mas eu não posso te dizer isso porque a verdade é que eu não sinto mais nada. Nadinha, Zé.

Tati Bernardi
To com vontade de uma coisa que eu não sei o que é

Você me falou pr'eu não me preocupar
Ter fé e ver coragem no amor...

Tal como no teatro
o mistério da vida não termina quando se abrem as cortinas,
ele apenas inicia...

A UM GATO

Não são mais silenciosos os espelhos
Nem mais furtiva a aurora aventureira;
Tu és, sob a lua, essa pantera
que divisam ao longe nossos olhos.
Por obra indecifrável de um decreto
Divino, buscamos-te inutilmente;
Mais remoto que o Ganges e o poente,
É tua a solidão, teu o segredo.
O teu dorso condescende à morosa
Carícia da minha mão. Sem um ruído
Da eternidade que ora é olvido.
Aceitaste o amor desta mão receosa.
Em outro tempo estás. Tu és o dono
de um espaço cerrado como um sonho.