Nao me Importo com o que Pensam a meu Respeito
O tal amor me desabrocho e me matou
Me descobrir em meio lama
Talvez por isso o meu jogo seja rude
Nada me venceu até agora
Mas posso afrouxa esse jogo
Te deixa no último nível
Mas também não seria o alívio a dor
Eu nem sei o nexo da minha existência
O amor me matou
Tudo se desmancha em minhas mãos
Mas alguém vem as reencontrando casualmente
As pessoas me apavoram, em meio as pessoas, eu entro em pânico, já que o meu problema são os outros. Saio para um lugar solitário e lá não tem ninguém para me consolar: Eis meu dilema!
Já vai meu anjo?
Está cedo para ir dormir
Vem e fique aqui
Pois a noite vem
O sonhos também
Mas fique aqui
Fale dos teus plano
Desejos
e Sonhos
E quando a noite
Se deitar
Se agarre em mim
Me ame assim
Como as nuvem
Se deitam no céu
Seja leve
E que o vento entregue
Seu amor em mim
Auto: Douglas Almeida Vergilio - TheVerglas
Odutacsal
O peito enche, o respirar é fundo,
Tem por hora mais de tu no meu mundo
Que vivências de outrora poderiam captar,
Enquanto não há presença, assola um desejar.
Vaga ausência veio visitar, dia após dia
Dentro dessa casa, tua lembrança faz lar,
Num episódio simplório tropeço e peço
A todos os deuses para me livrar.
Inútil depois de saber que há marcas
Que nem o tempo consegue apagar,
Deixa sob tapetes, disfarçando sob o olhar.
Garganta rasga enquanto a tarde cai
O tempo passa, algo ali me distrai
Sopro eólico na pele, reencontro minha paz.
No silêncio manifesto
Arrependo-me por que me calei
Doeram mais meu silêncio
Do que o dito de um dizer não dito
Sou uma incógnita em meio ao silêncio?
O que eu não disse querendo dizer
O que eu não fiz querendo fazer
O que eu não sou querendo ser
O que não tenho querendo ter
Como eu queria que soubesse
Que o manifesto do meu silêncio
Foi apenas o calar
De um coração que tem medo de te amar
Tatuagem
Houve um tempo que você morava em meus pensamentos...
houve um tempo que morava no meu coração...
houve um tempo que eu fechava os olhos e te via em minha alma...
houve um tempo que acreditei que nada disso era suficiente e te tatuei na pele... que boba eu fui...
você faz parte de mim... e não há nada que possa te apagar!
Você é o meu erro bom.
As escolhas são o nosso maior erro, porém, é dos erros que se aprende melhor.
devore meu coração,
beba meu sangue...
seja meu desejo
se alimente da minha vida...
sinto seu coração bater,
estou com fome...
me dei seu corpo...
vou beber sua vida...
deixa te amar ate morrer,
vou devorar seu coração...
Ilusão
Te vejo em todo lugar.
Pelas ruas, ao meu lado andas.
Baixinho, ouço-te dizer:
"te quero tanto, só sei te amar".
Luz que ilumina minha vida,
calor que eu necessito para viver.
O teu carinho junto a mim fica,
pena é: eu não poder te ver.
Sem ti, a vida inexiste, a graça
que ela tem se evapora,
o pensamento esquecido e quieto fica.
Os sonhos de amor, do coração vão embora.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
APAGA AS VELAS DO MEU SONHO
No profundo mar de solidões do peito, existem medos que te tornam vulneráveis, os seus olhos percorrem seus medos em pontes imagináveis.
Um brilho no horizonte de uma frase indecisa, as sombras sobem o monte em terras que homem não pisa, no pergaminho encontrei saudade e também flores pela manhã, ao brotar de uma semente ou no sabor de uma maçã.
Não gritei esperando que me escutassem, apenas que me sentissem, no romper da nova aurora, apavora quem está no escuro, na luz apagada de um quarto fechado com um pensamento mais maduro, maduro para acreditar que as flores nascem no verão e morrem no outono, no horror da morte fria, leva vida e tira o sono. Sem dono o amanhã nasce com plano de mudar mais uma vida de um jovem se espressando, jovem talvez na idade, tola é fraca maturidade. Amuleto dos sete sonhos me mostraram a verdade, através de um pesadelo seja sonho ou o que for, nada irá mudar o mundo se não o tal do Amor.
VERDE AMOR
Olhei para a flor, e o meu olhar
me condenou... Segou meu coração,
arrastou-me pela palma da sua mão
e logo, derrubou-me pelo chão d'essa
intensa paixão.
Quando eu vi... Caído pela minha visão
a flor, debruçou suas pétalas sobre mim,
Cobrindo-me de carinho, atiçando o fulgor
das minhas labaredas...
Ai então, atracou seus lábios e sob o cais
dos meus desejos, me encheu dos seus
dóceis e deliciosos beijos.
Pelas asas das suas vontades,
embrenhou-me pela imensidão da sua flor...
Embebidos pela brisa da felicidade
adormecemos sobre o sereno pleno, dos
nossos sonhos e enveredamos pelo,
colorido verde, desse nosso amor.
Antonio Montes
"E entre anjos e demônios eu vou me desglobalizando,
Meu amigo Nietzsche me fez super homem e eu pude voar"
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