Nao me Importo com o que Pensam a meu Respeito
Minha sina... meu destino
Sôfrega de esperança.
Impaciente, inquieta...
enfrento o mundo.
Anoitece. Enoita...
Ajoelho-me
Faço minha prece.
Às vezes tenho a impressão de que, de quando em quando, Deus de mim se esquece.
Olvida-se de que cá estou...
Sem chão... sem Norte... sem direção.
E que de se esquecer se acostumou.
O frio gela meus ossos.
O sangue flui vagarosamente... tentando romper barreiras...
Furando obstáculos... por entre minhas veias se esgueira.
O desespero e a desesperança parecem tomar conta de tudo em mim.
Sono picado...
Acordo tão cansada.
Desesperação: tenho de continuar.
Abro vagarosamente a cortina.
Vejo o sol pela janela sorrateiramente se esgueirar.
Ávida de esperança, me armo.
Sôfrega de expectativa
Continuar a continuar... eis minha sina.
Caminhar e caminhar... sei que a vida ensina.
Tenho aprendido que raras as vezes me encontro com Deus em meu escritório, na maioria das vezes o encontro no solo da vida, sem reservas e no sopro do cotidiano.
Jantar um café e dormir.
Amanheceu quero logo jantar, No almoço meu banquete é dormir. Chaga a tarde e ninguém a entender nada, não entenda o importante é sorrir.
Mas se ainda restar muitas duvidas, nessa vida qual caminho seguir. Quebrar regras ao escrever tua historia. Felicidade plena há de vir.
Chega a noite logo vou descansar, vou jantar um café e dormir.
"Muitas vezes perco o sono a noite, me perguntando sobre inúmeras problemáticas que o meu saber não tem respostas prontas, definitivas, comprobatórias e igualitárias. Estamos sós? Qual o sentido desta existência? A vida é só isso? Estar contemplando essa complexa realidade por breves momentos efêmeros, logo depois fechar os olhos e contemplar só escuridão e vazio? Reflita! Viva! E espere o seu momento chegar".
'Meu coração é desses que vaga pela madrugada
Sem destino, sem parada, sem pousada
Galopeia desvairado
Caminha sem saber de nada
razões do meu coração
Ah, esse meu coração
É tão intenso, que sofro tanto
Por amar tanto
E me apegar tanto
E esse tanto, habitado em peito
Que arde tanto
Faz o meu pranto
Molhar meu manto
O pobre coração de Poeta, ama as mulheres do mundo, ama as mulheres, mulheres... meu coração vagabundo!
Quer me calar?
Ô, meu bem, vou te contar:
O gesto do silêncio é o mesmo do beijo.
Pra quê odiar quando se pode amar?
Ignorar, até.
Beijo, falo e silencio também
Entre os três, se puder escolher,
Beijo.
Sempre.
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