Nao me Importo com o que Pensam a meu Respeito

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Tropecei muito, isso explica o meu forte estado de atenção

Inserida por AlbaAtroz

À sombra do meu fragilizado sorriso vive um ser magoado que, infelizmente, insiste em manter-me triste

Inserida por AlbaAtroz

Terei prazer em ter vivido se no mundo eu deixar o meu ímpeto

Inserida por AlbaAtroz

Como um prepotente escritor, assumo que estou em busca do meu kleos literário - quero partir com a mesma exéquia dos imortais...

Inserida por AlbaAtroz

A reflexiva teoria dramática que teóricos escrevem ou escreveram, muitas vezes é o que eu e meu povo vivemos diariamente...

Inserida por AlbaAtroz

É com a liberdade de meu mundo interior que fujo do cárcere deste mundo externo...

Inserida por AlbaAtroz

E me vem surgindo você dentro de mim, forte, resistente em meu coração, em meio a todo o abandono que sua ausência física me traz

Inserida por AlbaAtroz

Meu regalo são grandes livros de conteúdo libertador - sirvo minha mente assim...

Inserida por AlbaAtroz

Eu fiquei defendendo o amor de forma exaustiva pra depois, já doente, perceber que meu interlocutor, com ódio, a dormir sobre a espinhosa e cruel cama do fascismo, nunca aceitará minha leve e sentida defesa...

Inserida por AlbaAtroz

Grita o meu erro e cala-se em meu acerto - o contrário é um caso exponencial.

Inserida por AlbaAtroz

⁠O poeta é o que alimenta - essa gente no mundo - meu Deus! - que lamenta...

Inserida por AlbaAtroz

⁠Equilibrista de Mim


Eu visto a pele da metamorfose,
Desfaço as tramas, refaço o meu cais.
Num gesto breve, dissolvo as hipnoses,
Sou cais de vento, sou riso fugaz.

Nos bolsos trago um punhado de estrelas,
E versos soltos, de cor e cetim.
Se o mundo pesa, eu aprendo a vencê-las,
Com asas feitas de sonho e de fim.

Vem, me acompanha no passo da sorte,
Que a vida é ciranda de se reinventar.
Se a dor me visita, eu danço mais forte,
Pra sombra entender que não vai me parar.

Tecendo rimas de pólen e aurora,
Transcendo os mapas que o medo traçou.
Se o peito sangra, eu canto sem demora,
Que até ferida se faz flor, se eu sou.

Na corda bamba da minha esperança,
Equilibrista de mim, sem final.
Entre o abismo e o sopro da criança,
Eu me refaço de forma vital.

Se for pra cair, que seja em poesia,
Se for pra sumir, que eu suma em canção.
O riso é remendo, é luz, é magia,
Que costura o mundo na palma da mão.

Vem, me acompanha no passo da sorte,
Que a vida é ciranda de se reinventar.
Se a dor me visita, eu danço mais forte,
Pra sombra entender que não vai me parar.

Inserida por Zayle

⁠Eu vou levar um pedaço seu comigo no meu coração.

Uma Casa na Pradaria (série)
1ª temporada, episódio 8.
Inserida por pensador

⁠Quando um dia cá chegares, então saiba que neste dia finalmente cumpri com o meu objectivo.

Inserida por Gilguete

Quantas vezes?

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Quantas vezes cheguei ao meu limite e continuei.
Quantas vezes vi meu mundo desmoronar e, no dia seguinte, ainda estava de pé.
Quantas vezes caí e me levantei, mesmo quando pensei em ficar no chão.
Quantas vezes chorei com vontade de desistir e, no dia seguinte, um sorriso largo surgiu.
Quantas vezes vi tudo chegar ao fim e, mesmo assim, segui em frente.
Quantas vezes? Sinceramente, não sei.

- Britobc

Inserida por britobc

⁠Você é uma extensão do meu coração,extensão da minha força e por toda minha vida te amarei,então,não ouse pensar que algum dia me perderia.

Inserida por thaina_souza_2

⁠Como o sol que nasce a cada manhã, assim é o meu amor por você, a cada manhã nasce mais forte e brilhante.

Inserida por thaina_souza_2

⁠Nunca estive, mas obrigada por isso pq me ajudou a tirar algo do meu coração, algo que me prendia e me fazia te escolher e te amar sempre...o tal amor,que arrebata os meus sentidos e consome meus pensamentos.

Inserida por thaina_souza_2

Eu me lembro de meu pai consertando coisas velhas
Ele ficava por horas a fio arrumando cadeiras, pequenos objetos
Quando ia tratar de seus passarinhos, fazia isso como num ritual:
Assoprava o alpiste, trocava a água, limpava o fundo da gaiola
Cuidava das coisas com um desvelo que não existe mais

Quando eu era criança era ele que desembaraçava os meus cabelos
Eu devia ter uns cinco anos e o meu cabelo chegava na cintura
Mecha por mecha, ele ia enrolando os cachos
Nem sei se gostava de fazer isso
Mas era ele quem fazia
Era ele quem cuidava de seus filhos...

Meu pai falava pouco
Mas era sempre um bom exemplo
Era justo, correto e honesto
E tratava a minha mãe com um respeito que eu nunca mais vi

Usava calças sisudas e camisas engomadas
Seu cabelo estava sempre impecável
E seu rosto lisinho
Caminhava com as mãos para trás
E eu às vezes faço isso
Mesmo sem me dar conta

Na quadra J o corpo do meu pai foi enterrado quando ele morreu
Mas o meu pai, meu pai mesmo ainda está vivo
Toda vez que eu olho para aquela sanfona que ele tocava
Toda vez que eu ouço "Saudades de Matão"...

Inserida por meiremoreira

Eu sou o meu tempo, meu código e minha medida.

Inserida por meiremoreira