Nao me faz Andar pra Tras e nem Ficar Parado
Meu presente é azul...
O trivial não me fascina e nem me prende... ao contrário, abriga oportunidades ímpares para que eu possa exercitar o desapego (apego, para mim, significa prisão; desapego, liberdade).
Num flash, reporto-me à águia - expressão viva da liberdade - modelo que baliza meus passos por caminhos abertos, sinuosos ou escarpados da vida... por caminhos projetados no seio dos sonhos, aguardando sinal...
As águias são livres e livres imergem no azul da serenidade, da paz de espírito; livres absorvem o laranja da alegria de viver, de viver o essencial...
Essencial que suplanta o trivial, revestindo-se da mais pura simplicidade por motivo óbvio: revelar-se apenas aos que têm olhos para ver o "invisível" e coração para senti-lo.
Meu presente é azul, laranja... de mil cores mais!
não sou calendario para ser lembrado só quando se tem uma data especial,ou apenas quando se esquece o dia presente..
A dor me ensinou que...
Os melhores momentos da vida não são necessariamente os mais agradáveis. São os mais expressivos no coquetel vital dos sonhos e pesadelos; das luzes e sombras; dos risos e lágrimas; das presenças e ausências; das dores e amores vividos... Momentos ímpares que nos despertam do sono letárgico da indiferença e nos impelem à ação criativa, forçando-nos moldar um novo ser – sensível e amoroso - menos apegado às coisas triviais, mais comprometido com os valores essenciais desta preciosa dádiva chamada vida.
Caminhar é preciso, mesmo que seja sobre brasas...
Um amigo tem respeito, sabe compreender, ajudar nas horas mais difíceis, uma pessoa super legal, não precisa ser lindo ou rico, também não importa a cor o que importa é ser amigo de verdade.
Um amigo verdadeiro é fiel, ele aceita nossos erros e nos incita em não errar mais, é aquele anjo que se faz protetor, está acima de desejo e de amor, um irmão que podemos sempre confiar.
crer..
acreditar..
ir a luta...
sai-se sempre vencedor..
nao por ter ganho..
mas sim porque um dia tentou..
Se Deus criou o céu e a terra ele não está em tudo. Ele deve ser uma coisa distinta para criar o não existente.
Sempre me respondo o que não dá pra explicar, e mesmo assim explico o que os outros quer ouvir.Um animal racional eu? Um homem de espírito livre eu? Um objto pensante eu? Na verdade quem sou eu? E o que faço aqui?
Sempre que tento saber de onde vim e por que estou aqui, não consigo nada. Será que vim do nada? Se vim do nada, ao nada me entrego.
O mau de ter pescoço curto ou não ter nenhum é que as emoções vão da cabeça ao coração depressa demais.
