Nao me faz Andar pra Tras e nem Ficar Parado

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O verdadeiro sorriso é aquele em que trás um brilho no olhar...
A verdadeira lágrima é aquela em que se vê uma escuridão ao chorar.

No ocaso do sol ao desaparecer no horizonte, significa que mais um dia ficou para trás, e eu acompanho sua trajetória. Então quando me sinto já no escuro pela noite que tenho pela frente, é hora de agradecer a Deus por ter-me concedido mais um dia de vida. Para que eu possa descansar meu corpo em mais uma noite plena de sono e sonhos lindos. Então pela manhã o Sol nasce e começa a constituir-se, então é de agradecer a Deus novamente por uma noite que foi embora, que possibilitou levantar-me mais uma vez com vida e saúde, e começar o dia outra vez com a mesma energia e felicidade. Obrigado Sr. pela vida que me deste.

Nunca perca o interesse de olhar para trás ao encontrar supostamente o rumo certo, por que você pode deixar pelo caminho alguma coisa que lhe fará falta para que seus objetivos sejam glorificados. .

ENTRE RELÂMPAGOS E TROVÕES A CHUVA TRÁS FELICIDADE AOS NOSSOS CORAÇÕES!

Ao abrigar-me da tempestade que caiu aqui, aproveitei o instante para escrever alguma coisa, por ex: Entre relâmpagos e trovões, Deus está mandando muita paz e amor aos nossos corações, abençoando assim o nosso amor. No entanto esta chuva que fortemente cai e rola pelas ruas é o símbolo da nossa felicidade.

“Quando percebo que, por trás da beleza, a embalagem é a única coisa que presta.”

“Por trás de muitos risos, mora uma tristeza que nunca aprendeu a falar.”

Para viver coisas novas, é necessário abrir novas portas.
Ter coragem de deixar para trás o que pesa,
o que machuca,
o que já não floresce dentro da gente.

Uma tristeza secreta se esconde por trás do sorriso forçado do século XXI.

Mark Fisher
Fantasmas da minha vida. São Paulo: Autonomia Literária, 2022.

Passeio


Lá estava eu, entre os meus coleguinhas, pensando em como passá-los para trás. O que eu podia fazer com o que tinha era fingir que era muito inteligente. Isso não podia funcionar e não era muito inteligente. Mas continuei com a minha farsa, na qual só eu acreditava. A única maneira daquilo dar certo era estudar muito, dedicar a vida ao estudo, mas eu não era idiota o suficiente para fazer isso. Eu não estudava, apenas ouvia o que os mestres falavam. Depois me tornei um cético e um descrente. A ciência tinha argumentos fortes, mas dava para sentir a farsa pela constante e onipresente afirmação dos seus princípios. Eu não ia cair nessa. A ciência e a religião procuravam ovelhas crédulas para vender o seu produto. Em ambos os casos se serviam da ignorância para criar a sua mágica. Um rebanho indefeso para lideranças sedentas de poder. Isso me afastou de todo mundo. O isolamento ajudou a desenvolver a minha criatividade, pois eu acabei tendo só a mim para conversar. Nos momentos de desespero, eu me lamentava por ser um nada, e estava certo! Como nada, eu fui me esvaziando ainda mais e ao mesmo tempo me completando. E fui ficando tão diferente que deixei de ser humano. Na minha ignorância, eu achava que estava doente, quando eu não podia ter mais saúde. Assim, fui tentando me adaptar a um mundo de loucos. Mas não tinha vocação para pirado e fracassei redondamente. Os loucos veem o mundo, mas não enxergam a sua visão, portanto são cegos. Não podem ver que eles são o mundo e o mundo que enxergam são eles. Conversei muito com os médicos, mas também eram doentes, como padres querendo me reformar para que eu coubesse nos seus preconceitos. E ainda demorei para compreender que o médico sou eu. Os meus amiguinhos cresceram e se tornaram peças da engrenagem. Parece que lá atrás eu já tinha a intuição de que ser inteligente não dá certo.

A competição é um arranjo para que quase todos os interessados sejam passados para trás.

Marcas que contam a trajetória

Muitas vezes, olhamos para trás e só vemos o peso do que sofremos, mas esquecemos de notar que continuamos de pé. Ao invés de lamentar‑se, permita‑se sentir orgulho da sua trajetória: de quem você era quando começou e de quem se tornou ao longo do caminho. Você atravessou desertos em que faltava direção, contornou montanhas de dificuldades que pareciam bloquear todo o horizonte e percorreu estradas que ninguém mais escolheria trilhar. Essas marcas não são defeitos; são mapas que mostram até onde a sua coragem foi capaz de chegar. A sua história não é definida apenas pelo que aconteceu com você, mas por como reagiu a tudo isso.

Às vezes imagino um relógio que anda para trás. Os ponteiros giram devagar, desfazendo os dias, trazendo de volta momentos que já se foram. As palavras duras que disse voltam para dentro da boca. As lágrimas que caíram secam e desaparecem. O tempo, que costuma correr sem piedade, de repente obedece ao meu desejo mais secreto: voltar.
Nesse relógio invertido, eu poderia consertar erros, abraçar quem perdi, dizer “eu te amo” antes que fosse tarde. Poderia viver de novo as risadas simples, os cafés tranquilos, os sonhos que deixei dormir. Mas será que eu realmente mudaria tudo? Ou será que, no fundo, esses erros e dores são o que me trouxeram até aqui?
O relógio que anda para trás nos faz sonhar com uma segunda chance. Ele revela o quanto carregamos arrependimento no peito. No entanto, talvez a verdadeira sabedoria esteja em aceitar que o tempo só anda para frente. Os ponteiros não voltam. O que podemos fazer é olhar para trás com carinho, aprender com o que ficou e viver o agora com mais presença e menos pressa.

Fel


Aos 20 você chegou.
E ao olhar para trás vejo que éramos apenas duas crianças.


Você,
Com um olhar doce me fez acreditar que eu era capaz.
Me fez olhar o mundo com garra, e querer mais.


De tudo, sei que muito eu errei.
Mas segui.


Em meio a tantos erros,
O melhor acerto era Você, a Luz que me fazia seguir.


Você me forjou Mãe!
A mais forte e doce que poderia existir.


A ti,
Só resta agradecer.
Você foi paciente e soube aguardar.


Hoje sou melhor,
Mais paciente, mais ouvinte e sem dúvidas, mais alegre.


Muito preciso me desculpar.
Você contudo, me provou como é bom a arte do improvisar.


Crescemos juntos e hoje sabemos o real valor do amar

Um bom biomédico trabalha com amostras; um grande biomédico nunca esquece que por trás delas existe uma vida.

E o Fim
​Ela finalmente percebeu que os anos se foram.
​Agora, olhando para trás e depois de tudo o que passou, a conclusão a que chega é dolorosa, mas inevitável: você não consegue mudar as pessoas. Esse sentimento, outrora tão vivo, hoje parece apenas subtrair o tempo que passou ao lado de quem não soube caminhar junto.
​Nessa jornada, houve um profundo amadurecimento, mas também o peso de frustrar as próprias expectativas ao longo dos anos. Hoje, a clareza é soberana: já não há mais espaço para se ver ao lado de alguém que não acrescenta, que não transborda.
​A decisão de um término nunca é fácil. Romper os laços da convivência e do sentimento construído exige uma força hercúlea. Como encontrar o equilíbrio emocional quando o coração ainda pesa?
​Mas a decisão está tomada. Daqui para frente, só resta a resiliência. O caminho escolhido, por mais solitário que pareça agora, é o único que levará a uma nova descoberta de si mesma.
​No fim, a dúvida e o questionamento sobre a escolha feita não são sinais de fraqueza; são apenas os ecos naturais daquilo que se encerra. É o recomeço. É o fim.

21 de Setembro Dia da Arvore:
Uma árvore trás muitos significados de ciclos, crescimento, transformações, é casa e abrigo, é instrumento de sons.
Desde as raizes até seu galho mais alto, lembra indivíduo, família e amigos.
É vida!
#bysissym

Somos o que carregamos no coração.
Carregue gentileza, compaixão, respeito.
Deixe para trás bagagens pesadas.
#bysissym

​"Ao fechar este ciclo de 2025, olho para trás e vejo cada semente do projeto Gotinhas de Amor florescendo. Mais do que um projeto pedagógico, este trabalho é o reflexo de uma alma de educadora que acredita no poder do vínculo e da inclusão real.
​Que em 2026, possamos navegar juntos pelos Oceanos que Acolhem, transformando a educação infantil em um espaço de diversidade e afeto para todos os nossos alunos"
💧 que Acolhem

Por trás das janelas
Chove.
E a cidade parece a mesma para todos que passam apressados na rua, protegidos por guarda-chuvas e pensamentos que não se dizem em voz alta.
Mas basta olhar para cima.
Em cada janela acesa, há um mundo inteiro acontecendo.
Alguém corta legumes com cuidado.
Alguém se senta na cama, cansado demais para fazer qualquer coisa além de existir.
Alguém assiste televisão para não ouvir o próprio silêncio.
Alguém espera. Mesmo sem saber o quê.
Ninguém vê.
Ninguém imagina.
Compartilhamos o mesmo prédio, a mesma calçada molhada, o mesmo som da chuva —
mas não compartilhamos as mesmas dores, nem as mesmas alegrias.
A vida não é barulhenta como parece.
Ela acontece em gestos pequenos, repetidos, quase invisíveis.
E ainda assim, profundamente humanos.
Talvez seja isso que a chuva faça:
ela desacelera o mundo o suficiente para que a gente lembre
que todo mundo carrega uma história atrás de uma janela iluminada.
E que, no fim, estamos todos tentando a mesma coisa:
um pouco de abrigo.
Rosana Figueira

Tem dias de sol no peito,
outros de chuva no olhar,
mas por trás de toda nuvem
o céu nunca deixa de estar.