Nao me faz Andar pra Tras e nem Ficar Parado
Durante a caminhada, o obstáculo é como um guardião implacável, mas é a porta de entrada; não recue, não busque atalhos fora do caminho traçado, não desista.
"Não meça a sua força pelo quanto você domina, mas pelo quanto você transforma. Abrir caminhos e ver os seus multiplicarem a vitória é a maior prova de um propósito cumprido. A sua grandeza reside no tamanho da sua capacidade de somar."
— Ginho Peralta
«Na vida, você atrai dois tipos de pessoas: as que querem os seus favores e as que não estão nem aí para você.»
_Derley Filipiak_
Uma decisão legítima não é simplesmente aquela tomada pela maioria, mas aquela que pode ser justificada perante os cidadãos e compatibilizada com o Direito.
Moça bonita,
liberte-se.
Abra as asas,
solte o que pesa
e voe.
O céu não impõe limites
a quem nasceu para sonhar.
Deixe o sol tocar seu rosto,
a vida tocar sua alma
e permita-se descobrir
o quanto ainda pode florescer.
Você é livre.
Voe.
Talvez uma das maiores forças de uma elite não seja apenas o poder que ela possui, mas a capacidade de convencer os outros de que estão lutando pelos mesmos interesses.
No Brasil, atravessamos séculos mudando governos, regimes e discursos, mas determinadas estruturas de poder e privilégios continuam encontrando maneiras de sobreviver. O que muda são os personagens; nem sempre muda a lógica.
E existe algo ainda mais intrigante: trabalhadores e pequenos empresários, pessoas que vivem diariamente os desafios de pagar contas, manter seus negócios e conquistar uma vida melhor, muitas vezes defendem interesses que não são os seus — como se pertencessem a uma elite da qual, na realidade, estão muito distantes.
Não há nada errado em defender aquilo em que se acredita. O perigo começa quando deixamos de perguntar quem realmente se beneficia das ideias que defendemos.
Porque discurso não paga salário.
Discurso não sustenta uma pequena empresa.
Discurso não coloca comida na mesa.
É preciso olhar além das bandeiras, dos partidos e dos discursos inflamados. Perguntar quem ganha, quem perde e quais privilégios permanecem intocados.
Talvez a maior armadilha seja esta: fazer o cidadão comum acreditar que está defendendo o seu próprio futuro, quando, na verdade, está apenas ajudando a preservar o passado de quem sempre teve poder.
Seja grato pelo que tem e pare de reclamar do que ainda não conquistou. Esse e o primeiro passo para a felicidade.
A liberdade individual e a participação democrática não são necessariamente adversárias; podem encontrar no Direito suas condições de coexistência.
A racionalidade não se limita ao cálculo de meios para alcançar objetivos; ela também envolve justificar normas que afetam a coletividade.
O consenso democrático não significa ausência de conflito, mas possibilidade de argumentação diante do conflito.
Uma das maiores lições que aprendi é que pior do que tomar uma decisão errada é não decidir. O erro ensina; a indecisão paralisa.
A exposição demasiada da sua privacidade a torna uma privada pública, aí o kit cagada não surtirá efeito.
