Nao me Deixa te Odiar
Aaah solidão por favor deixa de me assolar, deixa de me enxer o saco. Ficar enfernizando minha vida como se ela fosse sua é chato demais, me deixa em paz e procura seu lugar num quarto escuro e trancado, sem sol e sem mim. Deixa de querer me maltratar, me permita sorrir mais vezes, não segure minhas vontades, faça o único trabalho de enxugar rapidamente minhas lágrimas e corra daqui, vá em busca daquilo que lhes é seu, só seu, der-se de presente ao egoismo de si só e não volte jamais. Adeus.
Os Gritos da África
Com os Sons dos teus gritos
Criaste em nos o sorriso e esplendor
Com ritmos e sons “bum, bum”
Apresentas a tua luz e a tua cor.
Cantas-te o Jaz
Muitos anos a traz,
Cantas-te o kuduro e Kizomba
Olha só, a festa que faz.
Criaste o dançu congo
A uçua, puita e a deixa,
Soltas a tua voz no thilóli, estleva
Represento o alento da minha terra.
Criaste o ritmo do Socoopé
Nos ritmos e ritos,
De uma competição grupal
Ajuntas gentes nas ilhas da lua,
Com, tambor, latas e garrafas.
Quando o suasua apita
Dançamos a puita calhou calhou,
Apertas a cintura em funaná
E Meches todo o teu corpo
Rebolando de lá pra cá,
E no Sons do Corvo, tocas a Quiná.
Autores: Ezequiel Barros & (Participação especial de Paloma Brandao)
Estilo: longe de casa
Algumas pessoas entram na nossa vida sem ao menos pedir licença. Algumas deixa o melhor de si e outras o pior de si e se vão...
Entrar pela “toca do coelho” pode te custar muitas experiências, mas o aprendizado e o encontro com a sua alma serão satisfatórios sempre!
O tolo arreda logo o pé dos estudos, e deixa de aprender logo cedo, na esperança de ser um mero empregado.
Deixa
Deixa
Deixa eu escrever sobre nós, trazer nossas lembranças a tona;
Deixa eu contar nossa história sem incluir os acontecimentos que quase nos derrubaram;
Deixa eu procurar nas minhas memorias os momentos mais gostosos de nossas vidas;
Deixa eu explicar para o mundo como eu descobri e acredito em você;
Deixa eu mostrar em versos quem é você na minha vida;
Deixa eu revelar, publicar o espaço que você ocupa no meu universo;
Deixa eu oferecer os meus aplausos, o meu coração e o meu amor em forma de poesia.
"" Quem deixa a saudade, mesmo que um pouquinho, mal sabe que ela é um carinho, que pra sempre vai ficar...""
Quando mergulhamos nas palavras inspiradas de Filipenses 3:13-14, somos convidados a contemplar profundamente a jornada espiritual e a busca pela maturidade em nossa fé. Neste versículo, o apóstolo Paulo compartilha lições profundas sobre perseverança, foco e o chamado de Deus em nossas vidas. Paulo nos incentiva a "esquecer" as coisas que ficaram para trás. Isso não significa negar ou ignorar nossa história, mas sim não permitir que nossos erros, mágoas ou sucessos passados nos impeçam de seguir em frente. O passado pode ser uma âncora que nos impede de progredir. Devemos aprender com nossas experiências, mas não permitir que elas nos impeçam de abraçar o que Deus tem reservado para nós no futuro. Assim como um corredor não olha para trás, mas concentra-se na linha de chegada, devemos deixar nosso passado para trás e direcionar nosso foco para o objetivo celestial que Deus nos chamou a alcançar. Manter nosso foco no alvo nos ajuda a não nos distrairmos com as preocupações mundanas, mas a nos concentrarmos no que é eterno. Paulo nos lembra que nosso esforço para alcançar o alvo vale a pena. Ele se refere ao "prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus". Este prêmio não é apenas a recompensa final no céu, mas também inclui aprofundar nosso relacionamento com Deus e experimentar a alegria de viver de acordo com Seu propósito. É uma recompensa que transcende qualquer conquista terrena. O versículo de Filipenses 3:13-14 nos desafia a abraçar nossa jornada espiritual com humildade, abandonar as amarras do passado, manter o foco em Deus e em Seu propósito para nossas vidas e perseverar com a esperança de receber a recompensa divina. Portanto, que possamos prosseguir com coragem, confiança e fé, sabendo que o caminho que temos diante de nós é moldado pela mão amorosa de Deus, e nossa recompensa é nada menos que a plenitude da vida em Cristo Jesus.
