Nao me Arrependo de ter te Amado tanto assim
Ser amigo é ter asas. É ser médico, advogado, psicologo, terapeuta... Ser amigo é estar sempre disposto. É ser desprendido e ser extremamente altruísta. É por muitas vezes ser manso e em boa parte das outras ser duro. É sempre estar de braços abertos... Mesmo que a vida lhe dê inúmeros motivos para não.
Por isso não sei quantos amigos tenho, mas sei de quantos amigo sou. Sinceramente a melhor frase para definir esse sentimento único é... Seja, sem se preocupar em ter.
Sol se Flor,
pra nunca ter que cair só
num turbilhão de pensamentos perdidos.
E de saudades sofrer recordando
os belos momentos já vividos!
TER VONTADE DE SUMIR É ...
é uma vontade que da e passa,
é uma solidão momentânea,
um sentimento de falta de alguma coisa,
que não sabemos o que é,
é estar só na multidão,
é estar acompanhado de nós mesmos,
na solidão.
Se temos a nós mesmos quando estamos sós,
então,
somos algo, somos alguém,
podemos ate ter a vontade de sumir,
mas, nunca fugiremos de nós mesmos,
de nossos medos,
problemas,
eles vivem dentro de nós,
só não vemos saida,
pq nós não somos a saida,
somos a entrada,
e nem sempre podemos escolher o que queremos que entre,
as vezes, a felicidade, pode ser antecedida, por uma tristeza.
Não suma, se encontre. :)
Meta, voltar ao meu estágio natural, priorizando ter amigos verdadeiros e sinceros. Hoje me encontro em volto, com tanta desunião. Podem até tentar desalinhar minha construção terrena, mais saibam que será difícil , pois meu alicerce foi constituído por Deus .
Prazo de validade
Há que ser romântico também no fim. Quando tudo em volta parece ter virado plástico, é preciso sonhar, sair e recomeçar
Ser romântico no início raramente é um problema. O problema é ser romântico no fim – recusar-se a perceber que as coisas acabaram, persistir, contrariar a realidade, a inteligência e os próprios sentimentos. Não interessa se é uma semana, um mês ou se são 10 anos depois do primeiro beijo. Quando as coisas terminam, deveríamos ser capazes de perceber e aceitar. Raramente é o caso. Nos recusamos, coletivamente, a reconhecer o prazo de validade de sentimentos e relações. Queremos que durem para sempre.
Há um paradoxo aí. Aquilo a que nos apegamos no final nada tem a ver com a beleza do que sentíamos no início. O encantamento pelo outro sumiu. O desejo tomou um ônibus e foi morar em Barra do Piraí. A paciência, o carinho, o prazer de estar perto do outro quase desapareceram. Os planos estão cada vez mais turvos, enquanto as conversas se tornam cada vez mais ásperas. Ainda assim, nos agarramos. A quê? Provavelmente ao pavor da solidão e a suas implicações sociais, que não são pequenas.
Nessas horas, sinto que nos falta coragem e memória. Coragem para saltar no escuro insondável do futuro. Memória para lembrar que já fizemos isso antes, dezenas de vezes, com enorme sucesso, desde que éramos bebês e começamos a nos aventurar longe do colo da mãe. O mundo sempre foi uma sequência misteriosa de deslumbramentos e decepções que se renovam. É preciso acreditar e caminhar. De certa forma, há que ser romântico também no fim. Quando tudo em volta parece ter virado plástico, é preciso sonhar, sair e recomeçar.
Uma das coisas que acontecem quando perdemos contato com o amor é secretamente deixarmos de acreditar nele. Afundados na rotina insípida da sobrevivência emocional, ou mergulhados na solidão brutalizante, passamos a dizer a nós mesmos que aqueles sentimentos de exaltação e esperança que chamamos de amor não existem. A lembrança da existência deles é tão dolorosa que preferimos negá-la. Tratamos o assunto como ilusão, imaturidade, pieguice. Nos esquecemos, espantosamente, que um mês antes, um ano antes, dez anos antes, nos sentíamos apaixonados – e não pela primeira vez. Perdemos a memória de um sentimento que deveríamos cultivar com carinho. Ela nos permitiria comparar. Também poderia nos guiar quando fosse a hora de procurar de novo.
Como saber que essa hora chegou? Cada um tem seu jeito de perceber.
Há quem use o termômetro do desejo: acabou, já era. Mas o desejo pode ser vítima de um zilhão de circunstâncias alheias ao relacionamento. Às vezes, basta um fim de semana tranquilo para renová-lo. Como saber? Outros usam o carinho, tão essencial no dia a dia de quem vive próximo. Mas ele está sujeito aos diferentes temperamentos e humores de nossa vida profissional e familiar. Há que levar em conta essas circunstâncias. Muitos se fiam na queda nos padrões de paciência e no outro lado da moeda, a irritação com o outro. É um bom teste, mas poucos casais que partilham a intimidade há muitos anos resistiriam a ele. Rabugice passa a ser quase uma norma.
Não é fácil. Mais simples, acho, é captar o conjunto da obra e os sinais emocionais que ela nos manda.
Quando o olhar do outro não nos comove mais, quando seu corpo não nos diz mais nada, quando ouvir não é mais um prazer, quando falar parece um cansaço inútil, quando a beleza que se via antes não se acha, quando a personalidade vira resmungo, quando chegar em casa parece um saco, quando sair para encontrar torna-se um fardo, quando já não se ri, já não se enternece, já não se tem vontade de chorar na despedida, parado na esquina, abraçados – bem, então talvez tenha chegado a hora de acabar e começar de novo. Cheio de dor, cheio de esperança, cheio de medo e excitação pelo futuro que há de vir.
Ivan Martins para Rev.Época
Precisamos de ter coragem quando enfrentamos provações tão dolorosas; mas devemos buscar enfrentar a infelicidade com paciência, especialmente quando se pensa a respeito do fato de que existem outros muito mais infelizes que nós.
O pior é ter que me fazer de forte, quando na verdade nem mesmo consigo juntar os pedaços do meu coração preto e branco.
Tantas vezes viver nas ilusões...
Desde mundo é pior que tudo
Que nunca teve
Que nunca vou ter
Apenas uma ironia atroz...
SER DO POVO.
Ser do povo é estar junto com o povo, ter o cheiro do povo, ser igual ao povo, confundir-se com povo, ser do povo é caminhar com o povo, ouvir o clamor do povo, compartilhar com o povo, é ter jeito de povo.
Ser do povo é sorrir com o povo e chorar com o povo, sentir as lamurias e as glorias do povo, por que para estar com o povo é preciso ser povo.
Pra ser do povo é simples, é só ser humilde, ter coragem, ter objetivo e ouvir o que Deus deixou, por que seu filho que foi um descamisado, foi um descalço, foi um plebeu que morreu pelo povo e foi julgado por uma Camara de salafrários.
Sacrificar o suficiente,
para se ter a plenitude.
Dizer adeus a velhos sentimentos,
para viver intensamente os novos.
Eu te odeio . ..maldita hora que você entrou na minha vida. ..eu desejava sinceramente jamais ter te conhecido. ..tudo que eu fiz foi desperdiçar anos da minha vida te dando atenção. .cuidado..carinho. .amizade. ..sacrifícios..tudo que eu fiz foi desperdiçar a minha vida com alguém que não merecia um pingo da minha amizade. ..Você me prometeu amizade. .me envolveu com essa sua pose frágil. .com essa conversa fiadas que não tinha amigos...e eu acreditei. ..te acolhi e me senti responsável a levar felicidade a sua vida. ..deixei de olhar pra mim. .para os meus sonhos. ..acreditei nas suas promessas. Nos seus planos. .eu me só me machuquei. .Você partiu meu coração. .me magoou...me usou...eu sempre fui só uma distração. .um step...um resto. ..só servia pra você nas horas vagas. .quando ninguém dava a mínima pra você. .quando ninguém te apoiou. .Você só me usou. ..e agora me descarta. .Eu só quero esquecer que te conheci!
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