Nao Magoe uma Mulher
Quando a minha mãe dizia: Amor não enche barriga!
Amar,gostar,se apaixonar
e uma coisa, agora só falar que ama
não fazer nada pra mudar a situação
e outra coisa.
Um direito é uma segurança que o Estado reconhece ao particular, e seu exercício não pode ser confundido com a necessidade de humilhação. Um direito, assim, não é favor, e o seu reconhecimento, por parte do Estado, não se pode traduzir em bondade, mas sim em dever.
Há uma fúria em mim. Algo que me move, liberta e aprisiona. Livre pelo querer e aprisionada por não poder.
Eu sinto sua falta
Você partiu e levou uma parte de mim
desde então, o meu sofrimento não tem fim
você se tornou a minha pior cicatriz
diariamente eu sinto sua falta, tanto que ainda desejo que você volte
apesar de tudo não consigo te odiar e hoje em dia eu pude entender que o amor não machuca e quando machuca não é amor.
se o amor faz bem por quê me quebrou?
Só eu sei o quanto doeu porém essa dor serviu como um aprendizado pra me fazer enxergar o quão indecisas as pessoas são, num dia você pode ser tudo e no outro você pode ser nada.
Se anseias
Por paz,
Paz ainda encontrarás,
Mas quero
Que saibas
Que não
Será fácil,
De uma hora pra outra
Assim:
Ligeiramente,
Tudo que você precisa
É se antenar,
Sim, conecte-se
Ao íntimo de tua alma
E só então
Estarás em sintonia
Com o seu querer vital.
Flecha tardia
Escrevo porque existe uma área no olho, que não sei nomear, onde a lágrima se deposita antes de rolar para as faces, uma espécie de pequeno leito, uma borda.
Escrevo porque meu corpo tem um ritmo: o coração, o ventre, o estômago, o sistema nervoso, as mãos, o útero.
Escrevo porque não sou eu quem escrevo, mas as palavras a se escreverem, urgentes.
Escrevo porque sou muitas.
Escrevo porque hoje é o amanhã do ontem.
Escrevo porque não é o tempo que passa, mas nós a passarmos e é em nós que existe a duração, esse desvio subjetivo do tempo, em que as coisas perduram, o passado se transforma em presente e o futuro deixa de ser um mistério para se tornar uma vontade.
Escrevo porque morro e ressuscito.
Escrevo porque as palavras são criaturas cheias de dimensões e as coisas podem ser outras.
Escrevo porque os fatos não existem como uma coisa imponderável e fixa.
Escrevo porque acredito. Intransitivamente.
Escrevo porque a morte se insinua em cada desistência.
Escrevo porque Paul Celan, um dia, falou de uma "flecha tardia". Ele a lançou e ela, no futuro em que estou, me atingiu. Quero lançá-la mais adiante.
Escrevo porque Manuel Bandeira disse que Teresa era uma lagarta listrada.
Escrevo porque sou pedra e planta.
Escrevo porque meus pais fugiram do velho mundo, porque existem ainda pessoas fugindo de um país a outro, porque sou também fugitiva, porque a fuga é a condição primária da perda e do encontro.
Escrevo porque não entendo quase nada, porque não sei o pensamento, porque não conheço ninguém.
Escrevo porque amo David Grossman, que escreve tão melhor do que eu.
Escrevo porque escrever é errar e precisamos fugir do acerto.
Escrevo porque habito na iminência e ela habita em mim e porque, na borda do precipício, ou pulo ou contemplo a vertigem.
Escrevo porque entre as palavras existe o silêncio que elas inventam.
Escrevo porque resistir é aumentar o grau de impenetrabilidade.
Escrevo porque é difícil.
Escrevo porque tenho filhos, uma transitoriedade, uma lembrança, um salto.
Escrevo porque existe a nuance, essa nuvem que sopra sobre as coisas fixas.
Escrevo porque sou dinamite.
Escrevo porque aprendi a raiva, nariz comprimido, olhos apertados, peito contraído, potência dirigida.
Escrevo porque o amor é redondo, geodésico, porque ele planta bananeira e porque ele é a casca, o sumo e o caroço.
Escrevo porque sou pó.
Escrevo porque as etimologias me convocam para novas histórias, porque elas querem ser reveladas e porque revelar é também, de certa forma, velar de novo.
Escrevo porque li que, na índia, existe um deus cujo manto é feito de sílabas e porque essas sílabas sustentam o mundo.
Escrevo para entender o que são os metros dáctilo e trocaico.
Escrevo porque Sócrates, antes de morrer, aprendeu a tocar uma fuga na flauta e porque, ao ser perguntado sobre isso disse: quero aprender mais alguma coisa antes de morrer.
Nem sei por que escrevo. Escrevo porque nem sei.
Doença viva
tenho uma doença e não se trata do corpo, está marcada na alma.
ela mata, todo dia eu morro, ela mata, mata ela.
tem dor, tem voz, grita grita.
só, para se ficar só, ela afasta.
perdi a razão não sei sobre a vida nada, sobre-viver, me mata, quero morrer queimada, renascer Florença.
quero viver sobre o que a de bom na fita da vida, quero gozar da vida e não ser mais uma vítima
Silenciei, me afastei...
O que eu sentia não consegui mudar.
E ao olhar mais uma vezes seus olhos azuis...
Me permitir transbordar
Mesmo sem ter você
Foi bom me apaixonar.
"É preciso saber amar, não especificamente em especial destacar uma pessoa.
Mais em destacar-se a si mesmo, em forma de luz na vida dessa pessoa".
Filosofia é igual arte, não há como explicar uma obra prima, é tudo muito subjetivo, no caso da arte é quase sempre abstrato.
Não deveria ser a partida de uma paixão que derrube nosso castelo. Estamos prestes a descobrir uma fortaleza antes do êxodo.
A minha história não começa nem termina aqui; sou apenas parte de uma engrenagem do enredo de um filme chamado vida.
Mais uma crise de saudade. Inúmeras vezes tenho esse problema. Fico me perguntando pq você não tentou mais? Pq não me procurou mais? Pq não lutou pra ter eu perto? Eu sei que eu que terminei, mas nem com isso você se importou tanto. Você tentou por alguns dias, desistiu de nós e resolveu seguir a vida. Poxa vida, foram 8 anos que você não tentou consertar e deixou fugir pelas mãos. Eu ainda sinto uma dor no peito, de saber o quanto eu me doei por você, do quanto eu lutei para que tivéssemos uma vida boa, para te fazer feliz. Poxa vida, você deixou escapar uma vida inteira juntos.
Em nossa cultura, quando uma criança não vai bem na escola, o pai considera geralmente o fracasso do filho como sinal de seu próprio fracasso. Pela mesma razão, o êxito do filho infla o ego do pai.
As pessoas que não são envolvidas com seus egos, que conservam uma forte identificação com sua natureza animal, não temem a morte.
Você precisa saber o que diz meu coração: Entreguei meu coração a um sonho que não passa de uma ilusão.
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