Nao Magoe um Alguem
É um filtro pra cada riso,
um clique pra cada ato.
A vida é linda em retrato,
só não corresponde a verdade.
Me sinto um privilegiando por não precisar diminuir ninguém para exaltar o outro! Não julgo a vida alheia!
Eu só observo calado... Aquilo que é negativo é lição para não fazer, aquilo que é postivo é bem vindo para eu me aperfeiçoar.
“O Escoteiro é um crente e eu repudio. toda a forma de escotismo que não tenha a religião por base."
A conaturalidade do método escotista com a religião é clara desde o início do escotismo.
"Os exploradores e guias do escoteirismo católico de selva praticam o método não em um bosque ou floresta, mas no ambiente selvagem da mata virgem e fechada. Sãoassemelhados aos exploradores da modalidade básica, ainda que deles se diferenciempela especialização em locais mais difíceis e perigosos. O conjunto dos agrupamentosde selva na AG&E é conhecido como “Brigada de Selva da AG&E."
"A santidade não pertence a um período específico, nem possui um
uniforme particular. O sentido das responsabilidades despertado pela pedagogia escotista conduz a uma vida na caridade e ao desejo de se colocar ao serviço do seu próximo, à imagem de Cristo servo, alicerçando-se na graça que Cristo oferece, em particular, através dossacramentos da Eucaristia e do Perdão."
Toda poeta tem um cemitério particular, dos poemas compostos, vividos (ou não), desvalidos, arquivados, esquecidos. Quando vividos, eram alegres, lidos, compartilhados, admirados, entregues, para então serem guardados… Certas poesias têm amor, desamor, dor(sua causa mortis). Começam com um encanto, para morrer num desencanto. Ao contrário de qualquer outro fim, a poesia é teimosa, inquieta, sagaz. Ao mínimo sinal de chuva e luz, desperta-se das profundezas de seu estado, e renasce ainda mais bela e florida, para ser entregue a novos amores, novas vidas. Assim, a imortal poesia teima em eternizar-se, ate que haja um último ser capaz de amar, ou os dois últimos seres da Terra. Só assim, como não houver nenhum coração para habitar, dar-se-á por satisfeita e findará, eternamente morrerá.
A felicidade não está condicionada a bens materiais, a felicidade vive dentro de cada um de nós, basta cultiva-la e um dia você poderá provar dos frutos desta felicidade. A felicidade é um estado mental de satisfação, gratidão e outros fatores que quando são unidos te deixam feliz. Para alcançar a felicidade nós temos que trabalhar no momento, focar em cada segundo do presente e fazer sempre o seu melhor, um dia após o outro você pode ser melhor do que o dia anterior, a felicidade é estar bem consigo mesmo, independente dos obstáculos.
NILO DEYSON MONTEIRO PESSANHA
Um dia morro, todos os outros dias vivo,
Porém quando eu não estiver ao seu lado eu estarei nas minhas obras, na minha filosofia, no entanto, se perceber, você me sente dentro de você, pois estou vivo eternamente !!!
No Google Nilo Deyson
Ao meu amor
Não levo-te um girassol
Nem escrita num cartão
Deixo-lhe esse simples poema
Pra atiçar sua imaginação
Quero manhãs de domigo
E toque sem usar as mãos
E sentir a vida mais viva
Pelo querer com coração
Quero sorriso que salta dos olhos
E borboletas dançando no coração
Quero com você ter todos os sonhos
E florescer em todas estações
Que o romance permaneça em nós
Que seja leve como brisa
Delicado como flor
Mas que queime feito brasa
Porque amor apesar de calmaria
Precisa ser intensidade se não esfria
Amor não é completar o outro
É ser inteiro e mesmo assim querer companhia
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 14/06/2020 às 21:00 horas
Manter créditos de autoria original #Andrea_Domingues
A havaiana quebrou a correia e não hesitei, coloquei um prego (o tempo de ir no mercado). Daí as lembranças da infância. Naquele período ela quebrava, prego! O prego saia cortava um pouquinho e prego, novamente. Mas sou grato por esse passado, me tornou mais forte, menos ingrato e com a consciência de ter e viver com o necessário.
Por favor, não desista agora! Sei que parece um sofrimento interminável, mas acredite em mim: tudo isso vai passar. Eu estive onde você está e sei que você também trilhará a senda que o trará até onde estou . E daqui poderemos seguir o caminho, juntos.
Hoje
Hoje o dia chora
Não há metáfora
Não chove
Há um vapor
Um suor
Um choro
Que exala dos poros
Há um transpirar
Escorrer
Que banha as lembranças
Há um recordar
De dois corpos suados
Pregados
Em meus pensamentos
Do que foi todo
Meu choro.
Livro Pó de Anjo
Autora: Rosana Fleury
A boa notícia é que racista e anti-racista não são identidades fixas. Podemos ser racistas em um minuto e anti-racistas no próximo. O que dizemos sobre as questões raciais e o que fazemos, em cada momento, determina o que - enão quem - somos.
Ela só queria um abraço..
Um afago descomprometido que não levasse ao sexo,
um aperto, um carinho,
sentir um coração batendo,
um coração que não fosse o seu.
Queria ser entendida, ouvida e amada,
muito além do desejo, do sexo,
ela não queria mais ser usada,
queria ouvir a chuva cair no telhado
acalmando sua alma,
enquanto se aquecia, em um abraço, acalentada...
ela só queria o silêncio...
um carinho nos cabelos,
uma mão que acariciasse seu rosto,
se sentir amada,
é muito além do desejo, é a calma,
a tranquilidade profunda,
que a profunda dor acalma.
"O que aprendi com as borboletas?
Que não basta apenas ter um jardim bonito, é preciso também cuidar das flores, pra quê quando elas pousem gostem de ficar."
Digo à minha mente: calma, leveza e paciência. Embora tudo esteja de um jeito tão 'não quero que seja assim', eu tento acreditar que um dia eu vou ter paz, paz solitária e paz nos gestos. Essa corda que é cortada todos os dias e não me permite saber quem é, um dia vai ser mais previsível e eu conduzirei minha vida com mais conforto, e a agonia de existir ainda vai existir, mas de uma forma mais contida, bem, é o que eu sonho.
Vatapá do Cerrado
Um dia ele chegou e disse:
— Acabou! Não volto mais.
Saí da caixa das comodidades e perguntei:
— Por quê?
Ele disse:
— Não sei, falta... Tempero.
Saí depenada na partilha, minha única herança:
Um velho livro de receitas.
Mas havia um sentido ao acontecido:
Casa dividida
Filhos partindo
Amigos indecisos
Família desconfiada
E eu sozinha...
...e o pior, ser acusada de ser sem tempero!
Realmente, naquele lugar, não havia espaço para que eu pudesse descarnar minha alma e retemperar minha vida.
Passei pelo quarto de minha AVÓ, que disse:
— Tenha fé! Se tivesse pernas lhe acompanharia.
Parti.
De lembranças: mudas de alecrim, coentro, manjericão, ora-pro-nobis.
Talvez a outra fosse assim:
Com a boca besuntada de manteiga de cacau, escorrendo ignorância, pele cor de açafrão de tanto vadiar ao sol, cabelos negros como tinta de lula.
Mas...
Eu tinha as faces cor de pimenta rosa e um modo de fazer diferente.
Precisava remexer e fazer um VATAPÁ e mostrar a todos que o amanhã é outro dia.
Desossei uma galinha, desfiei sua carne e modifiquei meu "penteado".
Coloquei um quilo de camarão, imaginando que o mar é grande...
Deitei azeite de dendê em abundância para lustrar meu ego.
Despejei leite de coco, pensando que o vento no coqueiral, vira a qualquer hora.
Apertei os tomates maduros para que não sangrassem antes da hora.
Piquei e chorei junto às cebolas e acreditei que elas exorcizam o ambiente.
Com parcimônia no sal (à gosto) e acreditei em Deus e na criação.
Usei alho em lâminas para espantar a inveja
Salsas e cebolinhas trituradas para dizer que tenho tempero.
Abracei a azeitona para dar um toque aveludado à vida
Troquei... era hora... o amendoim dominado pela suavidade do baru do cerrado e acreditei no equilíbrio do sabor.
Retemperei e acreditei na receita, estava tudo pronto... mesa posta e farinha de mandioca para engrossar minha intuição.
Cansada, eu agora, precisava de um banho, de um mergulho. No quintal uma banheira jazia também abandonada.
Lustrei vida nova a ela. Forrei com alecrim para perfumar meu corpo.
Cerrei as vistas de curiosos, com lençóis, para que não criticassem minha nudez e filtrassem somente bons ventos;
Mergulhei!
E foi assim: era fim de outono, as folhas caíram na virada da tarde.
Pétalas coloridas inundaram a banheira e eu me senti importante com tantos confetes!
Na verdade, ele me perdeu, o tempo avisou que as folhas velhas cairiam, dando lugar às folhas verdejantes e elas inundaram a banheira. E eu cheirando a alecrim, engatei uma nova estação e pensei:
“Amor requentado
amigo reconciliado
nunca dão um bom-bocado”
Aceite e acredite na sua receita.
Livro: Não Cortem Meus Cabelos
Autora: Rosana Fleury
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