Nao Magoe um Alguem

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⁠não precisamos enfrentar todos medos de uma só vez, num mesmo dia; escolha um e enfrente, a vida é cheia de etapas, ninguém assiste alguma coisa pulando para o final.
ninguém desce uma escada grande pulando do último degrau embaixo.
aceite seu tempo, imponha limites na sua própria vida, mas jamais deixe que seus próprios limites te afetem.

⁠tem histórias que acabam. mas tem outras que são um ponto de partida;
isso não é uma história.

sou um tipo de pessoa que não guardo rancor de ninguém, mas cada um tem de mim, aquilo que merece.
e mesmo que possa ter me machucado, sempre que precisam eu tô ali.
na pior, eu tô junto, no melhor, eu tô na plateia.
e me sinto muito bem assim.
mandou uma mensagem, eu respondo, podemos até ter nos falado anos atrás. mas de uma única coisa, eu sei, somos todos temporários, e se for pra deixar saudade, que fique a saudade de que um dia, quando mais precisaram de mim, estive ali.
-eumaria

"O milagre é uma ação conjunta de atitude e fé. Sem uma delas, não passa de um sonho!"

Toda constante tem um espelho quantico. Pois a variável e parte da energia para energia não há espaço ou tempo se existe hoje sempre existiu pois ate nos primórdios houve um momento que energia tocou o homem na fogueira ouve evolução existencial dos humanos.

O mundo não gira ele capota em suas metáforas ate um terra plana acreditam!
Imagina as estrelas serem luzes de abajur de Deus.

​O Despertar da Matriz Cósmica
​A Terra não era apenas um lar para a humanidade; era uma incubadora.
​Enquanto os homens se digladiavam em Mercúrio por causa da gripe de silício, a atmosfera terrestre mudava drasticamente. A poluição industrial, as armas de plasma e a queima de recursos alteraram o campo eletromagnético do planeta. O céu se transformou em uma máquina de tempestades perpétuas. Os relâmpagos, que antes eram fenômenos climáticos comuns, tornaram-se descargas colossais de energia estática — o gatilho perfeito, esperado há milênios.
​Esses relâmpagos agiam como um cordão umbilical elétrico conectado diretamente à Lua. O satélite da Terra, na verdade, era oco: um gigantesco ninho adormecido de dinossauros de energia. Os filhotes dessas criaturas titânicas, que dormiam no núcleo lunar profundo desde a aurora dos tempos, começaram a se agitar, absorvendo os pulsos elétricos enviados pelas tempestades da Terra.
​Mas o verdadeiro estopim para a expansão desse bio-universo estava escondido sob a areia do nosso próprio planeta.
​Dentro das antigas pirâmides do Egito e das Américas, nanopartículas ancestrais e adormecidas foram expostas à nova atmosfera alterada pelo homem. Como engrenagens de uma tecnologia biológica esquecida, essas nanopartículas despertaram, emitindo uma frequência que rasgou o tecido da realidade subatômica. Elas abriram os portões para o nível mais profundo do ecossistema cósmico: o reino da matéria escura.
​Das fendas geradas pelas pirâmides, surgiram os Besouros-Peixes, criaturas híbridas e biomecânicas que nadavam pelo espaço como se o vácuo fosse um oceano denso. Eles não precisavam de sol, plasma ou radiação. Eles se alimentavam exclusivamente de matéria escura, devorando a massa invisível que mantém as galáxias unidas.
​A cadeia alimentar do universo havia chegado ao seu ápice assustador:
​Na Terra, as pirâmides liberavam as nanopartículas e os Besouros-Peixes limpavam a matéria escura.
​A atmosfera terrestre carregada disparava relâmpagos para chocar os Dinossauros de Energia dentro da Lua.
​No espaço profundo, os Navegantes dos Ventos Solares faziam seu balé radioativo, servindo de banquete para as Baleias Planetárias.
​E na estática invisível de tudo isso, as Gaivotas Transdimensionais observavam.
​A humanidade achava que estava mudando o clima do planeta por acidente. Na verdade, eles estavam apenas girando a chave para o despertar do verdadeiro bio-universo. Os deuses de energia e os titãs de matéria escura estavam famintos, e a Lua estava prestes a quebrar como uma casca de ovo.

Todo ato da necessidade de um início pois sem ação não se tem reação.
Na resiliência da ação.
Neste fato Feedback da alienação apenas é desculpa para continuar a musica do rebola.

Mosaico do Tempo e a Ilusão da Causa
​O erro do paradoxo temporal pode não ser um erro de fato, mas um caminho não intrusivo. Afinal, a coexistência simultânea parece impossível até mesmo no microcosmo — a menos que consideremos a possibilidade da entropia existir dentro da própria visão. O que significa existir em um universo etéreo, onde a luz replica a si mesma? Na coexistência entre a sombra e o "eu", há uma aparente igualdade que logo se desfaz, pois é a luz que coordena e dita essa existência. O ser existe porque o caleidoscópio é parte intrínseca da visão cubista.
​Compreender os mistérios exige olhar para dentro deles, e não apenas especular. Buscamos a solução de tudo na equação e no equilíbrio do todo para o todo; mas, quando nos deparamos com o caos e com aquilo que não conseguimos explicar, criamos fantasias e medos, transformando a dúvida em crônicas de mito e misticismo. O tempo necessário para a compreensão ainda faz parte da Caverna de Platão: um olhar moldado pelo medo e pela desconfiança. No entanto, ao olharmos para os céus como grandes edificações, o tempo passa e aquilo que tanto nos intrigava torna-se irrelevante. O jogo terminou.
​Diante da fusão do pensamento, a realidade torna-se um mosaico temporal, um passado congelado pela força da emoção. O estado analógico fez o pássaro voar dentro de uma condição assimilada pela teoria do espelho: a existência do mundo macro depende do observador, e a mutabilidade da causalidade temporal transforma-se na bebida dos deuses. A existência emerge pelo simples e puro fato de existir.
​Contudo, quando os adereços da causalidade são reunidos no estopim de um evento, a causa se torna o ponto mais fascinante: todos os desfechos convergem para ela, independentemente do que façamos. Mas o que acontece quando essa interação ganha novas sombras e novos observadores? Terá a história o mesmo final? Guardará ela a mesma propriedade na profundidade das probabilidades?
​A construção de uma nova realidade é ambígua. Na arquitetura de um megacubo espacial — um cubo desdobrado no espaço-tempo —, o som finalmente seria compreendido através da distorção da gravidade. Haveria uma defasagem da história no próprio ato de sua escrita, uma nova proposta de criação vinda de um mundo de sombras.
​O som viaja pelo espaço, mesmo quando este se mostra vazio e translúcido. É quando a gravidade o toca que invocamos novos acordes ou o silêncio absoluto; a atração o torna inerte, transformando-o na imagem de um passado guardado em nossas lembranças. O cubismo fragmenta essa imagem. O som pode ser distorcido, e o próprio movimento da gravidade pode ser modificado pela força do simples querer, pela pura manifestação da vontade. É quando a lei da relatividade, enfim, transcende a própria causalidade.
Por Celso Roberto Nadilo
Pensamentos

Veneno do ar

​O frio que faz em São Paulo não é um frio úmido e macio; é um frio matinal, quase rarefeito, que dá a sensação de ser ainda mais gelado. A poluição aumenta a tensão desse inverno cortante. Diferente do frio do sul do país — que, embora mais acentuado, tem um ar menos pesado e menos agressivo —, aqui o gelo dói nos ossos.
​Às vezes sinto que a Era do Gelo está mais perto, mas provocada por esse choque extremo entre a temperatura, a poluição e o calor. O frio só faz exaltar o tempo que nos fascina.
​O desejo humano tenta transformar o deserto em floresta artificial, mas os nossos sonhos ainda são gelados. No sentido mais profundo, vemos aglomerados urbanos que viraram neblina. O Sol aparece, às vezes parecendo mais opaco e distante, pois as nuvens de fumaça sufocam a alma.

⁠Em um mundo preto e branco ..feliz é aquele que se veste de xadreizinho...não é sobre ser igual todo mundo... e sim fazer a diferença no meio de todos ....

⁠O amor não sustenta relacionamento nenhum...
O alicerce de um relacionamento saudável é o respeito , a cumplicidade e a verdade ... amar é muito mais que um eu te amo... amor é cuidado!!!

⁠Se precisar eu me fecho sim!!! Cansa sorrir e não receber um sorriso... cansa se doar e não receber carinho... cansa dar amor e receber migalhas ou nem isso...
Se preciso for eu me fecho sim !! Não nasci pra isso... mendigar sentimentos de quem não está disposto... viver um relacionamento tóxico só pra constar no status... viver um amor fake só pra se iludir que tem uma pessoa... se preciso for eu fico sozinha mas não carrego comigo a culpa de um amor fracassado.. nao mesmo , isso nunca!!

As vezes me pego triste..
sei la , nao me julgue..
aqui nao mora um coracao de lata..
nao esquece que sou feita de carne..
tambem sofro....

E que a vida me de um novo amor...
e se nao der? eu corro atras de conseguir um...
ano novo , vida nova , relacionamento fresquinho...
novinho em folha.. e o que eu quero..

A MULHER QUE TEM ALTO ESTIMA...
NAO PRECISA DE UM SALTO 15..
PORQUE ELA SABE QUE E LINDA, PODEROSA,ABSOLUTA..
ELA NAO SE ELEVA..JA NASCEU ESTRELA ..
BRILHA LA DE CIMA..

"Não existe um ano novo.
O que existe? Nós, separados, de novo.
Existe a solidão, a dor, o desgosto.
Existe o sonho de um novo amor e o pesadelo de um amor, que já não é novo.
Os fogos da meia-noite, não chegam perto do, na noite, o nosso fogo.
Só mais um ano, aí deixarei de ser o tolo.
Esquecerei ela, seguirei minha vida, viverei com gosto.
Entra ano e sai ano e continuo iludido, parvo e mentiroso.
O passar dos anos já não é mais doloroso.
A vida está amarga, a bebida já não tem mais gosto.
Passou-se mais um, esperarei mais um, dois e um outro.
Por você, aguardar toda a eternidade parece-me pouco.
Hoje, quando o relógio marcou meia-noite, lembrei você, lembrei nós, senti o peito roto.
Sei que não existe, mas amada minha, feliz ano novo..."

Minha conversa com Heráclito


Encontrei Heráclito sentado à margem de um rio. Não sei se era o mesmo rio de que tanto falaram depois dele, mas isso pouco importava. A água passava silenciosa, indiferente à nossa presença, levando consigo folhas, reflexos e alguma coisa do tempo.
Sentei-me ao seu lado e perguntei:
— É verdade, Heráclito, que ninguém entra duas vezes no mesmo rio?
Ele olhou para a água antes de responder:
— Olhe para ela. Quando seus olhos voltarem ao mesmo lugar, aquela água já terá partido.
— Então tudo muda?
— Tudo se transforma.
Fiquei algum tempo em silêncio. Depois pensei no mundo que conheço, nas cidades enormes, nos homens trabalhando até o cansaço, na riqueza acumulada em poucas mãos e na pobreza atravessando gerações.
— Se tudo muda — perguntei —, por que algumas injustiças parecem nunca mudar?
Heráclito abaixou os olhos para uma pedra junto aos seus pés.
— Porque mudança não significa justiça.
A resposta me perturbou.
— Então podemos mudar para pior?
— Naturalmente. O rio corre, mas não pergunta ao homem para onde ele deseja chegar.
— Nesse caso, de que nos serve saber que tudo se transforma?
Ele finalmente me olhou.
— Para compreender que aquilo que existe não possui o direito de chamar-se eterno.
Pensei nos impérios. Pensei nos reis. Pensei nos homens que, em diferentes épocas, acreditaram que suas riquezas, suas fronteiras e seus poderes durariam para sempre. Pensei também naqueles que vivem embaixo, sustentando silenciosamente aquilo que outros chamam de ordem.
— Há uma coisa que sempre me incomodou — disse a ele. — Quando uma sociedade produz tanta riqueza, por que alguns possuem tanto e outros precisam lutar pelo mínimo?
Heráclito não respondeu imediatamente.
— Essa pergunta pertence mais ao seu tempo do que ao meu.
— Talvez. Mas a desigualdade é antiga.
— Sim. E exatamente por ser antiga, muitos cometem o erro de imaginá-la natural.
Olhei novamente para o rio.
— Eu não acredito nisso. Não consigo aceitar que a miséria de um homem seja necessária para o conforto de outro.
— Então não aceite.
— Parece simples quando você diz.
— Eu não disse que seria simples.
Sorri.
Heráclito continuou:
— Os homens confundem frequentemente aquilo que existe há muito tempo com aquilo que deve existir para sempre.
A frase ficou dentro de mim.
Talvez seja assim que tantas injustiças sobrevivam. Primeiro tornam-se hábito. Depois tradição. Mais tarde recebem outro nome: normalidade.
E finalmente aparece alguém para dizer que sempre foi assim.
— Mas você dizia que os contrários fazem parte do mundo — provoquei. — Rico e pobre também seriam contrários necessários? Oprimido e opressor? Fome e abundância?
Heráclito franziu a testa.
— Cuidado para não transformar filosofia em desculpa.
Fiquei surpreso.
— Explique.
— Reconhecer que existem tensões entre os contrários não significa declarar justa toda contradição criada pelos homens.
Aquilo me pareceu importante.
Há uma diferença enorme entre compreender o mundo e ajoelhar-se diante dele.
— Então a filosofia também pode ser perigosa?
— Toda ideia pode tornar-se perigosa quando alguém a utiliza para justificar aquilo que não deseja transformar.
O rio continuava passando diante de nós.
Perguntei:
— E o Logos? Essa ordem que você dizia existir por trás das coisas? Onde está essa ordem quando uma criança sente fome diante de uma mesa onde sobra comida?
Heráclito permaneceu em silêncio.
Dessa vez fui eu quem respondeu:
— Talvez aí não exista ordem nenhuma. Talvez exista apenas uma ordem construída pelos homens para favorecer alguns homens.
Ele sorriu discretamente.
— Então você começou a fazer filosofia.
— Porque discordei de você?
— Porque perguntou.
Olhei para minhas mãos.
Talvez a filosofia começasse justamente ali: quando deixamos de aceitar uma resposta simplesmente porque alguém importante a pronunciou há dois milênios.
— Heráclito, eu ainda acredito que o mundo pode ser mais justo.
— Mesmo depois de tudo o que já viu?
— Talvez justamente por causa de tudo o que já vi.
Ele pegou uma pequena pedra e lançou-a no rio.
A água abriu-se por um instante, formou círculos e depois continuou seu caminho.
— Veja — disse ele. — Uma pequena pedra não impede o rio.
— Mas modifica a água.
— Por um instante.
— Às vezes um instante é suficiente para começar alguma coisa.
Heráclito sorriu.
Levantei-me.
Antes de partir, fiz minha última pergunta:
— Se tudo passa, Heráclito, o que devemos fazer enquanto estamos aqui?
Ele olhou novamente para o rio.
Não respondeu.
Talvez porque algumas perguntas precisem permanecer abertas.
Comecei a caminhar e, depois de alguns passos, voltei os olhos para trás. Heráclito continuava sentado diante da água.
Foi então que compreendi alguma coisa que talvez ele nunca tivesse dito:
se o mundo está sempre mudando, nossa responsabilidade não é impedir a mudança.
É disputar a direção dela.
Porque o rio do tempo continuará correndo conosco ou sem nós.
Mas enquanto estivermos em suas margens, ainda podemos decidir que espécie de humanidade desejamos colocar dentro de suas águas.


“Se o mundo está sempre mudando, nossa responsabilidade não é impedir a mudança. É disputar a direção dela.”

HERÁCLITO — A MUDANÇA
Heráclito me mostrou que nada permanece. Somos feitos de passagem, contradição e transformação. Por isso, não temo tanto a mudança. Se tudo muda, aquilo que é injusto também pode mudar e nós podemos participar dessa transformação.

O 'amor que tudo suporta' na Bíblia não é um convite à aceitação de abusos, traições ou desrespeito. Ele se refere à resiliência diante das crises, como a doença e a escassez, e à paciência com as imperfeições humanas.

Rumo ao tetra!
Não gostar do Lula é um direito! Lutar contra o fascismo é um dever! E abominar o clã é obrigação!