Nao Magoe um Alguem

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A Bíblia não é apenas um livro religioso dado para preparar o homem para o céu, mas a revelação infalível de Deus para ensinar o ser humano a viver diante dEle na terra; porque toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, repreensão, correção e educação na justiça (2Tm 3.16–17), sendo lâmpada para os pés e luz para o caminho (Sl 119.105). Rejeitar sua autoridade é andar em trevas, mas submetê-la à vida é conhecer a verdade que transforma o coração, governa os relacionamentos e conduz o homem à verdadeira sabedoria diante de Deus (Jo 17.17; Pv 1.7; Mt 22.37–39).”

"Quem ama a Palavra de Deus não se cansa de estudá-la. Assim como um torcedor apaixonado passa horas falando sobre uma partida de futebol, o cristão que ama a Bíblia pode passar horas meditando nas Sagradas Escrituras, porque sabe que cada palavra foi inspirada por Deus e revela as riquezas da Sua sabedoria, conforme Ele quis dar a conhecer ao Seu povo. Quanto mais estudamos a Palavra, mais conhecemos o Senhor, compreendemos Sua vontade e contemplamos a beleza da Sua verdade."








Referências bíblicas:
•2 Timóteo 3.16-17;
•Salmos 1.1-3;
•Salmos 119.97-105;
•Josué 1.8;
•Colossenses 1.9-10;
•Romanos 11.33;
•João 17.3;
•2 Pedro 3.18.

"O evangelho não é um projeto de reforma social, mas também não é indiferente à sociedade; ele transforma o coração humano e, por meio de pessoas transformadas, produz frutos concretos na vida social."


(Rm 12.2; Mc 8.36)

"O imitador não passa de um parasita existencial incapaz de evoluir. Sua busca por vitórias comparativas serve apenas como um curativo provisório para a sangria do ego ferido, na vã esperança de que superar a sua marca apague o próprio vazio."

- Leandra Pinheiro

O desespero de um, não afeta a sociedade, mas o grito desesperado de uma multidão, abala as estruturas do universo inteiro!

Quando um país se endivida cada vez mais, a pergunta não é apenas quanto deve. A verdadeira pergunta é: quem pagará esse preço e quais oportunidades deixarão de existir?

Eu queria ser como você
Um pequeno tolo a ser
Está dança não é para dois
Mas você continua a se mover
A tintura com a chuva se expurga
Escorre para longe, e mais longe
Continuas, esturga
Até não saber mais onde

O Facebook não passa de um marketplace de demagogias, imposições e caos! É um cada um por si, numa terra sem lei!

Os EUA estão com a moral tão baixa que bombardeiam a si mesmos! Um bombardeiro B-52 caiu e não deixou sobreviventes!⁠

Velho Amigo Pirata

Olhares voltados para um só lugar
Lugar que não se vê, mas existe
Que quando sonhado
Inspira menosprezar o próprio mar

E quanto encontrar tal Perola e toca-la
Momento se tornará musica, sem nota ou cifra!.
Contudo, velho amigo pirata
Já sinto as cordas frouxas e velas enfraquecidas

Espero desacordado, anestesiado pelas ondas
Desesperadamente calmo não conto mais os dias
Minha pele está ferida, rala e branca
E em minha mente, são raras tais lembranças...

O sentido de respirar que me hesitava já não existia
A derivação do espaço, era por algo que já não entendia
E eram tantos os dias, que simplesmente sorri, por algo que realmente sabia
Morri em busca da minha própria morte.

“Os ventos que atingem o foco do olhar,
São os mesmos que dizem quando parar.”

A vida não é um jogo
Quem imcopreende isso
Assume o compromisso
Com sua própria involução

Sexualidade é só um detalhe, tipo gravata borboleta. Não exagere nos detalhes.

Não existe pessoa mais desconstruída do que um homem bomba.

antes de mim.


Naquela noite eu recebi uma ligação de um número que não existia.


Não era número privado. Não era desconhecido.


Simplesmente não existia.


Ainda assim, atendi.


- Alô?


Do outro lado, silêncio.


Depois uma voz.


A minha.


- Não vá dormir hoje.


Eu ri.


Não porque fosse engraçado. Ri porque algumas coisas assustam menos quando a gente finge que são ridículas.


- Quem é?


- Você.


- Isso não tem graça.


- Eu sei.


A ligação caiu.


Fiquei olhando para o telefone por alguns segundos, esperando alguma explicação aparecer na tela. Nada.


Joguei o celular na cama e tentei esquecer.


Cinco minutos depois, bateram na porta.


Três batidas.


Sempre três.


Levantei.


Não havia ninguém.


Só um envelope no chão.


Meu nome estava escrito à mão.


Dentro havia uma foto.


Era uma foto minha dormindo.


No verso, uma frase:


“Você tem oito horas.”


Eu deveria ter chamado alguém.


Não chamei.


Talvez porque, no fundo, uma parte de mim já soubesse que aquilo não tinha começado naquela noite.


Passei a madrugada tentando encontrar uma explicação.


Procurei a origem do número.


Nada.


Revirei mensagens antigas.


Nada.


Olhei as câmeras.


Às 02:13, alguém entrou.


Era eu.


A mesma roupa que eu estava usando.


O mesmo rosto.


A mesma cicatriz pequena perto da sobrancelha.


Eu parei o vídeo.


Voltei.


Assisti de novo.


Eu entrava em casa às 02:13.


Mas eu estava em casa.


Sentado na frente daquela tela.


O vídeo continuava.


Eu aparecia no corredor.


Parava diante da minha porta.


Olhava diretamente para a câmera.


E sorria.


Depois levantava a mão.


Três batidas.


A gravação terminava.


Eu olhei para a minha porta.


Três batidas vieram do outro lado.


Não abri.


Às 05:40, alguém bateu novamente.


Dessa vez, uma mulher falou meu nome.


Eu conhecia aquela voz.


Era impossível.


Ela tinha morrido há seis meses.


Fiquei parado no meio da sala.


Ela disse:


- Você prometeu que não faria isso de novo.


Não respondi.


- Eu sei que você está aí.


Meu corpo inteiro ficou frio.


- O que eu fiz?


Silêncio.


Depois:


- Ainda não fez.


Às 06:15, recebi outra mensagem.


Uma localização.


Um endereço que eu não reconhecia.


Abaixo, apenas:


“Se quiser saber por que todos estão tentando impedir você, venha sozinho.”


Fui.


Não sei por quê.


Talvez porque algumas perguntas sejam mais perigosas quando ficam sem resposta.


O lugar era uma casa abandonada.


Entrei.


Havia fotos nas paredes.


Centenas.


Todas minhas.


Eu criança.


Eu adolescente.


Eu adulto.


Eu dormindo.


Eu chorando.


Eu dirigindo.


Eu trabalhando.


Eu abraçando pessoas.


Eu terminando relacionamentos.


Eu sozinho.


E então encontrei uma foto que me fez parar.


Era eu, sentado naquela mesma casa.


Com cinquenta e poucos anos.


Ao meu lado havia uma mulher.


Não reconheci.


Atrás da foto estava escrito:


“Primeira tentativa.”


Outra foto.


Eu, mais velho.


Sozinho.


“Segunda tentativa.”


Outra.


Eu sorrindo.


Uma família ao meu redor.


“Terceira tentativa.”


E então uma última.


Eu, exatamente como estava naquela manhã.


Abaixo:


“Quarta tentativa.”


Foi quando ouvi passos.


Virei.


Um homem entrou.


Eu conhecia aquele rosto.


Era o homem do vídeo.


Era eu.


Só que mais velho.


Muito mais velho.


Ele fechou a porta.


- Finalmente.


- O que está acontecendo?


Ele sentou.


- Você vai me odiar.


- Quem é você?


Ele respirou fundo.


- Sou a única versão sua que conseguiu chegar até aqui.


- Até onde?


Ele olhou para o relógio.


06:59.


- Até antes da escolha.


Ele explicou tudo como se estivesse contando uma história que já tinha contado muitas vezes.


Disse que aquela noite acontecia repetidamente.


Sempre.


Eu recebia a ligação.


Recebia a foto.


Via as câmeras.


Ia até aquela casa.


Encontrava ele.


E então precisava escolher.


Existiam quatro possibilidades.


Em uma, eu permanecia exatamente como era.


Em outra, mudava tudo.


Na terceira, esquecia completamente aquela noite.


Na quarta...


Ele parou.


- Na quarta, você me mata.


Eu ri.


- Por que eu faria isso?


Ele olhou para mim.


- Porque eu sou a única coisa impedindo você de ter a vida que quer.


- Que vida?


Ele não respondeu.


Foi até uma parede.


Havia uma porta.


Uma porta que eu não tinha visto antes.


Ele colocou a mão na maçaneta.


- Você precisa escolher antes das oito.


- E se eu não escolher?


- Já escolheu.


- O quê?


Ele abriu a porta.


Do outro lado havia meu quarto.


O meu quarto.


Exatamente como estava naquela noite.


Minha cama.


Meu celular.


A janela.


O envelope.


Tudo.


Eu entrei.


Na cama havia alguém dormindo.


Eu.


Ele estava dormindo profundamente.


O homem mais velho apareceu atrás de mim.


- Essa é a primeira vez.


- Primeira vez o quê?


- A primeira vez que você conseguiu chegar até aqui sem lembrar.


Olhei para o homem na cama.


- Então quem é ele?


O velho ficou em silêncio.


- Você.


- Não.


- Sim.


- Mas eu estou aqui.


Ele sorriu.


- Esse é o problema.


O relógio marcou 07:59.


Uma sirene começou a tocar em algum lugar distante.


Eu olhei novamente para a cama.


O homem dormindo abriu os olhos.


Sentou.


Olhou diretamente para mim.


E falou:


- Não vá dormir hoje.


Eu senti o sangue desaparecer do rosto.


Era a mesma frase.


A mesma voz.


A minha voz.


O velho começou a chorar.


- Não...


- O quê?


- Dessa vez foi diferente.


- O que foi diferente?


Ele apontou para mim.


- Você nunca deveria ter me visto.


A luz apagou.


Por alguns segundos, não existiu absolutamente nada.


Então ouvi uma porta fechando.


Quando a luz voltou, o velho tinha desaparecido.


A casa estava vazia.


As fotos haviam sumido.


A porta também.


Só havia uma coisa sobre a mesa.


Meu celular.


Ele estava tocando.


Olhei para a tela.


Era uma chamada recebida.


O número não existia.


Atendi.


Do outro lado, silêncio.


Depois uma voz:


- Alô?


Era minha voz.


Mas dessa vez eu não falei nada.


A voz continuou:


- Quem é?


Eu reconheci a frase.


Era exatamente o que eu havia dito naquela noite.


Então percebi.


A história não estava se repetindo.


Eu estava dentro dela.


Eu não tinha recebido uma ligação do futuro.


Eu estava ligando para o passado.


E o homem que eu havia encontrado não era uma versão futura minha.


Era a versão que existia antes de mim.


A quarta tentativa.


A terceira.


A segunda.


A primeira.


Todas as vidas.


Todas as mortes.


Todos aqueles homens.


Não eram versões diferentes.


Eram pessoas diferentes que tinham recebido a mesma ligação.


Todas achando que eram eu.


Todas tentando descobrir quem começou aquilo.


Todas chegando àquela mesma casa.


Todas encontrando alguém mais velho esperando por elas.


Até que uma delas finalmente entendesse.


Não havia nenhum primeiro homem.


Não havia começo.


Só havia o próximo.


A ligação continuava.


Eu poderia desligar.


Poderia falar.


Poderia perguntar.


Mas alguma coisa me impediu.


Então fiz a única coisa que ainda não tinha feito.


Olhei para o relógio.


08:00.


E disse:


- Não vá dormir hoje.


A ligação caiu.


Fiquei parado.


Esperando.


Três batidas vieram da porta.


Eu não me mexi.


Mais três.


Depois ouvi minha própria voz do outro lado:


- Quem é?


Eu olhei para a porta.


E, pela primeira vez, entendi o que estava acontecendo.


Não havia alguém tentando entrar.


Havia alguém tentando sair.


E eu não sabia mais de qual lado da porta estava.


Fim.


Ou talvez só mais uma tentativa.

O desgosto é um silêncio pesado dentro da alma. Não grita, mas corrói devagar. É o choque entre o que esperávamos e o que a vida entregou, uma ferida que não sangra por fora, mas exige do coração uma força que ele nem sempre estava pronto para dar. O desgosto não é apenas um sentimento — é um peso que o corpo inteiro aprende a carregar.

“Deus não destrói um lar para construir outro; Ele transforma corações, restaura caminhos e edifica onde há fé.”

⁠“Existe um momento em que o sujeito percebe que permanecer preso à repetição já não alivia a falta. É no campo da decisão que surge a virada de chave: não a de esquecer o outro, mas a de se libertar da necessidade dele.”

Há momentos em que percebemos que o maior presente da vida não é ter um teto, mas encontrar um lar onde somos acolhidos, respeitados e amados de verdade. É nesse lugar que a alma volta a florescer.

"Traído por um homem, Jesus não desistiu da missão de salvar a humanidade."

O Novo Mundo não passa de um mar de promessas onde cada alma busca sua própria ilha, sem notar que o silêncio de Roanoke é o eco do nosso eterno desejo de desaparecer, apenas para recomeçar no instante em que nasce uma nova Virgínia.
Reno Fioraso