Nao Julgue meus Sentimentos
E por estar tão focado em meu alvo chego a passar pelos obstáculos quase que sem perceber, já meus problemas eu os considero meros retardatários, não posso perder tempo com eles.
É também quando, conscientemente, agradeço pelos meus processos vivos inconscientes, que posso dimensionar mais o meu estar e ser aqui.
Num relacionamento deve haver 4 personagens:
Eu, meu universo, meus amigos, meus segredos
Você, seu universo, seus amigos, seus segredos
Nós, nosso universo, sem amigos, nossos segredos
E nossos amigos, nosso universo compartilhado com nossos amigos, nossos segredos compartilhado com nossos amigos
Minha história de amor começou aquele dia que ti vi minha princesa .
Você encheu meus olhos de alegria com tua beleza,tua simplicidade e oque mais mim fazia feliz? o teu sorriso, esse sim era maravilhoso.
Mas hoje nego ver este sorriso,já que a perdi por completa e a outra pessoa que ti possui.
Como doe esse coração sem você,e as lágrimas que insiste em escorre pelo meu rosto por tua causa,por que meu coração nega ti deixar,mas á consciência diz pra ti deixar e seguir em frente .
E eu aqui...prisioneira de mim mesma...de minhas atitudes...dos meus medos...até quando?...até quando minhas atitudes continuarem sendo as mesmas...até quando meus medos gritarem mais alto que minha vontade...mudar é preciso...enfrentar é essencial...do contrário, prisioneira sim!...por que não?
Faço da minha vida um castelo.
De silêncio severo e prolongado.
Perco o riso no sossego dos meus dias.
Esquecimento das emoções.....
Da ausência de afetos.
Onde calo o meu desejo, com pensamento equilibrado.
Adormeço num sonho miserável, onde o céu derrete.!
Suave cantar em meus ouvidos
Vento que te leve a bruma breve
Vento que me leve a vida leve
Vento que ascende a alma num sorriso
Vento que espalha plumas de avisos:
Hoje é o dia de tua alegria!
Hoje é o dia de tua alegria!
Prelúdio
A sincronia dos meus sonetos é perturbadora
Sonolenta
Me assusta em sua ânsia de afligir-se pelo inusitado
Na busca incansável pelo NOVO?!
O Neo é mero suplício ao engano
Redundância nata ao insucesso
Alívio efervescente ao tempo, intempestivo.
Talento para dissipar-se no intervalo lúcido de um desabafo
Ainda que se desloque
Enlouquece no passado estático, impávido de retrocesso.
A empáfia da mesmice forja novos (?!) dilemas
Ainda que teatral, a realidade emerge
Nos mesmos vultos de insanidade
Outrora decrépitos, que transformam-se em re-formas
Ainda que deformadas pelo conforto de suas escolhas
Estas são obrigações.
Dicotomia pré-estabelecida pela neura de não sucumbir ao conveniente .
Não há o que surgir
Nada além de prefixos fixados sob a farsa da diferenciação.
A exceção é o caos humano.
Nada sou além de funestos repetecos,
Com variantes aqui e acolá,
Temperados pelo equívoco do ser eu
O NEO EU
NEM EU,
NEM NINGUÉM,
É capaz de remover as sombras de tantos outros,
Hora envoltos em mantos de passividade e demência.
A genética previne-nos do engano
“Quem sai aos seus não degenera”
Nem gera
Apenas abriga uma nova seqüência de desejos esgoelados
Por velhos hábitos de festa.
Deformado pelas frestas da hereditariedade
Ergue-se um país, um conceito, uma fábula.
É bem verdade
Não há novidade, nem mesmo na idade
A bula da vaidade, diz “validade”, na invalidez.
Ainda que se desloquem
Repetem-se de três em três... Segundos?!
Enlouquecem os números
Seqüenciados, seqüelados pelo previsível
Quem inventará o inventável?
Eis o inevitável ideograma de coexistir,
À imagem, semelhança e discrepância de sobreviver à rotina
À rotina de ser o que se é,
Em si.
Execução
Queria mastigar meu ventre
Coibi-lo de gerar (e gerir)
O metabolismo de meus vocábulos
Queria arrastá-los desfigurados
Em praça pudica
Pública
Alastrados
Devastados
No cumprimento de minha tão solene e solícita pena
Em plena agonia que ojeriza minha cria extrema
E minha quarentena!
Queria esganar-te e não escrever-te um poema!
Queria entranhar-te o corpo estranho
Que irriga - que irrita – o teu olho castanho!
Mas é de fato uma pena
A pena verteu-se em meu lema
Há pena não mais que eu a tema
Apenas não mais que poemas!
O dia em que o concreto do arquiteto desabou
O que sabes de mim
Se tens meus versos
Mas se a mim, de fato
Nunca tivestes?
O papel, mentiroso de berço
É um inteiro de um amor um terço
Em um terço de hora.
Agora,
O que tenho
Arquiteto?
Apenas um desenho
De resto?
Desenho...
Ou rabisco?
Nos olhos, um cisco
É o que tens,
Arquiteto,
Pois não enxergas além da tua planta
O deserto.
De certo
Do chão estás perto,
Arquiteto,
E minha cabeça no teto,
aqui,
perto.
Enquanto és arquiteto,
Sou “aquiperto”... e tão longe.
Podes construir o que quiseres de frio concreto,
Ergas os prédios com os quais sempre flerta,
Pois enfim, caro Arquiteto,
Terás poema sangrando aberto,
Mas jamais o amor concreto de uma poeta.
A Garota Dos meus Sonhos
No primeiro toque de mão ,Senti seu coração
Você me levou ao paraíso com uma simples canção.
Mostrou-me o sentido de minha vida, sem ter a noção,
Queria que o momento nunca mais acaba-se ,
Beliscava-me , pensando que no meio de um sonho eu Esta se...
Quando me deparei com a garota dos meus sonhos na realidade
Um sentimento cresceu dentro de mim ,
É estranho com tão pouco de tempo assim
Apenas sei que nada mais importa
Deixou-me louco com seu sorriso
Só quero que venha como você é
Para que eu possa fazer o suficiente, para te deixar feliz
E rezo para que um dia desses, possamos
Viver juntos do modo que sempre quis...
Queria que você estivesse aqui Para poder te abraçar
Cantar , brincar e ao seu colo deitar.
Como se fosse uma chuva de Sentimentos
Passando sobre mim,
Que dominou meus pensamentos
E me deixou assim,
Louco, inquieto, apaixonado
Que procura você , em todo lado
Que fica triste quando você não esta perto
Pensa com um futuro inesperado
E Sonha ter seu sonho realizado...
Absorta
Imersa em ti
e alheia de todo o resto,
te vejo passando
por detrás dos meus olhos
Ver-te no verde
Sorver-te nos cachos dele
Absorver-te nas diversas características
[as mais opostas
[e iguais
[daquele outro
Resumir-te,
como que numa troca,
sem nenhuma explicação
SUMIR:
fazer-te desaparecer
te trazendo pra mim
Lembrar teu som,
teu riso,
teu carinho
.
.
.
E ser teu dengo
no extravio dos meus pensamentos
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