Nao Julgue meus Sentimentos

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' ESTRELA PRATEADA '


Quando o brilho dos olhos teus
Encontrou o brilho dos olhos meus,
Como uma estrela na noite a brilhar,
como faísca que arde meu coração ,
Farol que iluminou-me na escuridão ,


É Fogo ardente protetor do querer ,
É paixão que me domina sem ver.
Quando nossos olhos se encontraram ,
Foi um poema inspirando paz,
Como a estrela, no céu que brilha ,
E nada, nada ,nada se desfaz .


Você é uma estrela prateada ,
É amor que a vida embriaga ,
Que me mata de saudade
E meu coração invade ,
Com vontade de te ver ,
Por isso Eu busco...
Busco teus olhos brilhantes,
Que Brilham mais que diamantes
Para luzir nos meus !


Eu espero....
Quando a lua se for
Até quando o sol nascer,
Quando nossos olhos
Novamente se encontrarem
Numa paixão ardente
Num amor suavemente
No brilho de teus olhos
No calor de teus lábios quentes
Te amarei eternamente .


Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservado Sob a Lei 9.610/98

Maldito seja o momento em que seus olhos se fixaram nos meus.

Neste dezembro, escolho reorganizar meus pensamentos para que cada um deles trabalhe a meu favor.
Ao lembrar do que vivi, acesso força; ao olhar para o que chega, ativo clareza.
Permito que minha mente solte padrões antigos, abra espaço para novas possibilidades
e reconheça no presente o ponto exato onde a mudança começa.

⁠Bem que os beijos meus
poderiam ter
asas para buscar os teus,

(Ou poderiam mesmo
até o oceano cruzar),

Do báratro escuro
que ardente oculto
para nele você se perder,

(Sem chance de fugir
ou querer regressar),

Mais forte que o passamento
para você de mim
nunca mais esquecer,

(Ou de dentro de ti vir
a tentar me apagar),

Tão méleo quanto
o mais puro dos sentimentos
para você se viciar,

(Sem querer cheguei
para em ti morar),

À espreitar a cada
um dos meus passos
como um lobo da estepe
do Oeste da Anatolia,

(Doses de café,
desejo e melancolia);

Indomável como o mar
em intermitente luar
feito a sagração poética
da primazia da primavera.

⁠Os meus saborosos sentidos,
os meus pensamentos românticos
e os meus sonhos já te pertencem.

Já é madrugada, e o sono é leve para os caminhantes noturnos.
Meus pensamentos ainda esbarram nos seus.
Troco frases, artigos e sujeito, tentando proteger seu nome, enquanto me afogo nesse silêncio.
E você volta — como uma febre que não passa.

Aprender a conviver com os meus demônios foi a minha forma de evitar que os meus anjos me abandonassem.

De longe percebo os teus
olhos desejosos pelos meus,
Sensivelmente imagino
o teu rosto grudado no meu,
Os teus pêlos bem cuidados
acariciando com apego
sensualmente o pescoço,
O teu charme todo fogoso,
sublime e poderosos,
Os teus dedos luxuriosos
tocando o meu corpo
entre injúrias provocadoras
de êxtases e súplicas
como se colhe ternuras
e amoras-silvestres
sem se importar com alturas.


Parece sem nenhum sentido
que algo está porvir sem
explicação, solar e intenso,
com os ventos anunciando
escolhas, capturas e malícias,
Porém, com total pertencimento
celebração e do amor romântico
como do jeito que reza o juramento.

A senha serpenteando faz arrepio
entre os meus montes ao alcance
das afáveis mãos e do altíssimo
lance e da tua intrépida escalada,
Para que no espaço de um assobio
venha com os apelos sedentos,
rumo para desinibir os trejeitos
por intenção desavergonhada.


O prazer é comando compartilhado
entrego-te o cetro, o corpo e o poder,
Sou tu'alma nenhum pouco recatada,
terra ocupada e paraíso consagrado;
o encaixe eleito feito para o amado.


Onde a liberdade é a régua por regra,
em tempo de colheita de umbus,
com a maior consagração e entrega:
o amor em nós sempre se celebra.

Colhi Tucumã-do-Pará
porque sei que gosta
tanto quanto escrevo
os meus Versos Intimistas
no teu corpo quente
do amanhecer até o anoitecer
para de amor te endoidecer.


...


Plantei Tucumã-do-Amazonas
para que o amor profundo
venha, fique e seja o companheiro
das horas e das auroras,
Com o mesmo virtuoso impulso
dos meus Versos Intimistas
para conquistar o caminho
que nos una do melhor jeito,
para que tudo seja grande,
perfeito e totalmente intenso.


...


Tem Tucumã para colher
do mesmo jeito que tem
em mim Versos Intimistas
escritos para você ler,
para dominar e derreter.

Cada um dos meus Versos Intimistas
a intimidade celebra contente
com aroma de amor narivo e Calafate,
Sou eu a dona da tua devoção,
da liberdade e de toda a intimidade.

Os meus Versos Intimistas
trazem a lenda do Calafate
e o sabor de quem prova
pela primeira vez sempre
retorna à Patagônia,
Assim inabalável estarei
contigo a minha volta.

Sem nenhuma preocupação
com quebras de linhas,
Escrevo os meus profundos
doces Versos Intimistas,
com os lábios pintados
de Maqui do jeito que a vida
ensina para nos manter
em estado de poesia.


...


Cereja-do-Chile na ponta
da língua para a sua língua,
Versos Intimistas plenos,
vida que te quero vida,
um lirismo entre os seios.


...


Na minha varanda a Chilco
florescido é uma confissão
igual aos Versos Intimistas
que escrevi para o coração.


...


Versos Intimistas com cor
e sabor de Calafate unidos
a sua pele feita de petrichor,
que me repleta de amor -
é possível viver sem dor.

Sua mansuetude desperta


meus demônios e meus anjos,


e eu dou milhares de asas


para sua imaginação e seu coração,


Meu esporte favorito é fazer


todo tipo de provocação


para testar seus limites masculinos,


para por em ferveção


e da cabeça aos pés


brindar-te com flutuação.

Nos meus olhos fazem
um cortejo gentil a Sirius,
a Betelgeuse, a Rigel
a Canopus e as Pleiades,
não nasci para flertar
com terrenas inverdades.


O sublime sentimento
de ver a Lua Crescente
em noite de céu aberto,
visitando a sofrida Gaza,
transcende a fotografia.


Traz para mim a nostalgia
imersiva da casa destruída,
e as saudades da família
que nunca mais será vista,
e jamais será esquecida.


O coração por licença
humanista toma a liberdade
de se tornar a tenda
do palestino iluminada
em pleno Ramadão,
para evocar a pacificação,
e o futuro de reconstrução.


(Ninguém pode deter
o futuro de uma Nação).

O teu jeito observador
entretém e seduz,
Os meus cabelos alcançam
o Estreito de Ormuz.


O que gostaria mesmo
é que os meus sonhos
tocassem o seu peito,
E entre nós se abrisse
uma generosa passagem,
Porque não quero ser
espectadora da paisagem.


Não penso contar miragens
e tampouco contar com oásis,
Desejo ser a tua escolhida
inequívoca para habitar
a tua dulcíssima paragem.

Meu amor, você sabe bem
que os pensamentos seus
tomaram conta dos meus,
sem nenhuma censura
e com infinita ternura.


​É fato que não tenho
olhos para mais ninguém;
sorrio por sua causa,
sem tempo para trégua,
muito além de maio
e nem um pouco de soslaio.


​Aguardo um sinal seu
como quem aguarda um milagre
dos céus em Santa Catarina;
a Alegria-dos-jardins cresceu
e floresceu repleta de poesia.


​Não sei quanto tempo
levará para que você seja meu
e para que eu seja tua;
de todo o coração, tens habitado
até na minha prece noturna.

O balanço hipnótico dos teus quadris invade meus pensamentos, dissolvendo palavras antes mesmo de elas tocarem o papel.
Tento escrever, mas é o pecado do teu andar que desliza por minha mente, roubando-me a razão.

Meus olhos pousam em tuas pernas desnudas, atrevidamente descobertas.
Tua pele bronzeada, os pelos eriçados — meu desejo arde em labaredas contidas, inflamadas por chamas inconfessas.

Canto a beleza do mundo quando meus olhos descortinam a diversidade da vida, da natureza e da humanidade, e melhor se canta o silêncio que não podemos nomear no instante exato de se fazer mais lento o passo. Eu canto mesmo sem perfeição e nisso reside minha honra e minha recompensa, pois vive em mim a mesma atmosfera que vive em ti e os mares são salgados em todas a bocas. Ao buscar o belo, esquecemos todos os nossos caminhos e esquecer é lembrar novas direções de horizontes que se renovam a cada suspiro da aurora. Esquecer é salutar então, pois só assim o novo pode se aproximar com exatidão nos novos pés que pisam a grama verde. Se a natureza pensasse na vida nenhum rio buscaria o mar e se perderia entre as profundezas e a altura a habitar cavernas de esmeraldas e rubis ofuscadas pelo escuro fortuito. É preciso ter olhos atentos e humildes para visitar o pensamento mágico da terra, que se demora em cada pétala que o sol constrói. A esperança me rodeia e a visito uma vez a cada lua. E cantam as cigarras para o conforto daqueles que precisam preencher seu vazio com barulho. Eu sou filha dos elementos e todas as manhãs eu bebo orvalho na flores vívidas do dia. E por um instante eu sou a lembrança de um momento de felicidade, que se demora frágil nas colinas silentes de um esquecimento suave que leve passa a povoar novos ambientes. Se eu vejo em nossas naturezas magia e beleza, posso dizer que a magia e a beleza estão, na verdade, em mim mesma. Vivo para descobrir a beleza. O resto é uma espécie de espera, que em mim impera.