Nao Julgue meus Sentimentos
Se eu não tivesse cerrado meus ouvidos aos que não se atreveram a ir além das arquibancadas, talvez não tivesse sido exitoso na arena.
Existe um tipo de crítica que nasce da experiência, da boa intenção e do desejo sincero de contribuir.
Essa merece ser ouvida!?!
Mas há outra, muito mais comum, que vem daqueles que nunca aceitaram o desafio de entrar em campo.
Pessoas que observam de longe, analisam sem riscos e julgam sem se importar com consequências.
É confortável opinar quando não se carrega o peso da decisão.
Quem está na arena conhece o preço de cada tentativa.
Sabe que a vitória não elimina o medo, apenas demonstra que ele não foi suficiente para impedir o passo seguinte.
Também sabe que o fracasso não é um certificado de incompetência, mas uma possibilidade inevitável para quem escolheu agir em vez de apenas bisbilhotar.
Muitas oportunidades são desperdiçadas porque damos às vozes da arquibancada a mesma autoridade de quem (com)partilha o combate.
Permitimos que o ceticismo alheio se transforme em limite pessoal.
Esquecemos que quem nunca enfrentou a batalha dificilmente compreenderá o valor das cicatrizes.
Silenciar certas opiniões não é arrogância; é discernimento.
Nem toda voz merece ocupar espaço na nossa consciência.
Há momentos em que proteger a própria convicção é uma necessidade, não um capricho.
O êxito muito raramente pertence a quem agradou a plateia.
Geralmente pertence a quem suportou as vaias, ignorou os palpites vazios e permaneceu concentrado no propósito.
Porque, no fim das contas, a arena recompensa a coragem de quem entra para lutar, não a eloquência de quem escolheu permanecer sentado na zona confortável das arquibancadas.
Talvez, se eu não tivesse cerrado meus ouvidos para as Arquibancadas, a Arena tivesse me Sucumbido.
Há momentos em que sobreviver exige uma espécie de surdez voluntária.
Não porque toda voz externa seja inútil, mas porque, quando estamos no centro da arena, há sempre quem torça pela nossa queda, quem exija espetáculo, quem confunda coragem com imprudência e quem, protegido pela distância, tenha certeza de como deveríamos lutar.
Às vezes, as arquibancadas são muito barulhentas.
Julgam sem carregar o peso da espada, aconselham sem sentir o golpe e comemoram tanto a vitória quanto a derrota — desde que o espetáculo continue.
Aprendi, então, que nem toda voz merece chegar até nós.
Algumas palavras esclarecem; outras apenas confundem.
Algumas críticas nos aperfeiçoam; outras pretendem apenas nos diminuir.
E há aquelas que parecem preocupação, mas são somente a expectativa de assistir ao nosso fracasso de um lugar confortável.
Cerrar os ouvidos, nesse sentido, não foi covardia.
Foi preservar dentro de mim um espaço onde ainda fosse possível ouvir a própria consciência.
Porque a arena não destrói apenas quem perde.
Às vezes, ela sucumbe quem passa tempo demais tentando corresponder aos gritos das arquibancadas.
No fim, talvez maturidade seja justamente isso: saber quando escutar, saber quando responder e, sobretudo, saber quando permanecer em silêncio — não por falta de argumentos, mas porque algumas batalhas terminam no instante em que deixamos de lutar para convencer quem já decidiu o que quer enxergar.
E talvez eu só tenha conseguido atravessar a arena porque, em algum momento, compreendi que o que gira em torno da minha vida não precisava ser um espetáculo para ninguém.
Sou simples para quem não me conhece. Sou forte como ninguém imagina. Sou louco como só meus amigos sabem
Para uma bailarina.
Não existe coisa mais bela
Talvez nem tamanha felicidade
De voltar o meus olhos e vê-la.
Como em uma dança, a sua complexidade,
Sua voz como música clássica,
Seu andar como ballet,
E você, um quadro da beleza da primeira mulher.
Fico triste em saber
Que você sofreu com o amor,
Uma bailarina sem soldado,
Que desperta em mim um clamor,
De guardá-la em uma caixinha com a mais bela canção,
Para evitar que sofra, e dance
E darei valor na sua mais insignificante ação.
Queria Mesmo é ter meus Dez Anos,
Isso ia passarinha, Jogar bola, não tinha preocupação com roupa e coisa parecido... Não tinha que Fazer escolha...
E chegam os Dezoito anos e chega à responsabilidade e a cobrança da Faculdade... Ou algo parecido,
É vamos La rapaz. É hora de você fazer acontecer...
Seus sonhos de quando era criança deve se realizar, e o pior. Que agora você ou eu, ele, não tem, mas o colo dos pais para chora, a vida cobra e Devemos cobra dela...
Seu dever agora é dar um futuro pra você e pra sua futura família e tentar fazer acontecer aquilo que anos atrás disseram de você “As crianças são o nosso futuro"...
Só que agora Não somos, mas crianças ou somos,...
A Responsabilidade é nossa. Agora devemos conquista o respeito e a dignidade que um dia sonhemos ter...
O Destino é apenas questão de um sim ou não...
Escolha o sim para o bem e o não para o mal.
Queira muda o mundo e ajudar as pessoas...
Ou veio ao mundo para ser apenas mais um? ...
Já que eu não tenho como voltar no passado, vou fechar meus, e tentar lembrar os momentos que não voltam mais.
Pai
Lembro da minha infância
Lembro que não tinha muita imaginação
Meus heróis só tinham uma aparência
Do único herói que vi em ação.
Você é Ulisses
Quando viaja nas suas odisseias.
Você é Hércules
O homem mais forte que conheci.
Você é Aquiles
E morreria numa guerra pela sua Helena.
Enfrentou os minotauros da vida
E eu estremeci com sua força de vontade.
O melhor contador de história que conheci
Entre onças, piranhas e jacarés
Suas histórias, com muita atenção eu ouvi.
E quando via seus pés
Machucados da longa caminhada,
Percebi que você lutou muito, para voltar para sua amada.
Que orgulho tenho
De ser filho de um herói de verdade.
"Eu não queria, eu juro que não queria, mas aconteceu...
Eu fechei os meus olhos, pulei. E por alguns instantes ele foi meu.
Tentei não me jogar, me conter, mais estava com duvidas, não sabia,
se estava cheia ou vazia, perguntei e ele não me respondeu...
A piscina estava vazia, e eu me quebrei inteira. Agora estou juntando os cacos, reconstituindo, me esforçando para remendar o que foi quebrado...
E eu só queria mergulhar, não me despedaçar!"
Não consegui te esquecer ...
Estou cansada disso, os meus medos infantis me assombram, mas, se quiser ir, vá logo...
Quando você chorou, enxuguei todas as tuas lágrimas,
Quando você gritou, lutei contra teu medo,
Quando você teve medo de ter medo segurei tua mão,
E agora todos os meus sonhos foram destruídos por você, a quem tanto amava, as feridas estão todas abertas, ainda sinto suas mãos sobre meu corpo, teus beijos,
Mas as lembranças o tempo não pode apagar...
Eu rio. Você olha para mim. Eu desvio meus olhos. Você se indaga. Eu o evito. Você desconfia, não fala nada. Eu te olho então, e você confirma.
- Meus dentes não são perfeitos, completamente desalinhados, tende a amarelar com o tempo pelo o uso fatigante do cigarro. Meu cabelo liso caramelado e tingido pelo preto do luto são rebeldes e tende a intensifica a cor da minha pele, branca feito à neve do polo norte, me fazendo parecer com a flor copo de leite. Eu como toda Zantedeschia aethiopica tendo a ser venenosa, em contato profundo causo da queimação ao inchaço aos lábios, a boca e a língua. Sendo essa inocência tóxica causo asfixia em ambiguidade. Meus pulmões já estão fatigados e eu ainda não sou tão velha assim, ainda tenho pulmões, pois ainda há combustão, para mais uma embriaguez do marasmo ao ápice de um fumo qualquer sujo e cinzento engavetado. Minhas mãos já estão enrugadas, porém ainda é lisa e possui uma macies agradável ao toque. Meu rosto pálido e branco continua encantador apesar da dor e das espinhas. Tenho um rastro de sinais formidáveis e secretos, da lateral da orelha esquerda, ao colo, ombros, braços, barriga, quadril e ao dedão do pé esquerdo. Os sinais são como os pontos das estrelas que no final sempre pertence a alguma constelação, o meu de capricórnio sendo visível o dia inteiro. Sou um epílogo ardente deliberadamente morta, com gosto de licor, que deixa a voz enrouquecida, fazendo o corpo tombar no sangue do meu corpo pálido que clama, ama e continua belo.
Não subestime meus pensamentos, eu posso ler o que se passa atrás dos seus olhos, ter premonições tenho extinto Intuitivo
Bom mesmo é ter alguém que me faça sorrir , que faça meus olhos brilharem . E não alguém só para "Curtir" , ou que faça meus olhos chorarem .
Soube que te amava, não quando te quis pra toda vida mas quando te queria em todos os meus finais de dia...Soube que me amava não pelo seu pedido, nem pelo seu retorno.
Se eu tiver que ver, meus preciosos amigos morrerem... não conseguirei morrer em paz, não importa quantas vezes forem.
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