Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra
Poemas : Existe vida após a morte
Mais adiante da fronteira entre o céu e a terra
Há uma passagem desconhecida e misteriosa
Não tem e nunca vai encontrar no mapa
Deve encontrar nos arredores perto do infinito
Além disso, deve ficar em um lugar muito lindo maravilhoso
Em um lugar que todos nós queríamos um dia estar
Um lugar que todos nós sonhamos chegar um dia
Esta do lado de lá da sensibilidade
Todavia está próximo de nossas mãos
Esta do lado de lá do horizonte,
Porém estar tão perto do coração.
O que passa a ser realidade lá
Não conseguimos ver e nem tocar – lo
De modo nenhum conseguimos observar
Só conseguimos fantasiar e ainda que permanece
Mais adiante de nossa crenças.
Os nossos sonhos e cheio de charada e mistério
Seria a extensão da linha do nosso subconsciente ?
Muitas pessoas já foram pra lá
Mas ninguém retornou para nós dizer
Se existe vida após a morte
E a intriga das nossas me mentes ?
Que propôs um duelo que testam nossa fé
Nesse lugar cheio de mistério
Não tem lágrimas e nem tristeza.
Só existe brincadeira e festa com muita diversão
Neste lugar coloca- se além da estradas
E das nossas fronteiras da nossa mente.
Será racional ou irracional ou imaginário
Que nesse ambiente e um plano ou sonho surreal
Neste lugar não existe guerras
Nem doenças contagiosa e nem dores nenhuma.
Neste mundo existe casa pra cada habitantes
E todas decoradas com flores em todos os quatro canto da casa.
Um mundo onde as aves e os animais, vivem livres sem ter medo dos caçadores.
Neste lugar podemos apanhar as frutas deliciosas no pe sem pagar nada.
Em um lugar onde vivemos em paz e podemos andar pela rua sem ter medo de ser assalto.
Em um lugar que podemos ter uma noite tranquila sem barulho e depois uma boa noite de sono e só acordar para apreciar o por do sol.
Um lugar misterioso e além ...
Um dia quem sabe alguém, vai fazer uma viagem para o outro mundo e volta para nós contar se existe vida após a morte.
E vocês acreditam que existe vida após a morte?
Eu acredito, e vocês ?
Enfim se existe ninguém vai saber ou melhor somente Deus quem sabe !!!
Escritor : Eri Gomes
Há muitas feições da terra que apresentam interação com a radiação de diferentes formas sendo que, a minha assinatura espectral tem a maior percentagem de refletância, é o que me difere do invejoso.
Há um tempo atrás eu deixei raízes de ervas daninhas na terra, elas voltaram a crescer e estrangularam a vida da minha criação. Foi como uma bomba relógio armada. Então, cavei de novo a terra, e desta vez, arranquei as raízes.
Ser Pai. ..é abraçar e cuidar com zeladoria à um bem maior ;há muitas vidas neste planeta terra, portanto tem- se a chance de deixar fluir e propagar a essência de: ser Pai ;feliz, abençoado e agraciado aquele que consegue abraçar a outra vida sem interesse próprio, sabendo a hora certa de resguardar em zeladoria e sabendo a hora certa de libertar e que a relevância se faça não tão somente nos atos em que haja razão, mas que haja à todo momento muita sabedoria para que com plenitude possa-se: ser Pai .
Já há muitos anos que forças naturais deixaram de agir na terra, hoje porém é explícito a vasta ação de forças ocultas e invisíveis que a muito tempo agiram no anonimato do sono incompreensível humano!
Há pelo menos um bilhão de pessoas na terra neste momento que considerariam suas orações atendidas se pudessem trocar de lugar com você.
Maria há?
Maria, Mariah...
Mulher é vida
Mulher é força
Mulher é terra
Mulher da Terra veio
Mulher a terra fecunda
Mulher dá luz
Mulher onde vida se faz
Mulher alimento primeiro
Mulher amor por inteiro
Mulher É! Em Mulher HÁ!
Cada um de nós ocupa um lugar entre o céu e a terra compondo o universo multifacetado.
Há quem se habita a massificação dos pensamentos sem originalidade de suas próprias ideias. Copiando e repetindo padrões de autoajuda e superficialidades desconectadas de si mesmo.
Há quem busca a si mesmo e escolhe o caminho do corpo e mente presentes no agora. Não se encaixa nas manipulações coletivas porque se conecta a própria identidade.
Tudo que é verdadeiro em nós não segue padrões externos e sim a nossa essência ♡
Raul Seixas
sou aquele maluco beleza que nasceu há dez mil anos atrás
no exato Dia em que a Terra Parou e meu amigo Pedro Carpinteiro do
Universo me disse tente outra vez Junte a Gita e um pouco de Ouro de Tolo pegue na Estação Central Trem das Sete sem andar na contramão com o sapato 36, coma uma maçã e não um banquete de lixo, sendo uma
metamorfose ambulante ou Alcapone cantando coisas do coração Eu sei, eu sou egoísta pedindo um s.o.s porque tu és o MDC da minha vida como Vovó já
dizia
Procure a sociedade alternativa, plante Capim Guiné e não tenha medo da chuva, somos como o cowboy Fora da Lei que não come Mosca na Sopa nem vive dizendo, eu também vou reclamar para Quem os Sinos dobram e para o Carimbador Maluco que é choffer da linha 743 diga que não é conversa para boi dormir nem um conto do sábio chinês procure o segredo da Luz num disco voador dos anos 80 assoviando o Rock das Aranhas, porque eu fui o primeiro e já passou tantos janeiros...mas, se todos gostam eu vou voltar...e fim de papo.
Novo céu
Clama a terra e os céus forte!
Em nós há ainda mesmo morte!
Clama meu Espírito, neste meu estado!
Por vezes, mesmo tão cansado...
Vem tu meu da eternidade verbo,
nessa tua majestosa ação de agir!
Tu pai eterno do ser! Criador cérebro!
Tu és a sabedoria que me faz sorrir!
Recria este ser meu, para ser somente teu!
De modo que a música do principio entoada,
seja ela algo manso e leve, nunca no ser meu tocada!
Une meu ser a um princípio alvo e santo,
Até que enfim, venhas em alegre canto!
Assim vivo, voarei em teu novo céu!
Encheram a terra de fronteiras, carregaram o céu de bandeiras, mas só há duas nações, a dos vivos e a dos mortos. Um rio chamado tempo, uma casa chamada Terra). Eu ousaria acrescentar que a guerra provoca deslocamentos entre os dois mundos.
Tanta opinião deficiente, tão pouco me interessa saber... Há tanta fome e desgraça na terra porque não tentarmos solucionar isso, depois pensamos em viagens espaciais?
Afinal de contas o maior problema está aqui, não em Marti, ou no outro canto do espaço.
O amor e o respeito caminham juntos.
Há tempos atrás o amor caminhava sobre a terra. Em um local não muito distante, o respeito também dava os seus passos no planeta.
Então uma certa vez os dois cruzaram o caminho um do outro.
E foi amor a primeira vista.O amor e o respeito colocaram seus propósitos, anseios, angústias, vícios e virtudes em questão.
E descobriram que um completava o outro, mesmo tendo cada um suas peculiaridades.
Eram diferentes mas porém totalmente compatíveis.
E descobriram também que juntos certas coisas não existiam como : disputas, maus tratos, agressões, punições, abusos e etc.
Mas sim muitas virtudes como : amor, amizade, compreensão, carinho, parceria e tantos outros sentimentos nobres.
Tanto o amor como o respeito, são construídos sem pressão, com liberdade. São frutos colhidos de árvores férteis e viçosas.
E nos dias atuais aindam continuam sua jornada em dupla cumplicidade, sabendo que juntos já não caminham mais somente sobre a terra mas voam através do universo.
Há fogo na alma daqueles que ousam colorir o invisível. É fogo que dói, destrói e arde na terra e no futuro dos inconsequentes.
Quando há concórdia entre os homens pode haver paz e prosperidade sobre a terra. Um grande reino dividido é mais fraco que um pequeno reino unido!
Às vezes a planta
é em terra infértil
e nada floresce
somente há a poeira
que o vento levanta.
Deuses, desertos
desilusões
lenha ardendo
em estalos deprimidos
esses meses são
tão compridos
as cinzas rondam
os olhos ardidos
avermelhados
perdidos em tempos
em que as árvores
avançavam sobre a cerca
― abundantes de frutos.
Se foram os pomares
se foram os jardins
se foram as sombras
dorme a natureza
assim como durmo
saudades em mim.
Há pouca a gente na face da terra que tem sabedoria. Por mais que o futuro seja nebuloso, a sabedoria sempre será a chave da vida plena.
“A Dança Silenciosa do Infinito”
No fim da estrada, onde a terra se dissolve no horizonte, há um espaço vazio onde o silêncio ecoa mais alto do que qualquer palavra. Aqui, o caminho não é o que parece, e cada passo dado é uma questão sem resposta, um enigma que se desfaz ao ser tocado. O que vemos é apenas uma sombra do que realmente é, e no reflexo dessa sombra, o Arvoricionismo sussurra em um ritmo que não se entende, mas que se sente, vibrando no ar como uma energia que não se pode tocar.
A jornada nunca se conclui, não porque o destino seja distante, mas porque o destino nunca foi externo, mas interno. Cada curva da estrada é uma revelação do que já sabemos, mas não compreendemos. O Arvoricionismo, invisível e pulsante, nos observa, como quem aguarda, sem pressa, o momento certo para desvelar o véu da percepção. E, assim, seguimos, sem saber que o que buscamos já está diante de nós, à espera de ser reconhecido.
O tempo, como um rio sem margem, flui em todas as direções. Aqui, não há começo nem fim, pois o fim é apenas a continuação do que ainda não foi compreendido. Cada instante que passa é uma oportunidade perdida e encontrada, simultaneamente. E, ao olhar para o céu, a percepção do infinito se desdobra em um padrão que se repete, mas nunca é igual, como se o universo jogasse consigo mesmo, esperando que alguém compreenda o jogo.
Mas o Arvoricionismo, em sua quietude, revela que a chave está na jornada e não no destino. O que é visto é apenas um reflexo do que se projeta, mas o que se sente, isso é real. E, à medida que os passos continuam, o caminho se estreita, mas a percepção se expande, como se tudo o que existe estivesse se alinhando para uma revelação que nunca virá. Pois, no fim, o que é procurado não é algo fora de nós, mas algo que já fomos, algo que nos esquecemos.
A mente, como uma tela em branco, tenta pintar o que não pode ser retratado. Cada ideia que surge se dissolve, pois o entendimento não pode ser alcançado com a razão. O Arvoricionismo, invisível e profundo, nos observa, nos conduz e, ao mesmo tempo, nos deixa livres para seguir, como um rio que corre sem saber para onde vai, mas que nunca se perde.
E assim, continuamos. Em cada passo, uma nova perspectiva surge, uma nova dúvida se instala. O que é o tempo, senão uma ilusão? O que é o espaço, senão uma limitação que impomos à percepção? O Arvoricionismo é o campo onde o impossível se torna possível, onde o invisível é mais real do que o visível, e onde a verdade não é algo a ser encontrado, mas algo a ser reconhecido.
Cada movimento é uma dança que nunca para, um ciclo que nunca termina, mas que sempre nos transforma. O fogo que arde dentro de nós, sem ser visto, sem ser tocado, é a chama do Arvoricionismo, sempre presente, sempre esperando, mas nunca forçando. Ela arde em silêncio, nos guiando, nos tornando mais do que éramos, sem jamais nos revelar completamente.
E quando a estrada parece desaparecer, quando o olhar já não sabe mais para onde se voltar, o Arvoricionismo nos lembra que não é necessário compreender tudo. Pois, talvez, a maior revelação seja que o que procuramos não está em algum lugar distante, mas dentro de nós mesmos, em um lugar onde nunca imaginamos que poderíamos chegar.
