Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra

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Não importa quem você é, feia ou bonita, rica ou não, se você esbanjar confiança e simpatia, não há nada que você não consiga!

Quando se ama não é necessário mudar e sim se adaptar.
Quando se ama não há cobrança e sim cuidado.
Quando se ama não há quedas e sim recomeço.
Quando se ama não há choro e sim limpeza de alma.
Quando se ama não se deixa só, apenas se ausenta.
Quando se ama não se pede nada, apenas o amor em troca.

Não há mágoa que sobreviva quando o verdadeiro amor volta a brilhar.

Sem conhecimento e sem comunicação não há humanização.

Não há problema nenhum em ser normal. Mas é que ser louca é mais divertido.

O caminho errado é o mais belo e enfeitado possível, mas o caminho certo não há nada de interessante.

Há coisas que nada como o tempo para resolver.Não, ele não resolve, claro, mas
deixa essa impressão de que o tamanho das coisas é bem menor visto de longe. O amor não se aprende, se sente.

Não há nada que mais sirva para fazer nascer e firmar a amizade, e mesmo a intimidade, do que seja o riso e as lágrimas: aqueles que se riram, e principalmente aqueles que uma vez choraram juntos, têm muita facilidade em fazerem-se amigos.

Uma pátria onde não há trabalho, não ha esperança no dia do amanhã, essa pátria não existe. Porque a pátria é trabalho.

Não há vitória sem luta
Nem alegrias sem lágrimas que a gente
Não possa passar nessa
VIDA.

Tática é saber o que fazer quando há o que fazer; estratégia é saber o que fazer quando não há nada a fazer.

Não há palavras ou gestos capazes de aliviar uma dor tão grande quanto essa, mas eu deixo meus pêsames e quero que saiba que meu coração chora com o seu.

Paciência...

Tenha paciência
Tudo vai passar
Não há mal que dure para sempre
Nem felicidade eternamente

Tudo são experiências
Aprendizados
Evolução ou regressão
Você escolhe:
Qual a melhor opção?
Brigue com o mundo
Ou se deem as mãos

Eu escolho a paz
A paz de coração
Ame seus amigos
Respeite quem te trata com ingratidão
Cada um na sua própria evolução...

Na julgue, não condene
Tenha calma....

Tudo tem resposta, tudo tem sua hora
Tudo retorna...

A certeza de seguir em frente, não faz você duvidar que por trás das altas montanhas, há uma aurora prestes a surgir e consigo trazer o deslumbrante sentimento de vitória.
Deus conhece o tamanho exato da sua capacidade e sabe que suas forças sempre se renovarão todas as vezes que chegarem ao seu limite; se renovarão porque você não optou a percorrer sozinho os percursos da vida. Você escolheu sempre consagrar seus projetos ao Senhor, antes mesmos de iniciá-los. Por isso a certeza que em breve você alçará voos altos sempre fez parte da essência do seu ser.

Tenho um coração remendado, se quebrar mais uma vez, não há como montar novamente.

Não há coisa que mais embriague do que a perturbação de alma, a tristeza que conduz o homem à morte.

Não há versões, senão perversões.

Não há nada maís bonito do que você ser achado quando está perdido. Não há nada mais bonito que você ser achado num momento que você está perdido sem saber pra onde ir!
Padre Fabio de Melo.

Amar é transformar a escravidão em liberdade

Quando se ama não há tendências suicidas, nossa ansiedade fica controlada, enterramos dentro de nós nossas dores, mágoas, aflições e dúvidas, o estresse pós-traumático desaparece como uma alta do consultório psicológico.
Levei quatro anos para entender essa frase, dormi por várias vezes pensando nela, virei à página por inúmeras vezes no amor, rompi ciclos, já me senti escrava quando meu parceiro deixava bem claro que estávamos juntos apenas por sua generosidade.
Tantas outras escravidões senti na pele, coisa pra gente grande: amor ilusório, baixa autoestima, enfrentar o mundo sozinha mesmo estando acompanhada (a falta de apoio é o pior dos males).
Passei por privações religiosas, em que a minha fé era atacada como farsa, anormalidade, mundana, falava de anjos com desdém, as lágrimas rolavam com tanta frequência que às vezes eu nem sabia por quê.
A escravidão traz pequenos ressentimentos, eu sei que tudo tem remédio nessa vida, mas não se sentir livre parece não ter vacina que te proteja ou cure desse mal, de um jeito ou de outro adquiri ou herdei o comportamento que me escravizasse.
A maternidade muda uma mulher, a maternidade me libertou, agora aquele filho era a coisa mais importante da minha vida, o João merecia uma boa mãe, uma mãe de coração enorme e que não tivesse medo em ser ela mesma. As mudanças foram gritantes, eu até esqueci a data de aniversário do nosso casamento em que o deixou bem abalado, minha relação não era benéfica então eu me agarrei a única relação saudável que existia, a minha e do meu filho.
Comecei a usar roupas menores sem me preocupar com o que ele achava, os caminhos de libertação foram tortos e errados, inseguros e aparentemente ineficazes, mas funcionou.
Fiz coisas que ele jamais aprovaria se eu pedisse sua autorização, expressei-me da forma que bem quis, evitei conflitos familiares e permiti que ele brigasse sozinho, jogasse sua ira ao vento enquanto eu me mantinha inexpressiva. Ele fingiu uma depressão para recuperar o posto de general, eu sabia que as minhas atitudes me levariam a alguma coisa boa, pois no lar de lama eu já me encontrava.
Quando eu mudei, tudo mudou. Fomos casados por seis anos, os três últimos anos muito bem obrigada, quando eu me apaixonei por outra pessoa o fato de ter sido escravizada por longos três anos me fez tomar a decisão de partir. Decisão errada para noventa por cento das pessoas que eu conhecia, decisão acertada para mim. O que todo mundo pensava era: ele já mudou, vocês finalmente se encaixaram, pra quê se arriscar ao desconhecido?
Acontece que eu não perdoei o tempo em que eu era escrava daquele sentimento, eu não o amei suficiente, eu sei que a falta de amor era minha, que as coisas chegaram a certo ponto que eu permiti e por isso mesmo me sentia fracassada em ter sido vítima de mim mesma.
Não sou de uma geração que culpa os pais por toda e qualquer infelicidade, não sou do tipo que culpa as companhias do filho pelo mau comportamento deste, cada um com suas escolhas e eu havia escolhido mal.
Eu deixei passar questões que me desagradavam como se estivesse tudo bem, eu queria ser modelo de elegância, de bom comportamento, de caridade e de boa índole, eu queria meu filho louco pelo pai dele, eu me esforçava para não ser rotulada de patricinha ou mimada, eu andava para frente até que entrei na zona proibida de me apaixonar perdidamente por outro homem e decidi mudar de vida radicalmente.
Eu adorava a companhia do Moisés, eu tinha mil razões automáticas para me envolver e mil e uma para ficar na defensiva, apesar de todas as críticas, de todas as insanidades que eu ouvi eu acreditei que era responsável pelas coisas ruins que tinham me acontecido e por conta disso eu queria viver uma outra história, eu não queria uma história em que eu tinha que resgatar alguém, eu queria escolher a felicidade, a maturidade, o envolvimento, o respeito, o companheirismo desde sempre.
Por nada deste mundo eu não sobrecarreguei meu filho com meus conflitos internos, disfarçava minha ansiedade, levei a serio minha própria vida, colei o coração rachado por dor e humilhação, fiz amor como nunca tinha feito na vida, não para satisfazer alguém, mas para trocar energias intensas. Ai! Meu Deus do Céu! Olhar para trás só me dá um aperto no peito, um grande incômodo, um abandono de mim.
Hoje sou vista como uma esposa digna e dedicada, sem crise de pânico, em constante processo de amadurecimento, com meus próprios interesses em seguir adiante, cuidando para não me deslumbrar com as conquistas de um casamento satisfatório e cheio de amor.

"Há um verso de Verlaine que não voltarei a lembrar.
Há uma rua aqui perto que está vedada a meus passos,
há um espelho que me viu pela última vez,
há uma porta que fechei até o fim do mundo.
Entre os livros de minha biblioteca
(eu os estou vendo)
há algum que nunca mais abrirei.
Este verão farei cinquenta anos;
a morte me desgasta, incessante."