Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra

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⁠Não há atalho para o crescimento espiritual.

Charles Swindoll
Vivendo Salmos. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus, 2014.

Mesmo que não nos percebamos uns aos outros, isso não é motivo para nos rejeitarmos. Há dois lados em cada discussão. Haverá um ponto de vista que tem todas as respostas? Pense nisso?

Pokémon

Nota: Alder

— Não há gradações de perversidade? Será o mal um imenso e perigoso poço onde se cai ao primeiro pecado, mergulhando até o fundo?
— Sim, acho que é. — respondi. — E não é lógico, como você tenta aparentar.
— Mas não está sendo justo — disse, com o primeiro vislumbre de emoção na voz. — Certamente atribui grandes graus e variações à bondade. Existe a bondade da criança, que é inocência, e há a bondade do monge que abriu mão de tudo e vive uma existência de auto-privação e trabalho. A bondade dos santos, a bondade das donas-de-casa. São todas iguais?
— Não. Mas igualmente e infinitamente diferentes do mal — respondi.
— E como se atinge o mal? — perguntou. — Como se sai da graça e de repente se fica tão cruel quanto o júri popular da Revolução ou o mais sádico imperador romano? Basta simplesmente faltar à missa aos domingos, ou cuspir a hóstia? Ou roubar um pedaço de pão... ou dormir com a mulher do próximo?
— Não... — sacudi a cabeça.
— Não. — Mas se o mal não tem gradação, e existe este estado de maldade, então basta um único pecado. Não foi- isso que disse? Que Deus existe e...
— Não sei se Deus existe — falei. — E pelo que sei ... Ele não existe.
— Então os pecados não importam — retrucou. Nenhum pecado atinge o mal.
— Isto não é verdade. Pois se Deus não existe, somos as criaturas mais conscientes do universo. Só nós compreendemos o passar do tempo e o valor de cada minuto da vida humana. E o que constitui o mal, o verdadeiro mal, é tirar uma única vida humana. Não importa se um homem vai morrer amanhã, depois, ou eventualmente... Pois se Deus não existe, esta vida... cada segundo dela... é tudo o que temos.

Sonhe muito e realize pelo menos a metade, há os que sonham pouco e não realizam nada

"Há um cansaço da inteligência abstrata, e é o mais horroroso dos cansaços. Não pesa como o cansaço do corpo, nem inquieta como o cansaço do conhecimento e da emoção. É um peso da consciência do mundo, um não poder respirar da alma”.

( Bernardo Soares [Semi-heterônimo de Fernando Pessoa]).

Não há nenhum náufrago perdido no mais profundo mar de iniquidade que o profundo amor de Deus não possa alcançar e remir.

Cada louco traz em si o seu mundo e para ele não há mais semelhantes: o que foi antes da loucura é outro muito outro do que ele vem a ser após.

Lima Barreto
Triste Fim de Policarpo Quaresma

Não há negativismo algum que roube meu sorriso.. ;D

Não há glória maior que perdoar a quem me atacou, e premiar a quem me serviu.

O adeus
Para tudo se tem um fim, mas nao estamos acostumados ha dizer um adeus ou um ate logo.
Um dia tudo se acaba e como as pessoas dizem que é eterno pode durar apenas um segundo e pode ser apenas um sonho que quando ele acaba voltamos para nossa realidade sem escrupulos e somos atormentados a cada momento por um certo adeus e sendo ele vindo de alguem especial pode machucar muito.

Não há nada que defina melhor uma pessoa do que aquilo que ela faz quando tem toda a liberdade de escolha.

Há amigos que nos ensinam muito, nos fazem enxergar situações que às vezes não percebemos o seu real sentido,
compartilham a sua experiência conosco, nos falam usando da verdade que buscamos encontrar.

São eles também que nos chamam a razão, chamando a nossa atenção quando agimos de modo contraditório, que nos dizem coisas que não queremos ouvir, aceitar, compreender.

Ao longo de nossa vida muitos amigos passam por ela e nos deixam saudade, mas também deixam a recordação de tudo que foi vivido.

É na amizade verdadeira que encontramos sinceridade, lealdade, afinidade, cumplicidade, simplicidade, fraternidade.

Amigos são irmãos que a vida nos deu para caminhar conosco ao longo da nossa jornada espiritual, extrapolando os limites do tempo, continuando quando e onde Deus assim o permitir.

Os sintomas, como tais, não são nossos inimigos, mas nossos amigos; onde há sintomas, há conflito, e conflito indica sempre que as forças da vida, que pugnam pela harmonização e pela felicidade, ainda lutam. As vítimas de doença mental realmente arruinadas encontram-se entre os que parecem mais normais. 'Muitos dos que são normais, são-no porque se encontram tão bem adaptados ao nosso modo de viver, porque as suas vozes humanas ficaram reduzidas ao silêncio tão cedo em suas vidas, que nem porfiam, ou sofrem, ou exibem sintomas como o neurótico.' São normais, não no que se pode denominar no sentido restrito da palavra; são normais apenas em relação a uma sociedade imensamente anormal. O seu perfeito ajustamento a essa sociedade anormal dá a proporção se dua doença mental.
(Admirável Mundo Novo)

Não há amizade que resista ao tempo e a distância. O amigo permanece mas amizade fica no passado.

De que serve a inteligência quando não nos diverte? Não há nada mais entediante do que uma inteligência triste.

Há uma parte de mim que não consegue voltar
A garotinha cresceu rápido demais.

Egoísta

Há em mim um vicio
Não consigo abandonar
Por mais que eu tente me esforce
Sempre me pego
Sozinha a te lembrar
Tem dias que até choro (juro!)
De saudade
Mas daqui a pouco dou risada
Lembrando algo que tem em você
O que tem em você
Nenhum outro traz
Me traz alegria, prazer, amor
Me traz paz
Vamos dançar juntinhos de novo
Ao som de algum vinil antigo
Quero sussurrar no seu ouvido
Sonhos de uma manhã de domingo
Sei que tem seus traumas
Eu tenho minhas neuras
Somos dois problemáticos
Cada qual que se amam a sua maneira
Apesar de você nunca isso me falar
Apesar de eu nunca te dizer
Sabemos os dois em silêncio
O que passa entre mim e você

Nos momentos que passamos juntos
Rindo
Discutindo
Conversando
Filosofando
Sonhando
Fora todo esse barulho bom
Os momentos de silêncio sempre nos entregavam
Eles contavam para nós dois o que teimávamos em negar
Foi uma tarde bem chuvosa
O dia que te vir partir
Estava feliz pois você estava voando alto
Era merecedor daquela felicidade particular
E por ser particular ( e por eu entender que tinha que ir)
Você foi e fiquei feliz aqui
Mas agora passa o tempo
Sozinha com meus botões e minhas manias
Vejo que a saudade me faz companhia
Ela sussurra todo tempo coisas sobre ti
Estaria você bem?
Já teria achado alguém para chamar de egoísta? (isso lá era apelido?)
Jamais aceitei admitir
Nem tampouco você
Somos mundos diferentes
Água calma
Água corrente

Como isso poderia dar certo?
Não daria
Não daria
Daria?
A água do rio, a água do mar
A saudade sussurrou algumas coisas agora aqui

Não há viagem mais fantástica do que a viagem desejada, a viagem realizada, a viagem interior, exterior... a viagem dentro da delícia do nosso ser!

"As três verdades da vida:

Primeiro:
Não se preocupe com as pessoas do seu passado, há uma razão pela qual elas não estão no seu presente e outra pela qual não chegarão ao seu futuro.

Segundo:
Uma pessoa muda por duas razões: ou porque aprendeu demais ou porque sofreu o suficiente para mudar.

Terceiro:
Não dependa de ninguém na sua vida, só de Deus. Pois até mesmo tua sombra te abandonará quando você estiver na escuridão."

Sem exagero, não há nas bibliotecas deste mundo, não há nos pisos deste chão, não há na lucidez das minhas loucuras e muito menos na imensidão das suas ausências, nada nem ninguém capaz de entender o silêncio dos meus poemas com a mesma delicadeza dos seus olhos. Eles têm o privilégio de ler as entrelinhas de cada verso, e por ali ficar por horas e horas e dias e dias, até adormecerem num sonho confuso e denso – como são os sonhos dos que amam e não podem se entregar. E eles nunca se fecham porque precisam de vida para morrer, e também precisam se alimentar dessa poesia para continuar a brilhar e a sentir saudades e a mentir verdades. Por isso serão sempre densos, tensos e imensos.

Já, meus poemas têm a necessidade de buscar nos seus traços o formato de cada letra e o compromisso de catar em suas mãos as palavras mais imperfeitas – aquelas que nunca foram versificadas – e ver se cada "eu te amo" gritado silenciosamente pelos seus lábios finos consegue me acolher sem dentes, sem me deixar sofrer e só me fazer enxergar o que há de mais belo no amor: aquilo que não se diz. Meus poemas também têm a obrigação de contar nos seus dedos todas as vezes que eu não pude ouvir o tom da sua voz tão deliciada dizer que sente a minha falta. E nesse timbre ficar e respirar por meses e meses e rimas e rimas, até adoecerem num sonho doce e triste – como são os sonhos dos que amam e não encontram ninguém para se entregar. E eles nunca se ausentam por muito tempo porque precisam das migalhas da sua presença, dos pedaços mastigados do seu coração e de alguns goles das suas lágrimas para não secarem, sozinhos, como os pontos finais dos breves romances sem final feliz. Por isso também serão sempre densos, tensos e imensos.

Saiba que também não sei muito bem o que pode sair da boca e dos poros e das mãos e dos olhos de um homem de carne e osso e sangue e sonhos que se permite acreditar na realidade de vez em quando. E mesmo que nada faça sentido. E mesmo que eu não consiga me expressar com as palavras certas. E mesmo que você não interprete da maneira mais simples meus sentimentos mais complicados, meus desejos mais confusos e minhas mais sinceras verdades sobre você, sobre mim, sobre nós; saiba que aqui, em cada página, em cada erro ou palavra, em cada espaço ou entrelinha, em cada ponto e vírgula, estão os meus mais vivos pensamentos, aqueles que pulsam e vibram cada vez que pensam no que não fomos... Não sei como nem quando surgiu a ideia de começar a te escrever.

[página solta de uma carta despedaçada; antônio]