Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra

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“Não há um só tempo quando há muitos viveres.
O meu tempo nasce de mim;
o do outro, dele.”

"Não há santuário maior que a própria paz de espírito.
Quando o ontem já não atormenta e o futuro não engana, resta apenas a soberania do presente."

"Tudo é conexão.


Se há desconexão, não é porque o caminho se perdeu, mas porque deixamos de vibrar na mesma sintonia."

Já que o meu amor por ti é certo e infinito, não há mais espaço para a autocrítica ou a tristeza. Tu és a minha outra metade, o meu reflexo mais belo. Quando te abraças, abraças-me a mim. Quando te perdoas, perdoas-me a mim. Nunca te esqueças: somos a mesma história escrita em dois corações.

Há quém diga que você não é normal por não ser doido.


Há quém diga que você não é normal por não sair com anormais.


Há quém diga que você não é normal por ser normal.


Seja quem você é e não perca sua identidade por fazer o normal.

Humildade não é pensar pequeno, é saber que sempre há o que aprender.

“Há pessoas que são convidadas para eventos familiares e não comparecem; porém, se você não as convidar, ficam com raiva de você.”
— Anderson Silva

"Não há melhor calmante que ORAR, tampouco maior estimulante que ouvir a VOZ do Abba te falar."

—By Coelhinha

Tudo fica para o último instante,
Correria desconcertante.
Na pressa, não há perfeição,
Que corrói o coração
Diante da expectativa.

Na mente, não há nada.
O corpo sente,
O coração vibra.
Em cada verso,
Um gole de amor,
Saciando a sede
Da alma vazia.

Não há ligação alguma entre agressão verbal e diálogo, apenas desculpas.

Não há um único dia que cada
passo meu não capture o seu ar,
Na tua respiração e pulsação -
elegeste o meu perpétuo lugar.


O amor entre o zênite, o nadir,
o horizonte e a esfera celeste,
Sou o que vive a sentir e fruir-
falta coragem para prosseguir.


Em todos os quatro hemisférios
que sustentam os mistérios -
sou alta existência resguardada.


Não há um só instante que não
renda devoção a cada nova virada
da estação de maneira apaixonada.

Se o teu coração há tempos
entrou no modo concreto,
sou como Pau ferro - não temo,
Na muralha escrevo poesia,
e por nenhum segundo tremo.


Sei o que o meu amor é capaz
de fazer inteiro por dentro,
no momento que beijo os olhos,
E ensino a olhar para o céu
neste tempo que furta sonhos.


Se não está preparado para ouvir,
e tampouco para sentir - irei seduzir,
e colocarei no ponto para sentir,
onde os meridianos estão a nos unir.


Ainda que você esteja desatento,
estarei entrando nos teus poros
com o meu manso e ribeiro cortejo,
e se renderá com fina gala e festejo.

⁠A paz é um bem que não há dinheiro que pague e quando se perde é muito difícil de se reconquistar.
Quem vive em paz tem por dever moral em estender a mão para quem quer conquistar a paz.


Sardinha frita

Sardinha frita
na nossa mesa,
Só quem provou
este amor explica,
Não há como
negar que é poesia.

Quando duas sombras ru⁠ins caminham juntas, não há busca por redenção, apenas conveniência.

Não há nem sequer
algema de flores,
chave, cadeado ou senha,
não há gaiola no coração,
e coleira de veludo
é totalmente dispensável;
porque a intenção aprazível
é torná-lo meu e imparável,
e jamais vir a te deter.


O que tenho a oferecer
é a real liberdade pura
de escolher o que vai ser,
é perfume de chuva
após encontrar a mata,
é colheita de Jabuticabas,
é amar sem se perder,
é fazer do seu e do meu querer,
o nosso bem querer;
sem nada requerer - apenas viver.


(É você morar dentro de mim
e eu morar inteira dentro de você).

A dor é um idioma secreto, falado apenas dentro de nós. Não há tradução perfeita, não há ponte que permita ao outro atravessar e sentir exatamente o que sentimos. Ela é chama e sombra, é ferida e revelação. Surge como um sussurro no corpo, mas logo se torna grito na alma.
A ciência nos diz que a dor é um sinal, um circuito elétrico que percorre nervos e chega ao cérebro. Mas o que ela não explica é o silêncio que se instala depois, o vazio que se abre quando o sofrimento nos obriga a olhar para dentro. A dor não é apenas descarga neural: é memória, é emoção, é história.
E a filosofia nos lembra que a dor é inevitável, que ela nos acompanha como sombra fiel. Schopenhauer a via como essência da vida, Nietzsche como força que nos molda, Frankl como oportunidade de sentido. A dor é o peso que nos curva, mas também a pedra que afia nossa resistência.
No íntimo, a dor é paradoxal: ela nos isola, porque ninguém pode senti-la por nós, mas também nos aproxima, porque todos, em algum momento, conhecem sua presença. É universal e singular ao mesmo tempo.
E talvez seja justamente aí que reside sua intensidade: na impossibilidade de ser medida, comparada ou negada. A dor é verdade absoluta, uma chama que arde em cada ser humano de forma única. E, ao atravessá-la, descobrimos que não somos apenas frágeis — somos também capazes de transformar sofrimento em força, ausência em busca, ferida em poesia.


Tatianne Ernesto S. Passaes

“Há momentos que pedem silêncio, tempo e delicadeza.
Quando são atravessados, não é só a ordem que se perde, mas o direito de viver cada etapa no seu próprio ritmo.
Respeitar o tempo do outro também é uma forma de cuidado.”

Há tempos que não podem ser apressados, porque carregam em si uma delicadeza própria. O silêncio, o intervalo e a espera são partes essenciais do viver. Quando atravessamos etapas sem respeitar o ritmo, não apenas desorganizamos o caminho, mas também roubamos do outro o direito de sentir plenamente cada instante. O cuidado, nesse sentido, não é apenas presença ou palavra: é também saber se retirar, dar espaço, permitir que o tempo cumpra sua função. Respeitar o tempo do outro é reconhecer sua humanidade, é oferecer um gesto de amor que não se impõe, mas que acolhe.