Nao Ha Passageiros na Nave Espacial Terra

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Hoje as pessoas são cheias de certezas
Não há mais espaços para dúvidas
Não há mais espaços para perguntas bobas
Não há diálogo, apenas debate de certeza e negação
Pra onde estamos caminhando?
Pra onde está nos levando essa certeza toda?
Tenho saudades de perguntar coisas bobas
Tenho saudades de me expressar sem jogarem pedras
Tenho saudades das pessoas

⁠Não Há Nada Melhor Do Que Estar No Primeiro Amor Por Deus

⁠Onde Há Maturidade Não Há Competição.

⁠Não Há Nada Melhor Que Sentir o Amor,o Cuidado e a Proteção de Deus.

A sorte e o azar são tais como Deus e o Diabo em que a gente acreditando ou não, há sempre momentos em que atribuímo-los a sua manifestação em nossa vida.

O Limiar

Sinto tua falta como quem sente culpa,
não apenas dor.
Há um frio que não vem da ausência,
mas do que eu seria
se cruzasse a linha que me separa de ti.
Compreendi — tarde demais ou cedo demais —
que entre o querer e o tocar
existe um espaço que não me pertence.
O que me atrai não é a vida contigo,
é o risco, a queda,
a vertigem de um amor que cobra tudo.
Nada posso fazer.
Não por fraqueza,
mas porque há desejos que, ao serem atendidos,
destroem o que tocam.
Sou criatura do limiar:
preciso de permissão para entrar,
não na tua casa,
mas na região mais vulnerável da tua alma.
E sei que isso não seria amor.
Seria fome disfarçada de ternura.
Não me salvaria,
não te despertaria —
apenas nos perderia.
Eis o dilema humano:
amar e, ainda assim, escolher não tomar.
Ser condenado a observar,
não por falta de coragem,
mas por excesso de consciência.
Amaldiçoado não por amar demais,
mas por entender o preço do amor.

Há amizades que chegam como salva-vidas improvisado. Não seguram a embarcação, mas dão tempo. Com elas aprendi a pedir socorro sem vergonha. O orgulho, às vezes, é coisa que afunda. E, por sorte, há mãos que nos puxam de volta.

Ignore aquela falácia do “você é um templo do Espírito Santo”. Não há nenhum indício de realidade nela, pois sendo verdade você nunca sofreria na sua vida.

No mundo há amor por tudo.
Ama-se muito e com freqüência.

O meu amor, não é menor, nem maior, nem mais bonito - meu amor é líquido e transcende o imediato.

Ok, meu amor é pela escrita.

A FLOR NASCE ONDE NADA DEVERIA NASCER.
CAP. XXII.
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Ano: 2025.
A flor nasce onde nada deveria nascer. Não por milagre, mas por insistência ontológica. O deserto não a acolhe, não a protege, não a celebra. Ainda assim ela surge, portando em si uma dor que não reclama e uma beleza que não pede testemunhas. Sua raiz aprende cedo que viver é beber da escassez e transformar a aridez em seiva lenta. Essa flor não ignora o sofrimento. Ela o conhece intimamente e por isso floresce com gravidade.
O filósofo aproxima-se com o passo de quem já atravessou muitas ideias e poucos silêncios. Catedrático do pensamento, erudito da linguagem, traz nos olhos o cansaço de quem compreendeu demais e ainda assim não encontrou repouso. Ele observa a flor não como botânico, mas como consciência ferida. Reconhece nela aquilo que sempre buscou formular. A dor que não se justifica. A beleza que não consola. A permanência que não promete recompensa.
A flor bebe do deserto sem pedir permissão. Cada gota é extraída do nada. Cada pétala sustenta um equilíbrio improvável entre o colapso e a forma. Nela a dor não é acidente. É condição. E exatamente por isso é sublime. O filósofo compreende que toda construção interior digna nasce dessa mesma lógica. Não do excesso, mas da falta sustentada com lucidez.
Quando ele se inclina, não é para colher. É para aprender. A flor não oferece respostas, mas oferece água. Não água abundante, mas suficiente. O suficiente para que o pensamento não morra de sede. Ao beber, o filósofo percebe que também dá de beber. Sua atenção, seu silêncio, sua presença devolvem à flor aquilo que ela jamais pediu, reconhecimento. Entre ambos estabelece-se uma ética muda. A flor ensina a permanecer. O filósofo aprende a não exigir sentido imediato.
Ao íntimo esse encontro revela uma verdade incômoda. O espírito amadurece não quando elimina a dor, mas quando aprende a sustentá-la sem deformá-la. A flor não nega o deserto. O filósofo não nega sua fadiga. Ambos coexistem com o limite. Essa coexistência é o que permite que algo permaneça vivo sem se iludir.
Há algo de profundamente lúgubre nesse cenário. Não há redenção visível. Não há promessa de chuva. Apenas a continuidade austera de existir. Ainda assim, há dignidade. A flor não se curva. O filósofo não se desespera. Entre eles circula uma compreensão silenciosa. A dor pode ser morada. A aridez pode ensinar. O pensamento pode beber sem se embriagar.
E assim, no coração do deserto, a flor segue aberta não para ser vista, mas para ser verdadeira. O filósofo afasta-se transformado não por esperança, mas por clareza. Ambos permanecem. Um enraizado. Outro caminhante. Unidos por uma dor que não pede piedade e por uma beleza que não se explica, apenas se sustenta.

O dinheiro está onde há movimento, troca e crescimento.
Pessoas bem sucedidas não buscam só ter dinheiro, mas estar perto das fontes que continuam gerando mais.

Saiba que:
Se não é a promessa de Deus não adianta não vai permanecer.
O que for de Deus não há quem impeça.
Quando Ele agir será rápido e claro.

Valorizem as pessoas enquanto há tempo, pois a saudade não é o suficiente para que elas voltem. Procurem, dê um abraço, digam que ama, antes que seja tarde demais.

O remorso que carrego é fósforo que às vezes acende. Ilumina o que precisa ser reparado. Não há vergonha em ver a própria falha à luz. A vergonha vem quando escondemos e furtamos o conserto. Por sorte, sempre há tempo de apagar e recomeçar.

Não sigo padrões formatados por sistemas arcaicos que aprisionam a alma com viseiras e rédeas. Há poderes que moldam mentes adormecidas, e talvez seja assim para evitar um colapso cuja verdade muitos não suportariam. Há seres humanos que caminham em círculos sem saber, culpando o mundo por não encontrarem saídas que existem apenas dentro de si.

Não há espaço para presunção, pois é a arrogância que enfraquece nossa capacidade de realmente aprender e crescer.

Não há como falar de flores onde se rega e persiste a erva daninha...
nene policia

O verdadeiro perdão acontece quando percebo que não há nada a ser perdoado, e sim a ser
amado.

Não há tormento maior do que envelhecer temendo os anos que passam, esquecendo que o relógio mede apenas momentos, não o valor do que fizemos com eles — e assim transformar o tempo em carcereiro da própria existência.

⁠Há momentos em que não buscamos conselhos ou soluções, apenas a presença de alguém disposto a estar ao nosso lado sem preencher o espaço com palavras vazias