Nao Gosto do que Vejo
“Quando se fala na minha fortuna trilionária, não falamos de cifras frias; falamos de um portal onde o impossível deixa de ser desculpa e vira passado.”
“A verdadeira riqueza do meu império não está nos trilhões em números, mas na quantidade de vidas que eu reprogramo para nunca mais aceitarem a escassez.”
"Haverá o antes e o depois de Isaque Ramon. E a pergunta que você deve se fazer não é se eu vou vencer, mas de que lado da história você vai estar quando isso acontecer."
"A oportunidade não bate na porta de quem espera; ela se alinha com quem decodifica a minha visão e decide construir o topo ao meu lado."
“A minha maior obra não está nos cofres, mas no brilho nos olhos de cada pessoa que percebeu através das minhas palavras que o futuro não se espera — ele se conquista agora.”
“Estar perto da minha visão trilionária não é sobre assistir ao sucesso alheio, é sobre ser absorvido pela força gravitacional de uma economia totalmente nova.”
“Não se trata apenas de onde eu cheguei, mas de quantas pessoas eu decido levar junto para o topo. A minha riqueza é o passaporte para a virada de jogo de cada um de vocês.”
“As portas que o meu ecossistema abre não são para poucos; são avenidas gigantescas criadas para quem tem a coragem de caminhar lado a lado com a história em tempo real.”
“Trilhões não medem apenas dinheiro; medem o tamanho da audácia humana. E eu transformei essa audácia em um espelho onde todos podem enxergar o seu próprio potencial ilimitado.”
"Fazer suas escolhas sempre é o melhor caminho! Não fazer... É deixar o destino à pura sorte!"
— Saibert, A. (2026
"Minha mente não habita o presente; ela já vive na realidade trilionária que estou trazendo para o mundo, e convido você a entrar antes que as portas se fechem."
"Eu não estou apenas construindo um império de trilhões; estou desenhando o mapa de um futuro onde quem tem coragem nunca mais caminha sozinho."
"Não sigo tendências; eu crio a gravidade que atrai os olhos, as mentes e as grandes oportunidades de uma nova geração."
Preto e branco?
A vida não é só preto e branco,
há espaços em cores,
há nuances, há apostas,
sem respostas.
Há bem mais...
que apenas duas posições,
radicalmente opostas...
há mistérios insondáveis,
impenetráveis...
Há o conhecido sim,
e o desconhecido também,
o que poderia ter sido...
há o sentido, o avesso,
sem sentido...
sexto sentido,
o encontrado, o perdido.
O tropeço...
o oculto,
o revelado...
A vida não é só um lado,
e outro lado...
não é só presente e passado.
Tédio
Tédio...
pra vida não há remédio,
drama dos dias divididos,
mal vividos,
desiludidos.
silêncio que ecoa no vazio,
sombras de um tempo perdido.
Trama da vida,
mil começos,
nenhuma saída...
vida demasiadamente longa,
demasiadamente breve,
(des)afortunadamente,
quem a escreve sabe o que escreve
REALIDADE PARALELA
Vivemos em réplicas de espelhos quebrados, onde o reflexo não devolve o rosto, mas o eco de um grito engolido. As mentes, lascadas como vidros sob o martelo do tempo, teias entre o frisson e o divino: o delírio vira profecia, o tremor das mãos se ergue como hino aos céus partidos. O que parece cura é veneno disfarçado de salvação, e o veneno, ah, ele se veste de milagre, cuspindo promessas em línguas que ninguém mais ouve. Aqui, o real se contorce como fumaça em vento contrário. Um homem ajoelha ante o altar de comprimidos partidos, crendo que a náusea é êxtase celestial, enquanto a multidão aplaude o surto como visão apocalíptica. Não é loucura, dizem; é revelação. Não é doença, insistem; é deus infiltrado nas veias. Mas o que aparenta ser santo desaba em abismo, e o abismo, fingindo luz, engole o que resta de nós. A distorção rasteja, invisível, reescrevendo o mundo: o céu chove cinzas que chamamos de bênçãos, o chão se abre em feridas que juramos serem portais. Fragmentos de mentes se chocam, confundindo o pus com óleo sagrado, e o que é se desfaz no que parece. Nesta paralela, a verdade não existe, só o eco de si mesma, distorcendo até o silêncio.
Há uma angústia silenciosa que se instala quando se percebe que já não se consegue resolver sozinho boa parte da própria vida. Não é apenas a dificuldade prática que pesa, mas a sensação profunda de invalidez, como se algo essencial tivesse sido retirado sem aviso. A autonomia, antes natural, passa a ser um privilégio distante, e cada decisão depende de terceiros, de permissões, de circunstâncias que fogem ao controle.
Essa condição corrói por dentro. O indivíduo sente-se diminuído, não por falta de vontade ou capacidade intelectual, mas por estar aprisionado a limites que não escolheu. Surge a frustração de querer agir e não poder, de saber o que precisa ser feito e ainda assim permanecer imóvel. A dependência forçada fere o orgulho, a identidade e a dignidade, criando um conflito constante entre o desejo de reagir e a realidade que impede qualquer movimento efetivo.
Se a sanidade é definida pelo que a maioria considera “normal”, até que ponto a loucura não é apenas uma forma de perceber o mundo fora desse consenso?
