Nao Gosto do que Vejo
Preciso me cuidar para não me indispor. Vivo me perdendo e me indispondo e isto tem me deixado um pouco exposta. Estou sempre me buscando. Quando me encontro, me supero. Quando me perco, me disperso do mundo real.
Evoluir dói. Dói muito. Mas, no final das contas, como seremos borboletas se não passarmos por metamorfoses?
Voltemos nosso olhar para a humanidade. Sejamos compassíveis e amorosos. Nada vale a pena se não tivermos compaixão e amor com os nossos semelhantes.
Aquele momento em que a saudade mostra a sua cara e, te diz que nada mais importa, a não ser a presença de quem tanto queremos.
Criamos mecanismos para viver de acordo com a nossa vontade, porém não nos preparamos para enfrentar os mecanismos que a vida nos deixou.
Vivemos em busca dos nossos sonhos e quando o encontramos, percebemos que não era o que esperávamos. Sonhos, são como borboletas. Precisamos passar por dolorosas metamorfoses para que ele seja próspero.
Ás vezes, por mais que a vida nos ensine, não entendemos nada, não aprendemos nada e não buscamos nada.
Não há tempo que volte atrás e nem batalha que se vença, quando não existe lugar dentro de nós, para a superação das nossas necessidades.
Tem coisas que não cabem em qualquer lugar. É necessário ajustes e encaixes. Tolerância e determinação. No momento exato elas acabam se moldando.
