Nao Gosto do que Vejo
Ainda que nós nos percamos um do outro
Não nos esqueceremos, pois a vida!
Há de nos dar outra chance...
De viver o que não vivemos;
O tempo pode até passar
E todos os dias as nossas
Esperanças se renovarão;
Para que tenhamos mais
Fé de que o amor é
Verdadeiramente eterno;
A saudade fora tanta que o meu abraço é completo
Minhas mãos não mais têm freios para se comportar
E apalpo todos os detalhes de seu corpo
Sou cuidadoso pelo o que é meu;
O meu abraço tem calor juntamente com o afago
Desordena a sua razão e te refaz com o meu amor
Mate a minha saudade! Mate a minha sede de você!
Permita-me invadir todo o seu ser
Seu querer... Para em um
Todo te ter;
Não destrua o seu momento por vontades banais de se livrar do caos... Pois se lembre de que é do choque das estrelas que nascem outras estrelas...
Percebo já há tempos que os teus sorrisos
Se defendem de algo que mede
O que não acreditamos por
Si mesmo;
E com mais que nos fizesse ferir
Não queria os teus olhos assim
Tentando fugir de mim;
De nada mais vale sem você
Sinto falta da sua força
Para me ajudar a vencer;
Sou rebelde da vida e não recebo ordens de ninguém
Meus domínios são de mim e não tem refém
Busco agir da forma que defenda o meu coração
E o meu valor somente eu tenho a me fazer;
Voo por entre a minha imaginação
Para endoçar o meu coração
Mas ainda sim ando carente;
E é pela paz que fazemos guerra
Nossa vida é um tanto desleal;
Pelas lutas sem sentidos
De fardas e brasões;
Esperemos pelo perdão divino e não sabemos
Quando chegará a nossa vez, o tempo não fora perdido...
No qual entenda a luta de vocês...
Nos perdemos a meios ilusórios pelo dinheiro que nunca vamos ter;
E tudo nessa vida tem um fim, me fortaleço...
Para que não tenham pena de mim
Para nunca precisar ser mais do que sou;
Quando escrevo algo intenso não sou vulgar
Mas sim artista da sensualidade para
Completar a mente e o coração
Como um instrumento
Lúcido e criativo;
Existem muitas coisas difíceis no mundo! Mas a que o ser humano não consegue de forma alguma é a paz;
Os meus pensamentos em abstratos
Confundem o entender de quem
Não enxerga com o coração...
E julga com a cegueira
Adjunta redefinindo o entender
Pela sua própria ignorância!
Sei que não me abato e não me deixo entristecer pela falta de atenção
Ou pela falta do não querer, pois das palavras eu toco...
O coração com verdades de minha inspiração;
Nem é bem assim!
As coisas não são tão
Suaves como parecem;
Sem regras ou sem leis
Para querer mentir outra vez
Por quê? Para quem
Sem esperar nada de ninguém;
Me vejo e me assanho em pensamentos
Em que me arrepio o meu querer
É de ganhar ou completar você;
E é com saliva que me atrevo
Instigando-me com ousadia
De te amar outra vez;
