Nao Gosto do que Vejo
Não posso mentir que amo ele, ou que não dou a mínima. Estou exatamente como eu nunca aceitei, em um meio termo. Não entendia como as pessoas ficavam entre as coisas, principalmente no amor; nunca gostei de ficar no meio.
Talvez isso seja amor, ou não sei o que... Amor é o que eu não entendo e que talvez chegue sem avisar mesmo. Não vejo respostas, porque é dúvida... Enfim, sou uma filósofa em construção, todos somos, só que alguns simplificam em palavras, eu em sentimentos mesmo...
De que importa regras, estatutos, e códicos inúteis, se já existimos e nada temos certeza a não ser a morte por certo?
Comparando os milhões de anos de nossa existencia, vivemos alguns minutos e não convém perde-los em desvendar mistérios se o mais importante está revelado.
É necessário, é salutar entender que a vida tem a sua fealdade; existem coisas que não podemos mudar, existem terríveis momentos que precisamos passar e grandes tribulações que serão quase impossíveis de vencer. Todavia, nossa fortaleza está em saber enfrentar qualquer obstáculo, provando quem realmente somos.
Trás de volta
Trás de volta esse amor
Trás de volta...
Não me deixe essa dor
Trás de volta...
Não há jardim sem a flor
Trás de volta...
Me leve onde você for
Trás de volta a alegria
Trás de volta a certeza
De ser feliz todo dia
Trás de volta a beleza
Que sinto em teu sorriso
Trás de volta o meu paraíso
Trás de volta...trás pra mim
Tudo o que você tem de bom
Trás de volta o sabor
Trás de volta...
Vem...
Vamos viver só de Amor.
Seria bom se todos se dessem conta da sabedoria que não é dada curso ou diploma, mas que se mostra no conceito de vida, no espirito, na alma.
Felicidade é abstrato, não se explica não é ilustrada,, não está esposta na face, mas na paz de espirito, na liberdade interior da razão, da lógica.
O único motivo de você desistir de quem ama é por ser um medroso que não consegue entender que a vida é um campo de batalha onde vale a pena lutar por seus valores.
Como não é o meu forte deixar transparecer o que não me acrescenta, recolho-me a um canto qualquer, a suavizar as lacunas fragilizadas. Parece não haver nada que me possa servir como remédio à amenizar esse conjunto de emoções destroçadas, por isso me calo e me recolho a um canto. Por não conseguir expressar; por para fora o que não me alimenta, resta-me escrever. Isso me medica. Já que a minha voz soa muda, meus dedos conseguem gritar por mim. Coloco num papel tudo o que tenho vontade de falar, tudo o que digo em silêncio. E a minha voz soa muda por entre os ouvidos surdos; os olhos cegos cansados de ver o que não deseja. De enxergar a distancias a margem do incompreensivo.
